Butão vai ser o primeiro país do mundo a permitir somente agricultura orgânica

Não faltam motivos para amar o Butão. Depois de substituir o Índice de Desenvolvimento Humano (o famoso IDH), pelo Índice de Felicidade Interna (FIB), passando a privilegiar a felicidade de seus habitantes, este país asiático de apenas 750 mil habitantes se destaca por uma nova iniciativa: será o primeiro do mundo a permitir somente agricultura orgânica.

A decisão passará a valer a partir de 2020, quando todos os alimentos produzidos no país deverão ser provenientes de práticas de agricultura ecológica. Grande parte das plantações do país já são orgânicas, graças aos altos custos dos produtos artificiais na região.

A iniciativa, que  proíbe o uso de pesticidas e agrotóxicos químicos, foi do ministro da agriculturaPema Gyamtsho, que ainda declarou que o país pretende exportar alimentos naturais para China, Índia e outros países vizinhos.

E que tal outros países pelo mundo seguirem o exemplo?

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Fotos © Tânia Rabello

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Foto © Devorador do Pecado

fonte: http://www.hypeness.com.br/2015/01/butao-vai-ser-o-primeiro-pais-do-mundo-a-somente-permitir-agricultura-organica/ em 25 jul 2014 às 13h40 min porto alegre – rs – brasil – bom fim

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‘Colecionador’ de frutas raras cultiva 1,3 mil espécies em sítio de SP

O paulista Helton Josué Teodoro Muniz é colecionador de frutas raras e exóticas.

Ele já plantou e cultivou mais de 1,3 mil espécies em sua fazenda de seis hectares, em Campina do Monte Alegre, a oeste da capital paulista.

Muniz nasceu com uma disfunção neuromotora e aprendeu a caminhar somente quando era adolescente. Atualmente, contudo, ele diz ser difícil conseguir segurar uma semente.

Também conta que a paixão pelas frutas exóticas começou quando ainda era criança. Helton descobriu uma fruta que não conhecia e isso o levou a uma investigação que culminou com o Sítio de Frutas Raras.

Ao longo dos anos, ele se tornou um respeitado autor e “frutólogo”.

fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/04/150408_fazenda_fruta_rara_exotica_lgb?ocid=socialflow_facebook em 13 de abril 2015 às 04:10 a.m. Bom fim pós casamento Botangela.

Gangues têm novo negócio: alimentos falsos

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Crime pode afetar milhões de pessoas

Gangues criminosas estão espalhando pela Europa alimentos como doces com tintura industrial e farinha de amêndoa falsificada, que podem afetar crianças e pessoas que sofrem de alergias. Acredita-se que estes negócios estejam substituindo os de drogas, que enfrentam penalidades muito mais severas.

Alguns dos produtos apreendidos recentemente na Inglaterra incluem leite de cabra diluído com leite de vaca, e pó de amendoim no lugar de farinha de amêndoa, o que causaria sérios problemas de saúde a alérgicos.

Ainda, foram encontrados doces para crianças com o pigmento industrial carcinogênico Rhodamine B, 17.156 litros de vodca falsa, e 22 toneladas de arroz de grão longo que seriam vendidos como sendo da variedade basmati, muito utilizada pela imensa população de origem indiana e paquistanesa no país.

No ano passado, ocorreu o escândalo da carne de cavalo, cujo DNA foi encontrado em carne vendida como de vaca. Isto se deve em parte à dificuldade de rastrear e monitorar uma rede de fornecedores em toda a Europa.

Segundo Huw Watkins, chefe de inteligência da agência de propriedade intelectual do governo britânico, “a fraude nos alimentos deve ser enfrentada de forma semelhante ao tráfico humano, e exige colaboração transfronteiras. Por isso trabalhamos com a agência de padronização alimentar européia, com a Interpol e a Europol”.

De acordo com ele, na Grã-Bretanha o principal problema é o das bebidas falsificadas, como vodca e vinho. Para Rob Wainwright, diretor da Europol, esta é “uma parte importante de uma nova economia subterrânea”.

