Por que é tão difícil despoluir a Lagoa Rodrigo de Freitas no RJ?

“Daqui a seis meses eu e você estaremos nadando na Lagoa” – a promessa é do bilionário Eike Batista, que está em 2013 estava gastando uma boa grana pra tentar despoluir a Lagoa. De 2008 até esta matéria, já foram investidos 15 milhões de reais no programa de despoluição. Essa quantia foi destinada para acabar com as ligações clandestinas de esgoto que caem das galerias pluviais.

Mas apesar de tanto esforço para tentar recuperar um dos pontos turísticos mais famosos da cidade, os desafios são grandes. E a razão é simples. As características geográficas do local tornam a lagoa um depósito de matéria orgânica e sedimentos trazidos pelos rios ou por ação da chuva nos morros. Sem contar os anos que não houveram nenhuma fiscalização do despejo de esgotos na Lagoa.

Para entender melhor sobre esses desafios, veja o infográfico abaixo:

 

publicado em 28 out 2012 às 08:00 e 31 out 2013 Às 08:00
Reposted 25/04/2016 – 15:05 – Bom Fim.

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Setor de lixo pode reduzir até 57 milhões de tonelada de CO2

Pesquisa mostra que o setor de resíduos sólidos é um dos segmentos que mais pode contribuir para a queda global de emissões de gases do efeito estufa

Lixão no litoral norte de São Paulo: investimentos para reduzir as emissões renderia ao Brasil uma economia de US$ 1,71 bilhão até 2030

Pesquisa realizada pela Associação Real Holandesa de Resíduos Sólidos (NVRD), em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), apontou que o setor de resíduos sólidos é um dos segmentos que mais pode contribuir para a queda global de emissões de gases do efeito estufa. No Brasil, a redução pode chegar a 57 milhões de toneladas de CO2.

Para tanto, de acordo com o estudo, é preciso que o governo intensifique as ações de reciclagem nos aterros sanitários do país, além de associá-las à implantação de tecnologias que visem à geração de energia a partir do lixo. O investimento renderia ao Brasil uma economia de US$ 1,71 bilhão até 2030.

Apesar de ainda estarem muito abaixo das expectativas dos especialistas, as iniciativas nacionais no setor do lixo já contribuíram para uma redução de 16 milhões de toneladas de CO2 emitidas na atmosfera, entre 1999 e 2007.

Na Europa, a redução foi de 37 milhões de toneladas, enquanto na Holanda, mais especificamente, o incentivo nas práticas de reciclagem contribuíram para a diminuição de 2 milhões de toneladas de CO2 por ano.

publicado originalmente em 10 ago 2012 às 7:18 e novamente em 17/12/2013 às 08:00 a.m. Footprint – Bom fim às 03:13 a.m. e novamente em 26/03/2014 às 08:00 leamet project 1

Carolina Alzaga pega as correias descartadas das bicicletas e as transforma em grandes lustres.

lustre de correias

Se andar de bike já é um ato bacana, quiçá reciclar a corrente das bikes descartadas. É isso que a Carolina Alzaga faz, e com maestria, afinal ela as transforma em grandes lustres. Assista o vídeo, veja como são feitos e entenda a filosofia da artista

Chain Reaction

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=502715203113160&set=a.171955669522450.49831.114073091977375&type=1&theater publicado originalmente neste blog em 11 fev 2013 às 16:13 e novamente em 30 jan 2014 às 8a.m.

1 hora sem energia elétrica. dia 23 de março às 20:30 horas, topas?

earth hour 60
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR AUSTRALIANO

O mundo está utilizando além de suas capacidades de provimento. A Hora do Planeta surgiu da esperança que isso possa mudar.

Assista o vídeo que engaja as pessoas em iniciativas que vão além de ficar uma hora sem o uso de energia elétrica previsto nas versões anteriores:11

ENGLISH EARTH HOUR 60 2013
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM UNITED KINGDON
EARTH HOUR iNDIA 2013
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR INDIANO

Ou acompanhe os perfis de cada um desses países no Facebook para receber informações e conhecer os desafios que serão lançados.
→ Filtre por EARTH HOUR 60+ e encontre os vários países representados.

EARTH OUR CANADÁ
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM CANADÁ
earth hour sri lanka
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM SRI LANKA
earth hour from croatia 2013
Foto extraída do perfil do facebook do EARTH HOUR FROM CROATIA

iniciativa wwf

para conhecer a iniciativa completa veja o site:
A hora do planeta

Leia Mais:
23 de Março 2013 – plantio de um milhão de árvores em um dia

publicado em 26 fev 2013 às 8:00 a.m.

