CAMINHOS DO REI

FOTOS DE LUGARES QUE PASSEI.

PARQUE NACIONAL CHAPADA DOS VEADEIROS
ALTO PARAÍSO – GOIÁS – BRASIL- FEV/2012

Fabíola Pecce

publicado originalmente em 14 ago 2012 às 01:27 a.m.

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Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes.

A VIAGEM DO LIXO

Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes. Ao serem levados pelas águas, desaparecem de vista, mas permanecem no ambiente por um longo tempo, contaminando a fauna e flora. ora veja no infográfico.

Fonte: Planeta Sustentável

plastico no mar

plastico e tartarugas

fonte da foto da tartaruga pequena: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=550968598258936&set=a.480103312012132.106348.218580984831034&type=1&theater

FONTE DA FOTO DA TARTARUGA grande: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=477186835684097&set=a.248046831931433.57963.126470790755705&type=1&relevant_count=1

post originalmente publicado em 19 fevereiro 2013
republicad com alterações em 18 de abril de 2013 às 13:14 p.m. e 31 ago 2014 às 8h a.m. PORTO ALEGRE – RS – BRASIL

Carolina Alzaga pega as correias descartadas das bicicletas e as transforma em grandes lustres.

lustre de correias

Se andar de bike já é um ato bacana, quiçá reciclar a corrente das bikes descartadas. É isso que a Carolina Alzaga faz, e com maestria, afinal ela as transforma em grandes lustres. Assista o vídeo, veja como são feitos e entenda a filosofia da artista

Chain Reaction

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=502715203113160&set=a.171955669522450.49831.114073091977375&type=1&theater publicado originalmente neste blog em 11 fev 2013 às 16:13 e novamente em 30 jan 2014 às 8a.m.

1 hora sem energia elétrica. dia 23 de março às 20:30 horas, topas?

earth hour 60
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR AUSTRALIANO

O mundo está utilizando além de suas capacidades de provimento. A Hora do Planeta surgiu da esperança que isso possa mudar.

Assista o vídeo que engaja as pessoas em iniciativas que vão além de ficar uma hora sem o uso de energia elétrica previsto nas versões anteriores:11

ENGLISH EARTH HOUR 60 2013
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM UNITED KINGDON
EARTH HOUR iNDIA 2013
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR INDIANO

Ou acompanhe os perfis de cada um desses países no Facebook para receber informações e conhecer os desafios que serão lançados.
→ Filtre por EARTH HOUR 60+ e encontre os vários países representados.

EARTH OUR CANADÁ
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM CANADÁ
earth hour sri lanka
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM SRI LANKA
earth hour from croatia 2013
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM CROATIA

iniciativa wwf

para conhecer a iniciativa completa veja o site:
A hora do planeta

Leia Mais:
23 de Março 2013 – plantio de um milhão de árvores em um dia

publicado em 26 fev 2013 às 8:00 a.m.

Parklets: tomando espaço dos carros para as pessoas

“Todo mundo estava surtando com a crise do nosso país, mas eu fiquei bem animado”. O entusiasmo é do arquiteto Jonh Bela, um dos sócios da empresa de design urbano Rebar, em São Francisco, Estados Unidos. Bela refere-se à crise do mercado imobiliário que abalou a economia dos Estados Unidos em 2008. “As pessoas se preocupavam com a recessão econômica, mas eu particularmente acho que é na escassez de recursos que temos mais espaço para inovação”, diz Bela, tentando explicar seu raciocínio. Talvez seja uma forma um tanto simplista de encarar as coisas. Mas fato é que foi justamente no auge da crise que um dos principais projetos da Rebar, o Parking Day, ganhou mais força e espaço na cidade de São Francisco.

Iniciado em 2005, o Parking Day nasceu como uma ocupação artística das vagas públicas de carros em São Francisco. Durante algumas horas, um tapete de grama sintética amaciava o chão para receber cadeiras, mesas e plantas, convidando as pessoas a permanecerem naquele espaço que, usualmente, era ocupado por carros. Essa ideia inspirou diversas cidades pelo mundo – no Brasil, recebeu o nome de Vaga Viva. “Quando ocupamos uma vaga pública de carros pela primeira vez em São Francisco, tínhamos certeza de que acabaríamos em cana”, conta Bela, às gargalhadas. Mas em vez de serem procurados pela polícia, os sócios da Rebar receberam uma ligação de Andreas Powell, que trabalhava na prefeitura de São Francisco. “Isso que vocês estão fazendo é genial, que tal pensarmos em estruturas permanentes?”, disse Powell, ao telefone. Um pouco incrédulo, mas animado, Bela topou encontrar Powell para pensarem, juntos, em um projeto.

