‘Colecionador’ de frutas raras cultiva 1,3 mil espécies em sítio de SP

O paulista Helton Josué Teodoro Muniz é colecionador de frutas raras e exóticas.

Ele já plantou e cultivou mais de 1,3 mil espécies em sua fazenda de seis hectares, em Campina do Monte Alegre, a oeste da capital paulista.

Muniz nasceu com uma disfunção neuromotora e aprendeu a caminhar somente quando era adolescente. Atualmente, contudo, ele diz ser difícil conseguir segurar uma semente.

Também conta que a paixão pelas frutas exóticas começou quando ainda era criança. Helton descobriu uma fruta que não conhecia e isso o levou a uma investigação que culminou com o Sítio de Frutas Raras.

Ao longo dos anos, ele se tornou um respeitado autor e “frutólogo”.

fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/04/150408_fazenda_fruta_rara_exotica_lgb?ocid=socialflow_facebook em 13 de abril 2015 às 04:10 a.m. Bom fim pós casamento Botangela.

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CAMINHOS DO REI

FOTOS DE LUGARES QUE PASSEI.

PARQUE NACIONAL CHAPADA DOS VEADEIROS
ALTO PARAÍSO – GOIÁS – BRASIL- FEV/2012

Fabíola Pecce

publicado originalmente em 14 ago 2012 às 01:27 a.m.

Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes.

A VIAGEM DO LIXO

Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes. Ao serem levados pelas águas, desaparecem de vista, mas permanecem no ambiente por um longo tempo, contaminando a fauna e flora. ora veja no infográfico.

Fonte: Planeta Sustentável

plastico no mar

plastico e tartarugas

fonte da foto da tartaruga pequena: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=550968598258936&set=a.480103312012132.106348.218580984831034&type=1&theater

FONTE DA FOTO DA TARTARUGA grande: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=477186835684097&set=a.248046831931433.57963.126470790755705&type=1&relevant_count=1

post originalmente publicado em 19 fevereiro 2013
republicad com alterações em 18 de abril de 2013 às 13:14 p.m. e 31 ago 2014 às 8h a.m. PORTO ALEGRE – RS – BRASIL

COISAS QUE ME ENCANTA DE VER NAS PESSOAS

maq costura

O artista Michael Swaine por 11 anos consecutivos trás sua máquina de costura uma vez por mês nas ruas de São Francisco e faz reparos gratuitos de roupas para as pessoas em necessidade.
“Quando estamos conectados com as outras pessoas nos tornamos melhores pessoas”. Randy Paus

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10201227696233553&set=a.2868751076971.8073085.1205643463&type=1&ref=nf
em 26 fev 2013 às 22:22 hs e 25 mar 2013 às 8:: e dia 03 julho 2014 às 8h – Porto Alegre – Brasil

Carolina Alzaga pega as correias descartadas das bicicletas e as transforma em grandes lustres.

lustre de correias

Se andar de bike já é um ato bacana, quiçá reciclar a corrente das bikes descartadas. É isso que a Carolina Alzaga faz, e com maestria, afinal ela as transforma em grandes lustres. Assista o vídeo, veja como são feitos e entenda a filosofia da artista

Chain Reaction

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=502715203113160&set=a.171955669522450.49831.114073091977375&type=1&theater publicado originalmente neste blog em 11 fev 2013 às 16:13 e novamente em 30 jan 2014 às 8a.m.

Como criar abelhas em casa

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Em homenagem ao hobby eleito para o ano de 2013, aqui vai o primeiro post sobre APICULTURA. 

Mantenedoras da biodiversidade, supridoras do néctar dos deuses e com uma organização disciplinar tão complexa que são continuamente estudadas, as abelhas estão começando me exercer especial fascínio.
Por isso, retomando antiga prática de meu avô e ainda dominada pela minha mãe, aprenderei a cultivar abelhas e produzir mel a partir do ano de 2013.
Teremos novos capítulos deste tema, cujo post 001 é o que vos fala e ensina nada menos que criar abelhas em casa.

manual - como criar abelhas em casa
Super Interessante…Materia sobre abelhas nativas sem ferrão criadas nas cidades…fonte da pesquisa Marcos Ninguém.

Super Interessante de Dezembro de 2012

Publicado originalmente em 18 jan 2013 e novamente em 11?10?2013 às 8:00 a.m e novamente em 15 out 2013.

1 hora sem energia elétrica. dia 23 de março às 20:30 horas, topas?

earth hour 60
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR AUSTRALIANO

O mundo está utilizando além de suas capacidades de provimento. A Hora do Planeta surgiu da esperança que isso possa mudar.

Assista o vídeo que engaja as pessoas em iniciativas que vão além de ficar uma hora sem o uso de energia elétrica previsto nas versões anteriores:11

ENGLISH EARTH HOUR 60 2013
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM UNITED KINGDON
EARTH HOUR iNDIA 2013
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR INDIANO

Ou acompanhe os perfis de cada um desses países no Facebook para receber informações e conhecer os desafios que serão lançados.
→ Filtre por EARTH HOUR 60+ e encontre os vários países representados.

