FANTÁSTICA INVENÇÃO QUE GERA 100 LITROS DE ÁGUA POR DIA – WARKA WATER

Os arquitetos italianos Arturo VittoriAndreas Voglerdo estúdio Architecture and Vision desenvolveram uma incrível torre de água feita a mão com materiais naturais.  O projeto foi apresentado pela primeira vez na Bienal de Arquitetura de Veneza, em 2012, e é voltado para populações rurais de países em desenvolvimento, onde a infra-estrutura para disponibilizar o acesso a água potável é quase impossível.

O projeto intitulado Warka Water foi projetado para recolher a umidade do ar por condensação e depositar assim, a água até um recipiente. É constituído por uma torre de 10m, que pode gerar cerca de 100 litros de água/dia. Sua estrutura é baseada principalmente em bambu e um revestimento de plástico reciclado .

A estrutura é composta por cinco módulos que podem ser instalados de baixo para cima por algumas pessoas, sem a necessidade de andaimes e pesa apenas 60 kg.

Essa Fantástica e simples invenção já está sendo utilizada inicialmente na Etiópia, é esperado que se espalhe para o mundo.warka-waterwarka-water-1warka-water-2warka-water-3warka-water-4warka-water-5warka-water-6warka-water-8warka-water-9

Se desejam mais informações, tem no facebook uma página dedicada ao projeto

https://www.facebook.com/WarkaWater

Vejam também o vídeo em inglês

http://vimeo.com/86907061

Se você se interessa por invenções sustentáveis que são simples e revolucionárias, veja também esse POST  de uma revolucionária Esfera Solar que acompanha o movimento do sol para gerar 35% mais de energia do que os painéis tradicionais.

por: Tales Luciano Duarte    Sustentabilidade

fonte: http://yogui.co/fantastica-invencao-que-gera-100-litros-de-agua-por-dia-warka-water/ em 17 de junho 2017 às 09:59a.m. Hípica – Porto Alegre – RS para Pasárgada – oficina de sustentabilidade.

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Por que é tão difícil despoluir a Lagoa Rodrigo de Freitas no RJ?

“Daqui a seis meses eu e você estaremos nadando na Lagoa” – a promessa é do bilionário Eike Batista, que está em 2013 estava gastando uma boa grana pra tentar despoluir a Lagoa. De 2008 até esta matéria, já foram investidos 15 milhões de reais no programa de despoluição. Essa quantia foi destinada para acabar com as ligações clandestinas de esgoto que caem das galerias pluviais.

Mas apesar de tanto esforço para tentar recuperar um dos pontos turísticos mais famosos da cidade, os desafios são grandes. E a razão é simples. As características geográficas do local tornam a lagoa um depósito de matéria orgânica e sedimentos trazidos pelos rios ou por ação da chuva nos morros. Sem contar os anos que não houveram nenhuma fiscalização do despejo de esgotos na Lagoa.

Para entender melhor sobre esses desafios, veja o infográfico abaixo:

 

publicado em 28 out 2012 às 08:00 e 31 out 2013 Às 08:00
Reposted 25/04/2016 – 15:05 – Bom Fim.

Como especificar empreendimentos sustentáveis

A concepção de empreendimentos eficientes e que gerem menos impacto ao meio ambiente requer dos arquitetos um conhecimento que vai além da especificação de produtos cercados de adjetivos como “verde” e “ecológico”. As demandas atuais da sociedade exigem que a sustentabilidade seja tratada como um requisito básico das edificações, e não mais como um artigo de luxo ou argumento de marketing.

Por isso, um dos cuidados a serem tomados no momento da elaboração de um projeto é fugir do “greenwashing”, ou seja, da utilização de soluções que em um primeiro momento parecem agregar sustentabilidade ao projeto, mas que, na verdade, não diferem muito do produto tradicional. Isso pode ser feito, por exemplo, com a verificação prévia do atendimento à legislação por parte do fornecedor, incluindo normas técnicas. Também passa pela exigência de informações detalhadas sobre os produtos a serem adquiridos. “Não basta dizer que a tinta tem baixo índice de composto orgânico volátil em sua composição ou que requer baixo consumo de água e energia para produção. É preciso informar quanto”, explica a arquiteta Cristina Umetsu, gerente da Equipe de Consultoria de Projeto Sustentável e Eficiência Energética do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE).