“Eu não conheço ninguém mais obstinado do que o Andreas Powell”, diz a arquiteta Kay Cheng. “Ele estava tão engajado em transformar o Parking Day em algo permanente que iniciou uma verdadeira Epopéia dentro da prefeitura”, conta Cheng, cujo emprego é fruto dessa Epopéia. Powell passou dois anos convencendo os departamentos de trânsito, de espaços públicos e de bombeiros da prefeitura de que ter estruturas fixas para as pessoas, em vez de vagas de carros, seria bom para a cidade. Em 2008 conseguiu a aprovação da criação de um departamento público chamado Pavements to Park, onde Cheng trabalha, que tem como objetivo regulamentar os espaços públicos da cidade que antes eram usados pelos carros e agora passariam a ser áreas de lazer e permanência para as pessoas. E os Parklets foram o primeiro tipo de estrutura criada dentro dessas características.

(ilustração: Juliana Russo)

Na prática, um Parklet é uma extensão da calçada, geralmente em frente a um restaurante, galeria de arte, bar ou café, com mesas e cadeiras. Só que, tecnicamente, o Parklet é um espaço público: ninguém é obrigado a consumir nada para ocupá-lo e todas as regras dos espaços públicos, como a proibição de ingerir bebidas alcóolicas, estão valendo. O primeiro Parklet de São Francisco foi criado em frente ao Mojo Café, na avenida Divisadero, perto do centro da cidade. “No começo as pessoas pareciam não aprovar tanto a ideia, alguns ficavam bravos porque achavam que tinham perdido uma vaga de estacionamento”, conta Cheng. “Mas com o tempo outros estabelecimentos comerciais começaram a ver que todo mundo saía ganhando com os Parklets e queriam, também, construir os seus”, completa a arquiteta.

Cheng faz parte da comissão que avalia os projetos de construção de Parklets. Duas vezes por ano, o Pavements do Parks abre inscrições para emitir autorizações de Parklets. Com a aprovação da prefeitura, o requerente precisa pagar uma taxa que varia de U$ 500 a U$ 1.000 dólares (de R$ 1.000 a R$ 2.000). Mais da metade dessa taxa é repassada ao departamento de transportes da cidade, que teoricamente está “perdendo território”, já que uma vaga de carro é removida e eles precisam de recursos financeiros para rearranjar a logística. Com a taxa paga, o dono do estabelecimento comercial tem carta branca para construir seu Parklet, cujo valor costuma variar entre U$2.000 a U$ 6.000 (R$ 4.000 a R$ 12.000). Esse valor é pago a uma empresa de design, como a Rebar, para o projeto e execução do Parklet.

Outra estrutura que passou a ser regulamentada pelo Pavements to Park são as Plazas, pedaços de rua onde já circularam carros e hoje possuem mesas e bancos para pessoas. Aliás, um dos projetos do Pavements do Park é justamente mapear regiões de São Francisco com potencial para receber Parklets ou Plazas, mas carentes de estabelecimentos comerciais para financiá-los, e tentar estabelecer outros tipos de parcerias para que sejam construídos. As próximas inscrições para a construção de Parklets abrirão no primeiro semestre de 2013 e, segundo Cheng, já há mais de 100 pessoas na lista de espera. “Muito provavelmente nós vamos aprovar todos eles”, diz Cheng. Enquanto o período de inscrições não chega, os donos de estabelecimentos que querem um Parklet podem esperar sentados. Sentados em um dos Parklets que já existem na cidade.

fonte: http://cidadesparapessoas.com/2012/10/20/parklets-tomando-espaco-dos-carros-para-as-pessoas/ em 20/10/2012 às 8:00 e novamente em 29 out 2013 às 08:00 a.m.

Que tal se hospedar de graça por todo o mundo trabalhando com a natureza?

Que tal se hospedar de graça por todo o mundo, ter três refeições por dia, aprender mais sobre cultivos orgânicos, em troca de trabalhar meio período em contato com a natureza? A proposta é do site World Wide Opportunities on Organic Farms (WWOOF), em português, Rede Mundial de Oportunidades em Fazendas Orgânicas.