Na Europa, foram apreendidos na semana passada, mais de 1200 toneladas de alimentos falsos ou “batizados”, além de 430.000 litros de bebidas falsificadas, informa oGrist.

Foto: _sk/Creative Commons

por: José Eduardo Mendonça – 26/02/2014 às 09:20
fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planeta-urgente/gangues-tem-novo-negocio-alimentos-falsos/ ãs 07 de março de 2014 às 03:11 a.m

15 frutas e legumes que você não imaginava que nasciam dessa forma

Todos nós temos uma fruta, legume ou até temperos favoritos. Mas a maioria de nós,provavelmente não sabe de onde vêm ou como é o pé em que eles nascem. É por isso que nós montamos uma lista de 20 tipos de frutas, legumes e especiarias antes deles estarem na forma que encontramos nos supermercados.

Alguns são mais comuns, mas outros, muitos de nós nunca nem parou para pensar como seriam. Também é interessante notar como muitos nascem em lindas árvores e até mesmo de flores. Além disso, descobrir que kiwis crescem em videiras pode não mudar muita coisa na sua vida, mas vai ser bem interessante.

1. Cacau

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2. Amendoim

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3. Baunilha

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4. Abacaxi

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5. Kiwi

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6. Pimenta Preta

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7. Amêndoa

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Gergelim

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09. Castanha de caju

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10. Açafrão

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11. Alcaparra

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12. Couve de Bruxelas

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13. Alcachofra

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14. Canela

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15. Pistache

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E então, quantos da lista você já conhecia?

fonte: http://www.hypeness.com.br/2014/02/voce-sabe-como-nascem-suas-frutas-ou-vegetais-favoritos/ em 04 fev 2014 às 21:48 p.m. Bom Fim – Porto Alegre – RS – Brasil

novo ciclo urbano

horta

#pelaindependênciafinanceira
#pelasaúdefísicaemental
#foodfreeproject
#hortaurbana

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=737703062907345&set=a.154193534591637.33354.146835608660763&type=3&theater em 4/01/2014 às 01:19 a.m. – Porto Alegre – RS – Brasil

A melhor prevenção contra doenças está aqui!

 #AlimentosOrgânicosla farmacia

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=740169985993986&set=a.154193534591637.33354.146835608660763&type=3&theater em 14/01/2014 Às 01:11 a.m. Porto alegre – rs – Brasil

La gran fantasía de la comida “orgánica” (el mejor negocio de las mega-corporaciones)

LAS MISMAS MEGA-CORPORACIONES DE LAS CUALES REHUYEN LOS CONSUMIDORES DE PRODUCTOS ORGÁNICOS EN REALIDAD CONTROLAN ESTA MULTIMILLONARIA INDUSTRIA Y DETERMINAN QUE INGREDIENTES SON ADMITIDOS DENTRO DE LA TODOPODERSOSA ETIQUETA DE “ORGÁNICO”

La etiqueta de “orgánico” en un producto, especialmente un alimento, se ha convertido en una fórmula mágica que nos hace sentirnos bien al tiempo que gastamos dinero extra para obtener un bienestar prometido. Sin embargo esta industria, la de la comida orgánica, al menos en su versión de supermercado, se ha convertido en una enorme fantasía cooptada por las grandes corporaciones de las cuales supuestamente huyen las personas que compran productos orgánicos.

En una lógica perversa el negocio parece ser redondo. Primero grandes corporaciones, del llamado Big Food, llenan los alimentos de aditivos, conservadores y demás “químicos” que contaminan la salud de los consumidores; se crea un movimiento de conciencia en torno a estos alimentos y se genera una industria que busca salvaguardar el bienestar del consumidor produciendo alimentos a la vieja usanza, manteniendo un estándar de calidad. Se populariza el término orgánico, un tanto difuso, para significar aquellos productos que no involucran métodos de producción moderna tipificados en el uso de pesticidas, fertilizantes químicos y modificación genética–en general que no dañan a los animales y al entorno en el que lo producen. Una especie de purismo ideológico que alimenta. Los químicos son los enemigos –aunque por supuesto todo organismo es químico naturalmente.