Os selos verdes, que muitas vezes servem de parâmetro para a especificação de soluções sustentáveis, são importantes ferramentas de apoio para a tomada de decisão, mas devem ser usados com cautela. Para o professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e conselheiro do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), Vanderley John, o fato de o produto ter um selo é positivo, pois demonstra que o fabricante submeteu seu produto a avaliações. Mas é preciso investigar quais foram os critérios de análise, pois eles podem ser mais brandos do que a expectativa do consumidor. “As certificações ambientais possuem papel fundamental na melhoria das práticas de mercado, mas de forma alguma são garantias de plenitude sustentável”, acrescenta o arquiteto Marcelo Nudel, especialista em sustentabilidade e eficiência energética da Arup no Brasil.

OLHO NO FUTURO
A adequação climática é um dos aspectos mais críticos. Para Marcelo, a combinação entre orientação solar, formato do edifício, posicionamento correto das fachadas de vidro e sombreamento externo é mais eficaz do que qualquer tecnologia sustentável. “Vidros de alta eficiência são recursos interessantes, mas devem ser explorados em segunda instância”, diz. Para o arquiteto, ignorar as condições climáticas é um dos erros mais cometidos quando se concebe edifícios no Brasil. “O clima tropical não permite grandes panos de vidro desprotegidos indiscriminadamente, mesmo que sejam de alta eficiência, sob risco de perda significativa de eficiência energética, de conforto térmico para os ocupantes e de gerar ofuscamentos”, argumenta.

A análise de ciclo de vida da construção é outro ponto que precisa ser mais trabalhado nos projetos. Embora os edifícios sejam concebidos para durar ao menos cinco décadas, a regra ainda é privilegiar a economia na fase de construção sem se ater ao retorno do investimento ao longo dos anos. Um exemplo pode ser visto na instalação de hidrômetros para monitorar o consumo individualizado e por uso final da edificação. Trata-se de um custo adicional para a construção, mas que pode ser um grande instrumento de gestão para quem vai cuidar do prédio. “Mesmo que o custo de instalação de um painel fotovoltaico ou de um sistema de tratamento de esgoto seja impeditivo no cenário atual, poderíamos ao menos projetar e construir uma infraestrutura mínima para permitir a instalação futura de alguns equipamentos durante a operação do prédio, sem ter que parar seu funcionamento”, propõe Cristina. Para ela, um grande problema é que, geralmente, as equipes que trabalham com projeto e obra não conhecem a rotina e as dificuldades para a manutenção de um edifício em funcionamento. “Seria importante termos um trabalho mais integrado e com o envolvimento das equipes com experiência em operação predial desde as fases iniciais de projeto, para evitar custos adicionais, retrabalhos, paradas de operação e desperdício tecnológico”, defende a arquiteta do CTE.

Minimizar os impactos ambientais de um edifício passa, também, por um processo de construção com ótima gestão. Boas práticas de projeto podem diminuir perdas de materiais ao privilegiar a modulação de partes do edifício em função de elementos construtivos disponíveis no mercado, ou ao garantir o dimensionamento adequado das estruturas, evitando o uso desnecessário de concreto e aço.

Fedde de Weert
Muito além dos materiais especificados, a procura pela sustentabilidade nos projetos deve começar durante concepção arquitetônica. Na Wind House, residência unifamiliar projetada pelo arquiteto Ben van Berkel em Noord- Holland, na Holanda, os conceitos de eficiência começam a ser percebidos na implantação da casa, com layout que privilegia a atenuação da incidência direta do sol sobre as fachadas

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Edição 257 – Agosto/2015
fonte: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/257/artigo360159-1.aspx

Inovações eco amigáveis promovidas nas Olimíadas 2012

Árvore de iluminação por energia solar
Árvore de iluminação por energia solar

A árvore solar é abastecida com energia renovável, tranformando a luz solar em eletricidade. Seus galhos de LED acendem automaticamente quando a cidade escurece. Essa é só uma das 10 inovações verdes que Londres promove durante as Olimpíadas! fonte: http://bit.ly/NLMfQd

Publicado em: ago 7, 2012 @ 20:50 e republicado em 20 jan 2015 às 17 p.m.