É uma forma incrível de conhecer o mundo, partilhar experiências, participar realmente na rotina do lugar e, claro, viajar a baixo custo. Com o seu meio período de trabalho, você está ajudando o dono da fazenda e está aprendendo, conhecendo a forma de produção de alimentos orgânicos e praticando uma variante de turismo sustentável. Num tempo em que muitas pessoas estão frustradas em suas carreiras, vivendo na loucura de grandes cidades, essa pode ser uma alternativa para quem busca um tempo para refletir e se desconectar um pouco da correria dos nossos dias.

O projeto nasceu bem antes da Internet, na década de 70, mas tem conhecido uma grande expansão, sendo hoje uma rede internacional com mais de 50 países envolvidos e milhares de propriedades inscritas para receber voluntários. O processo é bem simples – você se inscreve no site, pagando uma anuidade, e escolhe a fazenda que mais se adequa às suas capacidades. Depois é só entrar em contato com os proprietários e seguir viagem.

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eco turismo

Dia do Turismo Ecológico (1º de março) reforçou
iniciativas empreendedoras no setor

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O serviço de reservas on-line de hospedagem conta apenas com hotéis e pousadas sustentáveis
Foto: Reprodução BWHotels

Planejar as férias pode ser um dos momentos mais prazerosos e esperados do ano. Porém, as delícias de uma viagem de lazer podem ofuscar os impactos causados ao meio ambiente e às comunidades visitadas. Pensando nisso, algumas iniciativas estão ajudando os turistas a terem mais acesso a informação e serviços voltados ao turismo sustentável.

De acordo com o World Travel & Tourism Council (WTTC), o ecoturismo, cujo dia é celebrado nesta sexta-feira, 1º de março, já representa uma parcela de 15 a 20% do setor turístico. Este, por sua vez, já é responsável por quase 10% de todo o PIB mundial e movimentou mais de US$ 2 trilhões em todo o mundo em 2012.

Tanto investimento já chama a atenção de empreendedores do setor. É o caso de um grupo de empresários brasilienses que criou um sistema de reservas on-line de hotéis sustentáveis, o Better World Hotels.

Após quase 20 anos de trabalho no ramo hoteleiro, Rogério Brasolin Dias, diretor operacional do projeto, percebeu que não existia nenhuma agência de viagens on-line especializada em sustentabilidade no país. “Decidimos criar o Portal de Reservas On-line da Better World Hotels como uma alternativa para alavancar o fortalecimento sustentável tanto de destinos turísticos quanto de meios de hospedagem, agências de viagens e turismo”.

30% dos turistas estrangeiros e 15% dos brasileiros procuram hospedagens sustentáveis

Através do site, é possível reservar hotéis, pousadas e similares que realizem ações sustentáveis e possuam certificados como a ISO 14001, Green Globe, Guia 4 Rodas, Associação Roteiros de Charme e Bem Receber. Segundo Dias, a BWHotels funciona da mesma forma que outras agências tradicionais, como a booking.com, decolar.com e expedia.com.

“O nosso diferencial é que todos os clientes são pessoas engajadas e empresas com gestão de sustentabilidade, além disso, toda visita em nosso site é quantificada e é feito o plantio de árvores em áreas degradadas, e 3% do valor de todas as reservas feitas pelo nosso site são revertidos para ONGs ambientais, culturais e socioeconômicas”, afirma.

O forte potencial do setor também atraiu empreendedores de Recife, capital pernambucana, que decidiram criar um site composto por notícias, dicas, guias e outra série de conteúdos sobre turismo sustentável.

Segundo Luiz Roberto de Oliveira, cofundador e diretor de comunicação e sustentabilidade do Ecopassaporte, o site ainda oferece aos leitores um aplicativo que ajuda a calcular as emissões de CO2 das viagens, além de criar o “Imposto Voluntário por um Mundo Melhor”, programa interno que repassa 5% do faturamento líquido anual da empresa a ONGs ambientais, culturais, e/ou sociais.

O grupo também está desenvolvendo um sistema de certificação voltado para empresas do trade turístico de sustentabilidade, responsabilidade social e acessibilidade. “Será o Selo Ecopassaporte – Turismo Sustentável”, projeta Oliveira.

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Além das belezas naturais, o portal destaca a importância dos impactos econômicos e sociais da viagem
Foto: Reprodução Ecopassaporte

Já a empresa baiana DAVENTURA se dedica a transformar o contato com a natureza em experiências inesquecíveis. Além de viagens, passeios e roteiros em contato com a cultura e a natureza do local, a empresa também organiza consultorias em turismo e sustentabilidade para destinos e empreendedores do ramo, cursos e eventos esportivos para quem quer praticar atividades de aventura e treinamentos corporativos ao ar livre.