EARTH OUR CANADÁ
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM CANADÁ
earth hour sri lanka
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM SRI LANKA
earth hour from croatia 2013
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM CROATIA

iniciativa wwf

para conhecer a iniciativa completa veja o site:
A hora do planeta

Leia Mais:
23 de Março 2013 – plantio de um milhão de árvores em um dia

publicado em 26 fev 2013 às 8:00 a.m.

chuva de aranhas no Paraná – desequilíbrio ecológico – fevereiro 2013

Esse foi o sétimo post mais acessado em 2013 no http://www.portoalegrelixozero.wordpress.com

Santo Antônio da Platina registra “chuva de aranhas

O vídeo é amador, mas nos permite visualizar o local.

Fenômeno curioso flagrado em uma propriedade rural do município do Norte Pioneiro tem como causa o desequilíbrio ambiental. Imagens lembram o filme Arachnophobia (1990).A escassez de predadores naturais de uma espécie de aranha e a abundância de alimento para estes animais estão provocando um fenômeno curioso flagrado em uma propriedade rural localizada em Santo Antônio da Platina, no Norte Pioneiro do Paraná. Vivendo em árvores de médio porte, milhares de aranhas da espécie Anelosimus eximius, conhecidas também como tecedeira-sombria, construíram uma rede de teias entre cabos e postes de energia para capturar suas presas, normalmente insetos de médio porte. O tamanho da teia e número de aranhas impressionam e também assustam.O flagrante do fenômeno foi feito pelo design de fotografias Érick Reis, 20 anos, que no último domingo, 3, registrava um casamento em uma chácara no interior de Santo Antônio da Platina. Reis percebeu a presença das aranhas e gravou um vídeo de quatro minutos que virou febre na internet   em 48 horas. Até o final da tarde de 12 fevereiro já eram mais de 15 mil visualizações. Batizado de “chuva de aranhas” o vídeo transformou Érick quase em uma celebridade ao passar o dia dando entrevistas para jornais e sites. “Eu nunca vi nada parecido. Quando percebi estava embaixo de uma chuva fina gravando aquela cena”, conta.A reportagem da Gazeta do Povo esteve nesta sexta-feira (8) no local e encontrou as aranhas protegidas entre as árvores. O local fica à margem de uma estreita estrada rural e há poucos moradores por perto.

Apesar de estranho, o fenômeno não é tão incomum assim. O professores de biologia da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Luiz Carlos de Pontes Silva, explica que esses animais estão encontrando o ambiente perfeito para se reproduzir e desenvolver sem predadores naturais, como pequenas aves e morcegos. O especialista conta que realizou no ano passado um estudo na região em que percebeu o aumento da população de aranhas por conta do desaparecimento de árvores frutíferas que deram lugar a pastagens. Essas árvores eram abrigo de morcegos, principais predadores das aranhas.

Pontes Silva explica que normalmente são as fêmeas que tecem as teias, muito resistentes e semelhantes aos fios de seda. No entanto, essa época do ano é o período de reprodução deste tipo de aranha e os machos começam a tecer também suas teias para impressionar as fêmeas aumentando a área ocupada com os fios. A competição acaba formando um emaranhado de fios que se estendem por postes, fios de energia elétrica e árvores cobrindo dezenas de metros quadrados. No final da tarde os animais deixam as frestas das árvores e entre as folhas para capturar os insetos presos nas teias.

O biólogo também alerta que não é bom ficar perto destes animais. A picada dessas aranhas pode causar irritação e desconforto em adultos saudáveis, mas em crianças com menos de quatro anos, o veneno do aracnídeo pode provocar complicações e até choque anafilático. Apesar disso, esses animais não são considerados agressivos.

O agricultor Renato Teodoro Corsini já foi picado pela espécie, assim como seu filho. Ele revela que a criança, um menino de quatro anos teve que receber atendimento médico e mesmo assim sofreu por dias com espasmos e convulsões. “Tenho percebido a presença dessas aranhas em vários locais, principalmente perto de pastagens”, diz.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Santo Antônio da Platina não há registro recentes de acidentes com aranhas da espécie tecedeira-sombria.

A fonte deste post foi o Instituto EcoFaxina que teve como fonte a Gazeta do Povo.

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=447735681966926&set=a.151811931559304.38413.149850451755452&type=1 em 09 fev 2013 – às 15:48 hs e publicado em 15 fev 2013 às 9:36 a.m. – Porto Alegre

Combustível infinito

19 set 2013 20:15 e 08 set 2013 08:00 e 17 nov 2013 08:00

Parklets: tomando espaço dos carros para as pessoas

“Todo mundo estava surtando com a crise do nosso país, mas eu fiquei bem animado”. O entusiasmo é do arquiteto Jonh Bela, um dos sócios da empresa de design urbano Rebar, em São Francisco, Estados Unidos. Bela refere-se à crise do mercado imobiliário que abalou a economia dos Estados Unidos em 2008. “As pessoas se preocupavam com a recessão econômica, mas eu particularmente acho que é na escassez de recursos que temos mais espaço para inovação”, diz Bela, tentando explicar seu raciocínio. Talvez seja uma forma um tanto simplista de encarar as coisas. Mas fato é que foi justamente no auge da crise que um dos principais projetos da Rebar, o Parking Day, ganhou mais força e espaço na cidade de São Francisco.