Casa sem consumo de energia

Soleta zero energy One

Uma eco-casa sem consumo de energia da rede
Soleta zeroEnergy – Casa sem consumo de energia

A Soleta zeroEnergy One é a primeira casa modular na Roménia a funcionar integralmente com energia limpa. Pode ser controlada via smartphone.

Trata-se de um protótipo desenvolvido pela Justin Capra Foundation for Investment and Sustainable Technologies (FITS).Por ter um design versátil e acessível, esta casa pode ser usada como habitação, escritório ou casa de férias. É feita de materiais naturais de origem local, incluindo madeira laminada para a estrutura e telhas de madeira para o telhado. Tem apenas 48 metros quadrados.Em vez de paredes, foi utilizado vidro isolante, que proporciona luz natural e ventilação. Existe também um sistema de recuperação de calor. Um sistema inteligente de monitorização e gestão de energia, clima e ventilação possibilita uma eficiência energética de até 45 por cento na habitação. O sistema pode ser controlado remotamente através de um iPhone ou um dispositivo similar. Soleta zero Energy http://www.soleta.ro/page-4

EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa

 fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=740763979276538&set=a.220992661253675.62285.220236927995915&type=1 em 10 fev 2014 às 13:08 p.m. bom fim

O senhor de 88 anos que passou os últimos 50 construindo uma catedral sozinho, usando materiais reciclados

 

Quando ouvimos que um produto, construção ou arte é a obra da vida de alguém, refere-se ao fato da pessoa ter ficado conhecida por uma obra específica dentre tantas outras que executou. Não é o caso de Justo Gallego Martínez: ele tem executado sozinho, ao longo de 50 anos, a construção de uma catedral que nunca fica inteiramente pronta.

Trata-se de uma catedral com uma imensa cúpula e torres altas, erguida em  Merorada del Campo, a 20 km de Madri, por esse agricultor de 88 anos, toureiro, ex-monge que tornou-se arquiteto autodidata e aprendeu sozinho técnicas de construção ao longo de meio século de atividade. Suas principais matérias-primas são lixo e materiais de construções descartados (como tijolos e madeiras de demolição) e sem usar guindastes. Martínez conta apenas com a ajuda de alguns amigos operários e ocasionalmente consulta alguns peritos para erguer a estrutura de 50x25m, e cuja torre mais alta mede 60 metros.

Sua determinação em fazer tal obra veio depois de passar oito anos no mosteiro, época em que contraiu tuberculose e teve que deixar o regime monástico para sua saúde melhorar. Começou então a construir sua catedral em um terreno herdado dos seus pais, mas sem permissão da prefeitura ou da própria Igreja Católica. Martínez justifica-se dizendo que foi tudo por um ato de fé.

Veja o pequeno vídeo mostrando Gallego trabalhando e depois confira algumas imagens da catedral:

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Apesar da falta de autorização das autoridades locais, as mesmas nunca o impediram de continuar sua obra, pois acabou tornando-se atração turística da cidade. A popularidade aumentou exponencialmente depois de protagonizar um comercial da Aquarius Sports Drink e, consequentemente, receber muitas doações para ajudar a finalizar a grande obra de sua vida.

Veja o comercial:

3 primeiras fotos de ©Jenn Lebow, fotos 4 e 5 de ©AP Images, fotos 6 a 10 ©S. Marino e fotos 11 e 12 de ©Richard Morley texto por Vicente Carvalho

11 prédios que são referência na Arquitetura Sustentável

A chamada Arquitetura Sustentável não é um estilo arquitetônico em si, mas uma série de princípios que permeia o projeto e a execução dos edifícios.

Conforme um dos artigos anteriores do Arquitetura Verde, Arquitetura Sustentável é aquela que oferece um ambiente de boa qualidade ao usuário, com uso otimizado da energia e redução do impacto ambiental, devendo ser um sistema em equilíbrio, que produza poucos dejetos na sua construção e durante seu uso.

Prédios que são referência na construção sustentável

A Arquitetura Sustentável atualmente se apresenta em variadas linguagens, desde as mais simples às mais tecnológicas. Veremos alguns exemplos de prédios que são referência na construção sustentável.