“A missão da empresa é contribuir para o desenvolvimento da qualidade de vida do ser humano e para tanto, entendemos que as atividades em contato com a natureza proporcionam esta qualidade tão desejada”, afirma Carol Chagas, uma das sócias da empresa.

Potencial

Segundo Dias, apesar de demandar um investimento inicial até 40% maior, uma pousada sustentável chega a ter uma taxa média de ocupação de 90%, enquanto os alojamentos tradicionais se mantêm em 65%. Além disso, ele destaca que os custos de manutenção são até 30% menores. “Em resumo, significa taxa de ocupação maior, diária média maior, custo menor e longevidade e saúde financeira melhor. É um excelente negócio”, defende.

Para o diretor da BWHotels, o que hoje é um diferencial, nas próximas décadas será vital. “Quem não estiver adaptado estará completamente fora do mercado”, aponta. Ele informa que hoje, 30% dos turistas estrangeiros procuram hospedagens sustentáveis, e o índice no Brasil já ultrapassa os 15%.

Contudo, apesar das vantagens, os especialistas defendem que o desenvolvimento da área deve ser feito com atenção. “Essa exploração deve ser cuidadosamente planejada e monitorada para garantir a sua sustentabilidade e deve, inclusive, contemplar o envolvimento das comunidades locais”, reforça Oliveira.

Com a aproximação de grandes eventos internacionais, como Copa do Mundo e Olimpíadas, Dias se mostra preocupado. “Se não passarmos uma visão competente de nossa infraestrutura e exemplo de iniciativas sustentáveis, os turistas não retornarão. Hoje o boom hoteleiro aquecido pode gerar uma catástrofe imobiliária pra frente e, por isso, nada mais justo e competente do que uma gestão de sustentabilidade”, aponta.

Para Tiago Mendes, sócio-consultor da DAVENTURA, os empreendedores devem aproveitar o momento oferecendo qualidade, segurança e, especialmente, produtos inovadores que privilegiam a experiência do turista. “Atualmente, há uma demanda latente por mais empreendedores que ofereçam operação de ecoturismo de qualidade em reservas naturais, comunidades organizadas, observação da vida silvestre, entre tantas outras oportunidades de novos negócios”, aponta.

Mas a responsabilidade não deve ficar apenas nas mãos dos que trabalham na área. Para Dias, os hóspedes podem e devem conhecer e questionar as ações desenvolvidas pelos meios de hospedagens. “Assim estarão contribuindo diretamente e indiretamente para toda a cadeia produtiva que envolve o desenvolvimento do turismo sustentável no Brasil”, conclui.

fonte:  http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2013/marco/dia-do-turismo-ecologico-reforca-iniciativas?tag=turismo-sustentavel
em 27 mar 2013 às 23:50h. Porto alegre – RS – Brasil

 

Telhados verdes podem ajudar muito na economia de energia segundo estudos da UCLA

UCLA telhados verdes

Segundo os estudos da UCLA estudo mostra que a instalação de telhados verdes na Califórnia poderia economizar mais de 211 milhões dólares de dólares em energia e reduzir as emissões equivalentes a retirar 91.000 carros das ruas por ano. Informação Ecotelhado Colombia

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=581933458501506&set=a.240512829310239.72127.218406721520850&type=1&theater em 15 fev 2013 às 10:54 hs a.m.

Identifique alternativas de deslocamento para driblar o aumento da gasolina

409743_3021256188766_365074385_nNa última quarta-feira (30 janeiro 2013), o Governo Federal anunciou um aumento de 6,6% no litro da gasolina. Para o diesel, o reajuste de 2013 foi menor, chegando a 5,4%. Já que os preços da gasolina estão lá em cima, que tal encarar a situação pelo lado positivo? Agora, não há mais desculpas para que você deixe o carro na garagem e aumente sua qualidade de vida.

Veja abaixo cinco dicas para driblar o aumento da gasolina:

Carona solidária
carona solidária
Esta é uma das melhores opções para as pessoas que não abrem mão de usar seus carros: a carona solidária é uma forma de compartilhar aqueles veículos que, muitas vezes, levam apenas o motorista e mais um passageiro.

Reunindo os colegas de trabalho, da universidade, ou ainda, dando carona para os amigos do seu filho até a escola, você estará contribuindo não só com o meio ambiente, mas também com o trânsito e com o bolso, uma vez que todos os passageiros podem dividir a gasolina que entrará no tanque. Além disso, a carona solidária é uma excelente forma de socialização.