Sustentabilidade se aprende na escola

Quando o conceito de sustentabilidade é presente nas escolas de forma efetiva, os adolescente e adultos provenientes desta educação agem de forma mais engajada nas questões ambientais. A educação é um dos principais vetores de conscientização social, e a escola, um ambiente fundamental para ser palco desse novo pensar e agir, revendo padrões de produção e consumo. Algumas instituições de ensino já incluem no projeto pedagógico essas lições sobre o desenvolvimento sustentável, como o exemplo da Green School, em Bali.

Aqui no Brasil já temos alguns bons exemplos de escolas integrando atitudes responsáveis ao seu espaço, como o projeto EP+20+5, da Escola Parque, no Rio. Ela criou o GAEP (Grupo Ambiental da Escola Parque) e dele nasceu o projeto, que é um plano colaborativo de metas pela sustentabilidade, produzido pelos próprios alunos e organizado por professores. A ideia é pensar em soluções para tornar a escola mais sustentável num prazo de cinco anos. O projeto, organizado em temas, abrange Transporte e Mobilidade, Alimentação, Energia, Água, Resíduos e Materiais e Biodiversidade.

Alunos da Educação Infantil em aula de cultivo e contato com a terra/EP+20+5 /
Foto: EP/Divulgação

O colégio estadual Erich Walter Heine foi no país uma das primeira escola construída segundo preceitos de equilíbrio com o meio ambiente. Situada no Rio de Janeiro, a escola, inaugurada em maio de 2011, teve seu projeto arquitetônico desenvolvido numa parceria público-privada, aproveitando as características naturais do local.

Priorizando a iluminação natural, o reaproveitamento das águas captadas das chuvas e a implantação de um telhado verde, que ajuda na climatização dos ambientes, o colégio conquistou o selo Leed (Leadership in Energy and Envorimental Design), sendo uma das 120 escolas reconhecidas pelo Green Building Council, entidade regulamentadora da certificação.

C E. Erich Walter Heine, em Santa Cruz / Foto: divulgação

Há poucos mais de uma semana, foi inaugurada em São Paulo a escola estadual Ilha da Juventude, que conquistou o certificado AQUA (Alta Qualidade Ambiental) através da Fundação Vanzolini, gerida pela USP. O certificado é concedido a projetos arquitetônicos que seguem padrões sustentáveis desde a concepção da obra até a utilização do prédio. O modelo deverá ser aproveitado para a construção de mais três projetos, já em fase de execução.

Pensar na questão do equilíbrio com o meio ambiente, fazendo da escola um ambiente gerador de novas possibilidades, incentiva o movimento de transformar primeiro a si mesmo e depois a realidade onde se vive. Confira o infográfico abaixo, preparado pelo site Nova Escola, da Editora Abril, que sugere e explica atitudes a serem implementadas em escolas que busquem um ambiente mais responsável:

http://revistaescola.abril.com.br/swf/animacoes/exibi-animacao.shtml?escola-verde-02.swf

Artigo escrito por Amanda Scarparo

fonte: http://www.respostassustentaveis.com.br/educacao/sustentabilidade-se-aprende-na-escola/

Publicado em: ago 13, 2012 @ 7:12

Imagem

Construção que não usa tijolo surpreende pela inovação

 

publicado originalmente 25 dez 2012 e novamente dia 08 dez 2013 às 8 a.m. – Bom Fim Footprint

Presidente do Uruguai

JOSÉ MUJICA – Actual Presidente del Uruguay

Mujica:
“Yo no soy pobre, pobres son los que creen que yo soy pobre.Tengo pocas cosas, es cierto, las mínimas, pero sólo para poder ser rico”.
“Quiero tener tiempo para dedicarlo a las cosas que me motivan. Y si tuviera muchas cosas tendría que ocuparme de atenderlas y no podría hacer lo que realmente me gusta. Esa es la verdadera libertad, la austeridad, el consumir poco. La casa pequeña, para poder dedicar el tiempo a lo que verdaderamente disfruto. Si no, tendría que tener una empleada y ya tendría una interventora dentro de la casa. Y si tengo muchas cosas me tengo que dedicar a cuidarlas para que no me las lleven. No, con tres piecitas me alcanza. Les pasamos la escoba entre la vieja y yo; y ya, se acabó. Entonces sí tenemos tiempo para lo que realmente nos entusiasma. No somos pobres.”