Buscar alimentarse sanamente y romper con la cadena alimenticia que controlan las grandes corporaciones, regresar a los pequeños productores y otorgarle ese valioso coeficiente, perdido en el proceso industrial, de hacer los alimentos con una intención de nutrir (“hecho con amor” es el slogán favorito), parece algo no solamente positivo sino incluso parte de la evolución humana. Sin embargo, ya sea por los invasivos y malignos tentáculos de las grandes corporaciones o por la ingenuidad del consumidor que lo que compra generalmente son ilusiones que satisfacen su producción de dopamina y reafirman cómodamente lo que quiere que sea la realidad, en muchos casos esta moda de alimentarnos de productos orgánicos no es más que un plácido y frívolo (aunque sea bienintencionado) autoengaño. Y ahora son las mismas compañías,  que producen  o producían alimentos casi venenosos, las que promueven los alimentos orgánicos, enarbolando un nuevo mito de comunión edénica a partir del poder inmaculado de la comida no alterada por los procesos industriales de la modernidad: un regreso a natura.

El New York Times publica un interesante artículo sobre la realidad detrás de la gran industria de los alimentos orgánicos, con un valor anual de hasta 30 mil millones de dólares en ese país. El hecho de que los consumidores estén dispuestos a pagar más dinero por un producto orgánico no ha pasado desapercibido para las grandes corporaciones de alimentos que, recurriendo a su varita mágica, el marketing, han logrado –sin que el consumidor lo perciba– tomar control del mercado e influir en cómo y en qué se etiqueta “orgánico”.

Muchas de los grandes nombres de los alimentos orgánicos han sido adquiridos por las grandes corporaciones de alimentos sin que esto llegue al conocimiento del consumidor. Bear Naked, Wholesome & Hearty y Kashi, pertenencen al gigante de los cereales Kellog; Naked Juice es parte de PepsiCo; y detrás de Walnut Acres, Healthy Valley y Spectrum Organics está Heinz, la marca de ketchup cuyo CEO participa en la reuniones Bilderberg. Esto no es todo, Coca-Cola, General Mills, Nestle, Kraft y otras megacorporaciones han “devorado la mayoría de la industria de la comida orgánica en Estados Unidos. Ingredientes puros, producidos localmente en pequeñas granjas familiares, no mucho, que digamos”, escribe Stephanie Storm en el New York Times. ¿Comprarías ese jugo de arándano orgánico si supieras que es producido a fin de cuentas por Coca-Cola? ¿Te sabría igual?

La junta directiva del National Organic Standards Board ha permitido el uso de ingredientes como el carragenano, un polisacárido derivado de las algas que incluso ha sido vinculado al cáncer, o del inositol sintético, que, como su nombre lo indica, se manufactura usando procesos químicos.

Michael J. Potter, fundador de la compañía pionera de alimentos orgánicos Eden Foods, se niega a poner la etiqueta de orgánico en sus productos, ya que la considera un “fraude”.

En la medida en la que las grandes corporaciones han empezado a dominar la junta directiva, que decide los estándares de los alimentos orgánicos, han crecido los ingredientes aprobados por dicha industria. Actualmente existen 250 sustancias “no-orgánica” en la lista; en el 2002 habían solo 77.

En diciembre se estuvo apunto de aprobar la utilización de amonio nonanoate, un herbicida –votaron a favor General Mills, Campvell’s Soup, Organic Valley, Whole Foods Market y Earthbound Farms (sólo falta que Monsanto coloque algunos de sus pesticidas en la lista o que sea admitido a la junta directiva y no sería del todo raro que tenga presencia en el mercado bajo una empresa fantasma).