Bicicleta
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A bike é o meio de transporte mais eficiente para quem não quer gastar com combustível e ainda estabelecer uma relação mais íntima com o lugar em que vive. “Quem pedala, vê, sente o cheiro, o clima, as sensações da rua”, diz Cadu Ronca, idealizador da ONG Aro Meia Zero. Além disso, andar de bike é um exercício individual que a traz inúmeros benefícios ao corpo, desde a primeira pedalada.

Se você ainda não tem a sua bicicleta, esta pode ser a época perfeita para adquirir uma: comparando os gastos – não apenas de gasolina, como também de estacionamentos e outras despesas – você chegará à conclusão de que é muito mais saudável e vantajoso se deslocar de bicicleta pelas grandes cidades.

Ir a pé
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Quem tem a sorte de trabalhar a poucos quilômetros de casa pode aproveitar a oportunidade para fazer uma atividade física na ida e na volta do escritório. Caminhar até o trabalho melhora o humor e ativa os hormônios responsáveis por espantar o nosso sono.

No entanto, se você mora longe ou tem medo de chegar suado ao trabalho, aproveite para praticar a atividade física na hora de frequentar os lugares em que você normalmente iria de carro. Deixe a preguiça de lado e aposte nas pernas para percorrer curtas distâncias – como ir até o mercado ou ao banco, por exemplo.

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Fabíola Pecce no ônibus em direção ao local de onde transmite o programa de sustentabilidade na rádio

Transporte coletivo 
Embora as opções de transporte público sejam ruins na maioria das cidades brasileiras, é preferível andar de ônibus, trem ou metrô do que tirar o carro da garagem, principalmente em horários alternativos. Isso porque existem determinadas rotas e certos períodos do dia em que os meios de transporte público não estão abarrotados de gente.

Aproveite que a maioria das estações e pontos de ônibus está localizada em lugares estratégicos da cidade, onde geralmente são registrados muitos congestionamentos e o preço dos estacionamentos é maior.

Dividir um táxi com os amigos para voltar pra casa taxi2Dividir um táxi é a melhor saída na hora de voltar para casa, principalmente depois de curtir a noite com os amigos. Assim, você pode sair despreocupado e até beber algumas cervejinhas, desde que o faça com moderação. Mesmo sendo a mais cara das opções, é mais seguro dividir o táxi do que voltar para casa de carro no final da noite.

Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo
fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/aprenda-a-ser-sustentavel-para-driblar-o-aumento-da-gasolina em 01/02/2013 às 13:37 hs