primeiramente publicado em 26 dez 2012 e novamente em 07 dez 2013 às 3:15 a.m. – Bom Fim Footprint

Combustível infinito

19 set 2013 20:15 e 08 set 2013 08:00 e 17 nov 2013 08:00

Feito ’sob medida’, barco tira lixo do fundo da Represa de Guarapiranga/SP

Todos os dias, pelo menos um caminhão de lixo é retirado da represa Guarapiranga, na Zona Sul de São Paulo. De sofá a garrafas pet, o entulho polui e emperra na barragem, onde a água é captada e enviada para a estação de tratamento do Alto da Boa Vista, antes de ser distribuída para 3,8 milhões de moradores da capital. Parte desse lixo não pode ser retirado manualmente – como é feita a limpeza diária desde o ano passado. Ele desce ao fundo da represa e fica lá por meses, anos, décadas.

Para fazer essa limpeza, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) precisava de um equipamento específico, com um guindaste e um braço longo. Há seis meses, encomendaram a pesquisadores da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) um barco exatamente assim, e, há duas semanas, a embarcação começou o trabalho pesado: limpar as profundezas da represa.

O barco alcança até cinco metros de profundidade e trabalha das 7h às 17h nos dias úteis. Junto com ele, outro semelhante foi desenvolvido para retirar plantas que ficam na superfície da represa, as macrófitas.

“O maior problema é o lixo que chega pelos córregos. Para isso temos 11 ecobarreiras [estruturas com boias e telas metálicas submersas] na foz dos córregos que retém o lixo jogado na rua ou nos cursos-d’água. Esse barco vai retirar um material mais antigo, plástico, sofás, microondas, coisas que estão a três, quatro metros de profundidade”, explicou o assessor da diretoria metropolitana da Sabesp, Hélio Figueiredo.

“Vejo muita sujeira”, conta o marinheiro e motorista do novo barco Dorival Machado. “Uma das primeiras vezes que viemos, pegamos uma mina antiga, um míssil. Já saiu móvel, carcaça de moto, um monte de coisas”, conta ele.

A represa teve as margens reflorestadas e é muito usada por velejadores e canoístas. A retirada das macrófitas costumava ser feita muitas vezes em parceria com os clubes esportivos nas margens. Segundo Hélio, os itens mais coletados são as garrafas pet.

O Programa Nossa Guarapiranga, iniciativa lançada pelo governo do Estado e pela Sabesp, investiu ao todo R$ 12,2 milhões. Segundo o diretor da Companhia de Saneamento, o resultado é visível. “As pessoas usam mais a represa e, no último ano, houve uma diminuição do nível de produto para tratamento da água.”

Museu de lixo – Há 12 anos, uma sala do Parque Guarapiranga, nas margens da represa, reúne objetos que um dia poluíram a represa. São 321 “obras” dos mais diversos tipos: móveis, garrafas, brinquedos e até a carcaça de um carro.

Marco Lucena, gestor do Parque, explica que a maioria dos objetos foi coletada numa campanha de limpeza que ocorreu entre 1999 e 2001, mas há coisas de 2007. Cada parte da sala representa o lixo de uma região da represa. Os arredores da Avenida Atlântica, por exemplo, são representados pelas garrafas de vidro – objeto mais presente nessa parte. Ao todo, 800 mil pessoas vivem no entorno da Guarapiranga.

“O objetivo é a conscientizar as crianças e sensibilizar os adultos de que, se continuar a jogar o lixo comprometerá a quantidade e a qualidade da água”, diz Lucena.
(Fonte: Giovana Sanchez/ G1)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/09/24/87583-feito-sob-medida-barco-tira-lixo-do-fundo-da-represa-de-guarapirangasp.html em 29 set 2013 às 20:24 p.m. e novamente em 16 nov 2013 às 08:00 a.m.

Nova York aposta em telhados brancos contra aquecimento global

by  on 17 DE AGOSTO DE 2012

Conhecida pela divulgação e promoção de ações de sustentabilidade, a Prefeitura de Nova York criou um programa pelo qual pretende pintar de branco, senão a totalidade, a maior quantidade possível de telhados da cidade.

O objetivo da medida é reduzir o consumo de energia dos moradores e, assim, o impacto que causam no meio ambiente.