Alexis Baden Mayer, director de la Asociación de Consumidores Orgánicos, advierte: “Entiendo que quedan muy pocas compañías 100% orgánicas. Pero ¿en realidad es necesario añadir a una compañía como General Mills que tiene tanto interés en promover la ingeniería genética, promover la nanotecnología y varias otras cosas que son la antítesis de los principios orgánicos para supuestamente garantizar la diversidad?”.

Así las cosas en Estados Unidos, pero seguramente también en muchas partes del mundo en las que se adopta el modelo comercial de este país. Especialmente en los grandes supermercados, donde a veces el mismo producto, sólo con la etiqueta mágica de “orgánico”, cuesta casi el doble. Si quieres comer “orgánico” lo mejor que puedes hacer es crecer tu propio alimento o comprarlo a personas conocidas que tengan huertos cerca de donde vives. Aunque claro que puedes seguir comprando comida orgánica en el supermercado y seguramente te sabrá mejor y hará mejor a la salud, bajo el efecto placebo –siempre y cuando esto le gane a la parte de tu cerebro que te dice que estás cayendo en un truco de marketing y acabas de desperdiciar tu dinero.  ¿Qué eliges? y ¿en realidad importa?

Twitter del autor: @alepholo

POR: ALEJANDRO DE POURTALES – 09/07/2012 A LAS 01:07:25

fonte: http://pijamasurf.com/2012/07/la-gran-fantasia-de-la-comida-organica-o-como-las-grandes-corporaciones-han-cooptado-la-industria-sin-que-te-des-cuenta/ em 13/09/2013 às 22:59 p.m, Bom FIm – Porto Alegre – Brasil

Conheça o casal que gasta menos de R$14 por mês com despesas de casa

Um casal inglês, desde sempre apaixonado por jardinagem e por estilos de vida sustentáveis, decidiu começar uma empreitada para reduzir seus custos com a casa e viver próximo à natureza. Hoje gastam 14 reais por mês com eletricidade e aquecimento, em uma zona do globo com temperaturas bem exigentes.

Yvonne e Steven Lucas vivem em Basingstoke, Hampshire, na Inglaterra, e desde que Steven foi despedido do seu emprego como engenheiro eletrônico, em 2010, a vida do casal com dois filhos teve uma reviravolta.

Depois de terem instalado painéis solares em 1992, Yvonne e Steven aumentaram a produção própria de alimentos e passaram a coletar água da chuva para a cozinha e banheiro. Aproveitando as cortesias da natureza, eles passaram a plantar alimentos em seu terreno de seis hectares, onde ainda incluem um galinheiro com galinhas poedeiras e várias colmeias.

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Existem ainda duas estufas, para produção de legumes, ervas e flores, e 15 árvores. O cultivo atinge níveis bem altos e o excesso é aproveitado para fazer geleias e compotas. Assim o casal vive de forma ecológica e atinge um valor de despesa mensal quase impensável na Inglaterra.

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Eles usaram a adversidade e as dificuldades para repensar o modelo de vida que estavam levando antes. Uma ótima forma de transformar algo que parece negativo, em algo extremamente positivo.

fonte: http://www.hypeness.com.br/2013/09/casal-ingles-vive-de-forma-sustentavel-e-gasta-menos-de-r14-por-mes-com-a-casa/ em 13/09/2013 às 22:30 p.m. Bom Fim

Ele largou o mundo corporativo para cultivar alimentos orgânicos

Mais um vídeo do projeto continuecurioso, uma websérie que documenta a vida de pessoas que largaram o osso das 9h às 18h pra fazer o que realmente gostam. Hoje é dia de conhecer mais uma história inspiradora.

A vida de Marinaldo Pegoraro não tinha nada de infeliz e por isso a sua busca pela felicidade e realização plenas nos impressionou ainda mais. Com mulher e duas filhas, a vivência iminentemente urbana não o matava, mas foi moendo – então foi aí, e depois de ler uma entrevista marcante (às vezes basta mesmo um empurrão mínimo), que ele decidiu se tornar agricultor de alimentos orgânicos.