4 tipos de gordura

Gordura boa e gordura ruim…

 4 TIPODE GORDURA
Primeiramente, o que são gorduras boas e ruins ? Todos os ácidos graxos (gorduras) possuem uma cadeia linear de hidrocarbonetos em um grupo terminal de acido carboxílico (-COOH). Quase todos possuem um numero semelhante de átomos de carbono e entre 14 a 22 átomos de carbono de comprimento; aqueles que possuem de 16 a 18 átomos são os mais abundantes. Estes podem ser saturados ou insaturados (gorduras ruins ou boas, respectivamente).Apesar de estarem pensando que este é um assunto para os bioquímicos, precisamos deixar claro algumas questões teóricas para que o leitor possa ter um melhor entendimento do assunto que será abordado mais adiante.
Os ácidos graxos que contem pelo menos uma ligação dupla ao longo de sua cadeia de carbono principal são classificados como insaturados . Se houver apenas uma ligação dupla ao longo da cadeia de carbono, então o acido graxo é considerado monoinsaturado (por exemplo, acido oléico)
Se houver mais de uma ligação dupla o acido graxo é denominado poliinsaturado, como os óleos de milho, soja e girassol . As gorduras insaturadas tendem a ser liquidas em temperatura ambiente.
Uma molécula é classificada como saturada quando contem (quimicamente) o máximo possível de átomos de hidrogênio e contem átomos de carbonos unidos somente por ligações covalentes simples (por exemplo, acido palmítico), estas normalmente são semi-sόlidas.
Apesar de a maioria das fontes dietéticas ricas em lipídios saturados serem animais (carnes, gema de ovo e laticínios), também existem as de origem vegetal como o óleo de coco, o óleo de palmeira e a famosa e muito utilizada margarina (gordura vegetal hidrogenada). Isso mesmo, a margarina, esse produto muito popular na mesa do brasileiro e tido com um produto saudável, na verdade não é tão saudável assim ! Como já descrevemos acima uma das diferenças entre a gordura ruim e a boa (saturada e insaturada) é justamente a quantidade de átomos de hidrogênio existentes nas mesmas. A gordura é ruim (saturada) quando possui o maximo de átomos de hidrogênio incorporados a molécula . Até aqui tudo bem, mas agora vem a parte triste. A margarina originalmente é constituída por gorduras insaturadas (boas), porem para que tenham um tempo maior de conservação e principalmente para que adquiram uma consistência mais sólida ou pastosa, uma vez que as gorduras insaturadas em temperatura ambiente são liquidas (como já foi citado), os espertalhões incorporam hidrogênio ao produto (daí o nome, gordura vegetal hidrogenada) . Ou seja, uma gordura que era insaturada, passa a ser saturada !!! Ou os fabricantes são muito burros, o que eu duvido, ou estão nos fazendo de palhaços, o que é mais provável !!! Resumindo, se você utiliza margarina achando que é o melhor para sua saúde, esta na hora de rever seus conceitos !
Outra questão que gera alguns equívocos esta relacionado ao azeite de oliva . Este é um óleo extremamente saudável por conter na maior parte de sua composição, gorduras monoinsaturadas . Agora fica a questão, por ser um óleo muito utilizado na culinária, pode-se aquecer o mesmo ou isso viria a prejudicar sua qualidade ? Como já foi dito, por ser um óleo muito utilizado na culinária seria um pecado não poder aquecê-lo, como preparar então pratos quentes ? A bem da verdade os óleos de uma forma geral, e não só o azeite, tem algumas restrições quanto ao aquecimento, porem essas estão relacionadas a temperaturas altas e ao tempo que permanecem nessas temperaturas. Quando esses são aquecidos a temperaturas muito altas diminuem sua vida útil e perdem suas propriedades . O processo de aquecimento do azeite em altas temperaturas leva a formação de substâncias com reconhecida atividade tóxica, como a acroleina, que pode ser aterogênica (favorece a aterosclerose) e ate carcinogênica (favorece o câncer). O processo de degradação do azeite inicia-se quando esse se mantêm no aquecimento por muito tempo e principalmente quando atinge uma temperatura elevada ou ponto de fumaça, como é chamado. O ponto de fumaça varia de acordo com cada óleo, quanto mais alto o ponto de fumaça mais indicado é o óleo para preparações que exigem elevadas temperaturas. Assim, o melhor para essas preparações é o óleo de soja, que possui ponto de fumaça de 240º C, seguido do óleo de canola, milho, girassol e azeite de oliva que possuem ponto de fumaça de 233º C, 215º C, 183º C e 175º C respectivamente. Ou seja, o ponto de fumaça é a temperatura máxima que o óleo agüenta até começar a se degradar e liberar a acroleína . Como puderam observar, o ponto de fumaça do azeite de oliva é 175º C, portanto os prejuízos a saúde e a integridade do produto acontecem em temperaturas próximas a 175º C., utilizar o azeite em temperaturas mais baixas apenas para aquecer um alimento que já contenha esse óleo ou acrescentá-lo a pratos que já estejam quentes porem abaixo dessa temperatura, não haveria problema algum .
Infelizmente ainda existem muitos pseudo-profissionais que insistem em querer elucidar certas questões que estão acima de sua compreensão . Já ouvi por diversas vezes de alguns profissionais a seguinte suposição: que não devemos aquecer o azeite, pois, por se tratar de gorduras insaturadas ao aquecê-las elas se transformariam em saturadas !!?? “Pelo menos posso me conformar com o fato de que é melhor ouvir isso do que ser surdo.” Conforme já citado acima, as gorduras saturadas e insaturadas se diferem em sua ESTRUTURA QUÍMICA (Estrutura química refere-se a geometria molecular. A geometria molecular refere-se ao arranjo espacial dos átomos em uma molécula e as ligações químicas que mantém os átomos juntos) e essa não se altera ao elevarmos, simplesmente, a temperatura. Quando se supõe que um óleo insaturado transforma-se em saturado, supõe-se também que sua estrutura química foi alterada e isso, definitivamente, não ocorre apenas elevando sua temperatura.
fonte: http://www.ecologiamedica.net/2012/06/gordura-boa-e-gordura-ruim.html em 05/12/2012 que teve como fonte: http://ligadasaude.blogspot.com.br/2012/05/gordura-boa-e-gordura-ruim.htm