Arquitetura Vernacular


Casa-folha, do Escritório Mareines+Patalano Arquitetura (mais / arquitetura vernacular )

Arquitetura Orgânica


Centro Cultural Jean Marie Tjibaou, do arquiteto Renzo Piano ( mais )


Nautilus, do arquiteto Javier Senosiain ( mais )

Bioarquitetura


Instituto Baleia Jubarte, do Instituto Tibá ( mais )


Green School, construída na ilha de Bali, Indonésia ( mais )

Arquitetura Racionalista


Bedzed, do arquiteto Bill Dunster ( mais )

Arquitetura Crítica Tipológica


Centro da Cultura Judaica, do arquiteto Roberto Loeb ( mais )

Arquitetura High-tech

HSBC Hong Kong, do arquiteto Norman Foster ( mais )

Formas da luz


Berliner Bogen, do escritório BRT Arkitecten (mais )

Linguagem verde


Edificio Pergola, do arquiteto Bruno Stagno ( mais )


Edifício da Pioneer, do arquiteto Enrique Browne ( mais )

Inspirações

Como vimos, não há um padrão a ser seguido para uma arquitetura ser considerada sustentável: pode-se utilizar desde os materiais mais simples, como a terra existente no próprio terreno, até os mais modernos sistemas de automação.

O importante é aumentar a eficiência energética do edifício, usar materiais com certificação ambiental e, principalmente, atender os anseios dos usuários, proporcionando a eles mais qualidade de vida.

SOBRE O AUTOR: VANESSA MENDES ARGENTA, Arquiteta e Urbanista  @VANMAGENTA G+ )

Site: http://www.flickr.com/photos/vanmagenta 

Veja todos os artigos de 

Vanessa Mendes Argenta

fonte: http://www.coletivoverde.com.br/construcao-sustentavel/ em 02 fev 2014 às 12:00p.m. Bom fim – Porto Alegre – RS – BRasil

VANTAGENS DO TIJOLO ECOLÓGICO

1. Economia do custo final em até 30% da parede de tijolo ecológico em relação ao uso de tijolo 6 furos;

2. Diminui o tempo de construção em até 50% com relação à alvenaria convencional, devido aos encaixes que favorecem o alinhamento e prumo da parede;

3. Estrutura – As colunas são embutidas em seus furos, distribuindo melhor a carga de peso sobre as paredes, criando uma estrutura muito mais segura!

4. Economia de até 100% no uso de madeiras nas caixarias dos pilares, vergas e contra-vergas;

5. Economia de até 100% da massa de assentamento, (os tijolos ecológicos Acrópole, possuem encaixe perfeito e não necessita massa de assentamento);

6. Economia de até 50% de ferro;

7. Os Tijolos Ecológicos são curados com água e sombra, diferente dos tijolos convencionais que dependem da queima de milhares de lenhas em fornos, contribuindo demasiadamente com o aquecimento global e com desmatamentos;

8. Durabilidade maior do que o tijolo comum, pois chega a ser até 6 x mais resistente;

9. Alivia o peso sobre a fundação evitando gastos desnecessários com estacas mais profundas e sapatas maiores;

10. Fácil acabamento. Se preferir não precisa rebocar e pintar, economizando mais ainda. Os Tijolos Ecológicos já possuem um lindo acabamento, semelhante aos tijolos aparentes, necessitando o uso de apenas um impermeabilizante a base de silicone ou acrílico, e rejunte flexível;

11. Revestimento é simples usando-se direto sobre tijolo apenas uma fina camada (2 a 3 mm) de reboco, textura, gesso ou graffiato;

12. O assentamento dos azulejos é feito direto sobre os tijolos;

13. Obra mais limpa e sem entulhos;

14. Acústica. Como o tijolo ecológico possui dois furos, as paredes formam um isolamento acústico, diminuindo os ruídos provocados na rua para o interior da casa;

15. Isolamento Térmico (calor) – Os furos dos tijolos são importantes, pois formam câmaras térmicas evitando com isso que o calor que esta do lado de fora penetre no interior da residência. Com isso a temperatura interna é inferior à externa;

16. Isolamento Térmico (frio) – Com o Frio acontece ao contrario, pois a temperatura da casa fica mais quente do que a externa;

17. Proteção de Umidade – Esses furos também propiciam a evaporação do ar, evitando com isso, a formação de umidade nas paredes e interior da construção, que causa danos à saúde e danos materiais;

18. Instalações Hidráulicas – Toda a tubulação é embutida em seus furos dispensando a quebra de paredes, como na alvenaria convencional;