Hoje, o seu suor, e da mulher e das filhas, está em cada canto da propriedade no alto das montanhas de Minas Gerais. E ele diz: “ainda não deu tempo pra ficar velho ou em depressão, porque ainda tem tanta coisa pra fazer!”. Vale a pena conhecer essa história de mudança e inspiradora – quem sabe a sua pode ser a próxima:

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Para ver mais vídeos do projeto e acompanhar as novidades, siga a fanpage de continuecurioso.

Produção de alimentos orgânicos cresce 300% em 10 anos no Brasil

Produtores de todo o país reuniram-se até domingo, dia 30j unho 2013, na Bio Brazil Fair | Biofach América Latina, em São Paulo

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Governo ainda tem dificuldade de mapear produtores orgânicos , já que a comercialização é feita de forma direta. foto Diego/Agência RBS.

produção de alimentos orgânicos cresceu mais de 300% no Brasil na última década. O número foi apresentado nesta quinta, dia 27, durante a Bio Brazil Fair | Biofach América Latina, que aconteceu até o dia 30 de junho em São Paulo. Se por um lado, o mercado consegue estimar seu desenvolvimento, por outro, ainda tem dificuldade em mapear os agricultores, já que a maioria das vendas feitas no setor são diretas, de produtor para  consumidor.

Há mais de 50 anos, a família de Kyioteru Iizuka trabalha com agricultura. Há 15 anos, no entanto, eles resolveram mudar para os orgânicos, depois que o pai e o avô perceberam que algumas pessoas estavam adoecendo pelo contato contínuo com defensivos. Hoje, a produção deles é completamente livre de agrotóxicos. Até o esterco utilizado é feito de maneira orgânica, através de um galinheiro que Iizuka mantém na propriedade, localizada na Serra da Cantareira, região Metropolitana de São Paulo.

Tudo que ele produz é certificado, e até o mato por entre as plantas é retirado à mão. Assim como a família do seu Iizuka, outros produtores seguiram o mesmo caminho e migraram da da agricultura convencional para a orgânica. A quantidade de agricultores orgânicos no mundo ultrapassou 1,8 milhão.

De acordo com o coordenador Executivo do Organics Brazil – projeto que reúne 12 empresas exportadoras do setor –, Ming Liu, o consumidor atual busca alimentos saudáveis e seguros:

– O atual cenário econômico brasileiro aponta que o mercado de orgânicos vem crescendo de forma significativa, seguindo a tendência dos consumidores em busca de produtos saudáveis e seguros. Cada vez mais vemos que o mercado vem crescendo, novos produtos com maior valor agregado vem sendo ofertado e mais empreendedores enxergam que há sim mercado que oferecem produtos com a preocupação de trazer valores e aplicação de conceitos de sustentabilidade em toda a cadeia.

O mercado brasileiro de orgânicos ainda está longe de possuir os maiores produtores mundiais. Por enquanto, a Ásia é o continente com a maior parcela na produção: cerca de 34% dos produtores, seguida pela África, com 30%, e América Latina, com 18%, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e da Federação Internacional de Movimentos de Agricultura Orgânica (Ifoam).

O principal mercado consumidor é o norte-americano. Os Estados Unidos, apesar de não terem uma produção considerável de orgânicos, deixa no setor mais de US$ 31 bilhões por ano, e logo em seguida vem a Europa, com US$ 29 bilhões.

O mapeamento de produtores de alimentos orgânicos no Brasil encontra dificuldades devido à comercialização direta. Os últimos dados oficiais são do Censo Agropecuário, realizado em 2006. A regulamentação dos produtos orgânicos começou a ser construída só em 2007 e entrou em vigor há apenas dois anos.

veja vídeo sobre produtores orgânicos:

fonte: http://agricultura.ruralbr.com.br/noticia/2013/06/producao-de-alimentos-organicos-cresce-300-em-10-anos-no-brasil-4183055.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+RuralBR+%28Not%C3%ADcias+-+RuralBR%29&utm_content=FaceBook em Bom Fim – Porto Alegre – RS – Brasil – às 23:13 p. m.