Isso porque, com os telhados pintados de branco, a temperatura no interior de um edifício pode cair até 30%, diminuindo os gastos com ar-condicionado e, consequentemente, a emissão de gases do efeito estufa, o que, em última análise, ajuda a controlar os efeitos nocivos do aquecimento global.

O programa, chamado de ‘Cool Roofs’ (ou ‘Telhados Frios’, em tradução literal), faz parte de um conjunto de medidas tomadas por Nova York com o intuito a reduzir em 30% a emissão de gases causadores do efeito estufa até 2030.

Nova York

Segundo um estudo realizado pelo Centro de Pesquisa de Sistemas Climáticos da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, um telhado pintado na cor branca registrou, no dia mais quente deste ano, uma temperatura até seis graus menor do que a verificada em um tradicional, sem a tinta.

A explicação é simples e tem origem nas leis da física: enquanto os telhados pretos ou escuros absorvem a energia do sol quase completamente, os brancos refletem os raios solares, dispersando o calor.

Especialistas também indicam que a cobertura branca ajuda na conservação dos telhados das edificações.

Lançado há três anos, o programa já totaliza 260 mil metros quadrados de telhados pintados de branco.

‘Estamos trabalhando lentamente e não será possível pintar todos os telhados da cidade, ora pelo material, ora pelas condições de segurança necessárias para pintá-lo. Mas vamos fazer tudo o que pudermos’, disse à BBC Tori Edmiston, vice-diretor de Relações Exteriores Comunitárias do Conselho da Cidade de Nova York, a agência da Prefeitura responsável pelo programa.

Mobilização
Para concluir tal tarefa, a prefeitura conta com a ajuda de jovens voluntários, que atuam como pintores temporários. ‘Aqui em cima faz muito calor, mas o esforço vale a pena, porque conhecemos pessoas e ajudamos nossa comunidade com um projeto sustentável maravilhoso’, disse à BBC James Allison, da ONG Inroads, que seleciona voluntários para participar no programa.

Até agora, 3 mil pessoas já subiram no topo dos edifícios de Manhattan para pintá-los de branco. A segurança dos voluntários e a implementação do projeto ficam a cargo de Loreta Tapia, supervisora do programa.

‘Em primeiro lugar, aplicamos duas demãos de tinta látex, que, por ser muito densa, se contrai para depois se expandir. A cor, um branco brilhante, transforma completamente os telhados ‘fechados’ de Nova York, antes cinza, preto e prata’, disse ela à BBC.

Qualquer edifício pode participar do programa. A cidade também tem acordos com lojas de tinta, que fornecem o material necessário para o programa.

Apesar dos critérios de elegibilidade serem elásticos, os responsáveis pela iniciativa miram, principalmente, os arranha-céus, onde mais pessoas precisam economizar energia.

Por enquanto, os tetos mais pintados são os de universidades, bibliotecas e edifícios públicos, além de blocos de apartamentos de moradores de baixa renda.

A pintura, entretanto, não prescinde de um detalhado estudo de caso. Nele, calcula-se o consumo de energia do edifício, o valor da economia com a cobertura branca e uma averiguação minuciosa da estrutura do telhado.

No verão, a temperatura registrada nos telhados de Nova York pode superar facilmente 80 graus centíogrados.

Há dias, inclusive, que tal limite é ultrapassado. Termômetros já chegaram a marcar 87 graus Celsius no topo dos edifícios da cidade.

Ao lado do asfalto, os telhados são as estruturas que mais absorvem a energia solar, decorrência do fenômeno chamado ‘ilhas de calor’, típico das grandes cidades e responsável pela sensação de abafamento.

‘Ilhas de calor’
Nova York, por exemplo, sofre consideravelmente deste efeito, registrando uma temperatura média três graus acima do recomendado para uma cidade. Desde 2009, uma lei exige que todos os novos edifícios construídos na ‘Big Apple’ tenham seus telhados pintados de branco.

Pesquisas mostram que para cada 92 metros quadrados de tinta branca sobre as telhas, uma tonelada de dióxido de carbono deixa de ser jogada na atmosfera.

A atual temporada do programa começou em maio e se estende até outubro, quando os dias ensolarados começam a ceder lugar para o vento frio do começo do outono.

fonte: http://www.portalenergia.com.br/index.php/nova-york-aposta-em-telhados-brancos-contra-aquecimento-global/?goback=%2Egde_148258_member_148278647 em 21 ago 2012 às 7:10 e novamente em 15 nov 2013 às 08:00 a.m.