Iniciado em 2005, o Parking Day nasceu como uma ocupação artística das vagas públicas de carros em São Francisco. Durante algumas horas, um tapete de grama sintética amaciava o chão para receber cadeiras, mesas e plantas, convidando as pessoas a permanecerem naquele espaço que, usualmente, era ocupado por carros. Essa ideia inspirou diversas cidades pelo mundo – no Brasil, recebeu o nome de Vaga Viva. “Quando ocupamos uma vaga pública de carros pela primeira vez em São Francisco, tínhamos certeza de que acabaríamos em cana”, conta Bela, às gargalhadas. Mas em vez de serem procurados pela polícia, os sócios da Rebar receberam uma ligação de Andreas Powell, que trabalhava na prefeitura de São Francisco. “Isso que vocês estão fazendo é genial, que tal pensarmos em estruturas permanentes?”, disse Powell, ao telefone. Um pouco incrédulo, mas animado, Bela topou encontrar Powell para pensarem, juntos, em um projeto.

“Eu não conheço ninguém mais obstinado do que o Andreas Powell”, diz a arquiteta Kay Cheng. “Ele estava tão engajado em transformar o Parking Day em algo permanente que iniciou uma verdadeira Epopéia dentro da prefeitura”, conta Cheng, cujo emprego é fruto dessa Epopéia. Powell passou dois anos convencendo os departamentos de trânsito, de espaços públicos e de bombeiros da prefeitura de que ter estruturas fixas para as pessoas, em vez de vagas de carros, seria bom para a cidade. Em 2008 conseguiu a aprovação da criação de um departamento público chamado Pavements to Park, onde Cheng trabalha, que tem como objetivo regulamentar os espaços públicos da cidade que antes eram usados pelos carros e agora passariam a ser áreas de lazer e permanência para as pessoas. E os Parklets foram o primeiro tipo de estrutura criada dentro dessas características.

(ilustração: Juliana Russo)

Na prática, um Parklet é uma extensão da calçada, geralmente em frente a um restaurante, galeria de arte, bar ou café, com mesas e cadeiras. Só que, tecnicamente, o Parklet é um espaço público: ninguém é obrigado a consumir nada para ocupá-lo e todas as regras dos espaços públicos, como a proibição de ingerir bebidas alcóolicas, estão valendo. O primeiro Parklet de São Francisco foi criado em frente ao Mojo Café, na avenida Divisadero, perto do centro da cidade. “No começo as pessoas pareciam não aprovar tanto a ideia, alguns ficavam bravos porque achavam que tinham perdido uma vaga de estacionamento”, conta Cheng. “Mas com o tempo outros estabelecimentos comerciais começaram a ver que todo mundo saía ganhando com os Parklets e queriam, também, construir os seus”, completa a arquiteta.

Cheng faz parte da comissão que avalia os projetos de construção de Parklets. Duas vezes por ano, o Pavements do Parks abre inscrições para emitir autorizações de Parklets. Com a aprovação da prefeitura, o requerente precisa pagar uma taxa que varia de U$ 500 a U$ 1.000 dólares (de R$ 1.000 a R$ 2.000). Mais da metade dessa taxa é repassada ao departamento de transportes da cidade, que teoricamente está “perdendo território”, já que uma vaga de carro é removida e eles precisam de recursos financeiros para rearranjar a logística. Com a taxa paga, o dono do estabelecimento comercial tem carta branca para construir seu Parklet, cujo valor costuma variar entre U$2.000 a U$ 6.000 (R$ 4.000 a R$ 12.000). Esse valor é pago a uma empresa de design, como a Rebar, para o projeto e execução do Parklet.

Outra estrutura que passou a ser regulamentada pelo Pavements to Park são as Plazas, pedaços de rua onde já circularam carros e hoje possuem mesas e bancos para pessoas. Aliás, um dos projetos do Pavements do Park é justamente mapear regiões de São Francisco com potencial para receber Parklets ou Plazas, mas carentes de estabelecimentos comerciais para financiá-los, e tentar estabelecer outros tipos de parcerias para que sejam construídos. As próximas inscrições para a construção de Parklets abrirão no primeiro semestre de 2013 e, segundo Cheng, já há mais de 100 pessoas na lista de espera. “Muito provavelmente nós vamos aprovar todos eles”, diz Cheng. Enquanto o período de inscrições não chega, os donos de estabelecimentos que querem um Parklet podem esperar sentados. Sentados em um dos Parklets que já existem na cidade.

fonte: http://cidadesparapessoas.com/2012/10/20/parklets-tomando-espaco-dos-carros-para-as-pessoas/ em 20/10/2012 às 8:00 e novamente em 29 out 2013 às 08:00 a.m.