19. Instalações Elétricas – Como as instalações hidráulicas, também são embutidas nos furos, dispensando conduítes e caixas de luz, podendo os interruptores e tomadas serem fixados, diretamente sobre os tijolos;

20. A praticidade desde tijolo fará sua obra ser muito mais rápida.

empresas que vendem tais tijolos:

A Ekoblocos. A empresa Ekoblocos é uma indústria do ramo de construção civil que atua no mercado de São José dos Campos e região. O principal foco é fornecer produtos de qualidade para o mercado da construção civil, mas tendo como primórdio do seu DNA, o cuidado com o meio ambiente de forma econômica, pratica e limpa. Econômica, pois os produtos ecológicos, antes considerados caros para o mercado.

publicado originalmente em 20 set 2012 às 16:15 e novamente em 31 jan 2014 às 8 a.m.

Construção em #COB

Utilizando apenas produtos ecologicamente corretos encontrados em abundância na natureza, Brian Liloia e um grupo de amigos construíram com as próprias mãos a COB House, uma casa natural e de baixo custo. A construção que levou cerca de 9 meses custou apenas 8 mil reais. Em sua composição, foram utilizados apenas barro, madeira, pedras, areia e fibra. Utilizando a técnica da construção com COB, Brian conseguiu construir um casa aconchegante, confortável termicamente e sustentável.

Saiba mais sobre a construção com COB a seguir:

COB House - Arquitetura Sustentavel (3)COB House - Arquitetura Sustentavel (6)

 

COB House - Arquitetura Sustentavel (2)COB House - Arquitetura Sustentavel (4)COB House - Arquitetura Sustentavel (5)COB House - Arquitetura Sustentavel (7)COB House - Arquitetura SustentávelCOB House - Arquitetura Sustentavel (1)

 

O Cob é um material de construção divulgado recentemente pelos movimentos de sustentabilidade e construção natural, ele é composto por argila, areia e palha, similar ao adobe. A mistura é a prova de fogo e altamente resistente a abalos sísmicos. Seu custo é quase nulo e é geralmente usado para fazer um tipo de arquitetura mais artística e escultural, por conta de sua fácil manipulação.

As paredes feitas com Cob são necessariamente grossas e servem como massa térmica, fazendo com que a casa se mantenha quente no inverno e fresca no verão, além de funcionar bem com variações de temperatura mais curtas, fazendo a casa ficar fria de dia e quente a noite. Mesmo sendo feito basicamente de barro, o material é totalmente estável em climas úmidos e chuvosos, e se sua estrutura for feita adequadamente, o COB não se deteriora. Algumas casa feitas com Cob em Devon, uma das regiões mais úmidas da Inglaterra, sobrevivem e estão em uso a séculos. O material tem muitas características incomuns com o adobe, material muito comum no México e no sudoeste dos Estados Unidos, mas enquanto o adobe é usado para fazer blocos, o COB é usado para esculpir a parede da fundação de baixo pra cima em uma peça única.

O Cob pode ser feito e utilizado de formas bem simples e com muita liberdade de criação.

Confira a galeria com outras construções feitas com a técnica do COB .

Confira a galeria com outras construções feitas com a técnica do COB e deixe seu curtir!

 

COB Houses - Arquitetura Sustentavel (4)
COB Houses - Arquitetura Sustentavel (2)
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 Veja também:
– Cob houses
 

Imagens via: Tiny Cob Adobe

Como criar abelhas em casa

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Em homenagem ao hobby eleito para o ano de 2013, aqui vai o primeiro post sobre APICULTURA. 

Mantenedoras da biodiversidade, supridoras do néctar dos deuses e com uma organização disciplinar tão complexa que são continuamente estudadas, as abelhas estão começando me exercer especial fascínio.
Por isso, retomando antiga prática de meu avô e ainda dominada pela minha mãe, aprenderei a cultivar abelhas e produzir mel a partir do ano de 2013.
Teremos novos capítulos deste tema, cujo post 001 é o que vos fala e ensina nada menos que criar abelhas em casa.

manual - como criar abelhas em casa
Super Interessante…Materia sobre abelhas nativas sem ferrão criadas nas cidades…fonte da pesquisa Marcos Ninguém.

Super Interessante de Dezembro de 2012

Publicado originalmente em 18 jan 2013 e novamente em 11?10?2013 às 8:00 a.m e novamente em 15 out 2013.