Todo Lixo É um Erro de Design

Terceira turma do curso Todo Lixo é um Erro de Design em Porto Alegre inicia dia 30 de julho 2018.

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A edição passada aconteceu na ÁREA51.

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Adepta de metodologias Lixo Zero a Pasárgada – oficina de sustentabilidade é uma organização que acompanha os designers com especial atenção por acreditar que estes, sem sombra de dúvidas, são as pessoas que poderão mudar o curso do desenvolvimento da sociedade que vivemos.

Você pode estar pensando que esta é uma tarefa de muitos etc e tal, mas na real, quem concebeu o computador que estou escrevendo, a roupa que estou usando, o carro , os óculos, enfim, quase todos os utensílios cotidianos que usamos, foram os designers, mas não só os designers de formação e sim todos os concebedores de produto e serviços das mais diversas formações.

Pessoas que decidiram como se comunicar com seus públicos. Que decidiram que material utilizar. E como equacionar as soluções que o projeto visa resolver.
Também, com seus colegas, decidiu todos os processos que serão decorrentes destas escolhas.

No Minuto 10 deste vídeo do Youtube a ministrante, Fabíola Pecce, fala um pouquinho sobre o conteúdo:
Todo Lixo é Um erro de Design no Minuto 10:05

Pelo ponto de vista de ecoeficiência, quanto menos desperdício na confecção deste artefato, mais eficaz será a iniciativa que se propôs a desenvolver e confeccionar, uma vez que pouco da sua valiosa matéria-prima foi desperdiçada no processo.

Já. quanto mais inclusivo e assertivo for o processo de criação, mais transparente e de interesse coletivo pode ser o resultado.

Nas atividades que visam não geração de resíduos, é onde nascem criações coletivamente estudadas. Nestes casos, cada parte deste mesmo artefato criado anteriormente deve se tornar matéria para cadeia produtiva (sua ou de terceiros), sendo valorado pós uso pelo consumidor e fortalecendo assim a chamada economia circular.

Tais práticas inspiram-se em metodologias como Cradle to Cradle (ou do Berço ao Berço), Sistemáticas Lixo Zero, Estudo de Ciclo de Vida e muitas leituras sobre metodologias e técnicas que desenvolvem e proliferam uma sociedade mais justa e duradoura, encaminhando respostas para um futuro de abundância e não de escassez.

A aplicação de metodologias para economia circular ainda têm como efeito colateral:
1. a eliminação de passivos (hoje o nosso lixo vai parar numa montanha)
2. menos gasto de energia (reciclagem gasta menos energia que partir da matéria prima original)
3. geração de riquezas (o que antes ia para o lixo passa a ter valor comercial)
4. diminuição da extração de recursos naturais.

Os cases apresentados ao longo do conteúdo mostram organizações que oferecem garantia eterna; indústrias que impactam positivamente o seu entorno e consumidores que aprenderam a escolher .
Se quiser saber mais sobre esses temas e como colocar a teoria em prática, venha para esta atividade proposta pela Pasárgada – oficina de sustentabilidade à convite da equipe da AREA51.

MINISTRANTE

FABÍOLA PECCE

É especialista em Gestão Ambiental e em E-Business, ambas pela FGV. Graduada em Administração – Habilitação Comércio Exterior pela UCS. Fundadora da Pasárgada – Oficina de sustentabilidade, uma organização que ajuda a criar a economia circular em diferentes contextos. Em parceria com o Instituto Lixo Zero Brasil promove anualmente a Semana Lixo Zero no Rio Grande do Sul. Com um perfil técnico-ativista, atua na criação e implementação de programas de consciência ambiental dando ênfase para logística reversa como ferramenta e estratégia. Pontua o design como ação que viabiliza ou não a sustentabilidade na sociedade atual. Criadora do prêmio ECODESIGN para o Sindimóveis de Bento Gonçalves.

Foto da série: quem faz a Semana Porto Alegre Lixo Zero 2015.
Foto da série: quem faz a Semana Porto Alegre Lixo Zero 2015.

Sobre o curso:

Todo Lixo É Um Erro de Design
→Dias 30, 31 julho, 01 e 02 de agosto 2018.
→ Segunda, terça, quarta e quinta-feira, das 18h e 30 min às 22h 30 min.
→Local Vila Flores – Porto Alegre – RS.
→Conteúdo Pasárgada – oficina de sustentabilidade
→Mais informações oi@oficinapasargada.com.br
→Inscrições pelo link: https://www.sympla.com.br/todo-lixo-e-um-erro-de-design__145063
→Certificado para participantes com mais de 75% de presença.
→Acompanhe a promoção da atividade na timeline do evento no facebook: https://www.facebook.com/events/234348213716419/.

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  em 28 de maio de 2017.

From Hípica to Pasárgada at 24 jun 17 às 13h 48min.
Republicado em 05 julho 2018 às 15:44 from hípica.

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Curso Design para Sustentabilidade

Na construção de uma sociedade empática, inclusiva e inovadora o conteúdo desenvolvido pela Pasárgada – oficina de sustentabilidade no IV Curso de Design para Sustentabilidade – Edição Porto Alegre é um recorte consistente de informações que ajudam o individuo a compreender como e porque aplicar boas práticas no desenvolvimento da sociedade.

As 1.estratégias, 2.metodologias, 3.cases e 4.ferramentas servem para profissionais liberais, empreendedores, gestores, desenvolvedores de serviços e produtos, mobilizadores de rede, ah! e também para designers.

Criação centrada no indivíduo, inspiração no bem estar e felicidade, design universal, sustentabilidade, consumo responsável, e você.
Próxima turma inicia em 01 de agosto 2016.

Como funciona? Nesses quatro encontros,  um conjunto prático de ferramentas são apresentados, possibilitando ao ouvinte identificar mecanismos e metodologias a serem acessadas com o propósito de catalisar respostas que alinham com metas de transição para uma atividade com menor impacto ambiental negativo e o fomento de produtos e/ou serviços que se encaminham para o conceito “Guilt Free”.

Onde é aplicado? As metodologias apresentadas ao longo do conteúdo se propõem a serem configuradas de forma replicável, provendo escalabilidade aos projetos e fortalecendo a rede de pessoas com interesse em comum. Podem ser acessadas em momentos de decisões estratégicas; na confecção de projetos; na gestão cotidiana; com o objetivo de incluir steakholders nas decisões; com o propósito de co-criar a partir de seus colaboradores e por fim, serem incorporadas nas atividades regulares das instituições com o propósito de viabilizar decisões centradas no indivíduo.

Depoimentoss:
Pedro Godoi: “ Ótimo curso com muitos cases e referências na área do design sustentável. A Fabíola é uma ótima professora e sua paixão pelo meio ambiente serve de inspiração para todos que se preocupam com o futuro do planeta. Recomendo fortemente.”

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Para acompanhar a movimentação da atividade no Facebook você pode clicar no link:
https://www.facebook.com/events/1760278707590801/

E para todas informações para inscrição da turma que inicia em 01 agosto 2016, você encontra em: http://www.unisinos.br/cursos-de-extensao/design-para-sustentabilidade-ex121582/24971

Te inscreve já.

Link das edições anteriores:
III Edição do Curso de Extensão em Design para Sustentabilidade
II Edição do Curso de Extensão em Design para Sustentabilidade
Curso de Extensão em Design para Sustentabilidade

 

Pasárgada – oficina de sustentabilidade

Hoje é lançado o primeiro advertising da Pasárgada que é uma organização que opera como uma oficina de sustentabilidade ajudando a sociedade de recriar de forma cíclica através da promoção da economia circular, da logística ambiental e da educação e orientação de designers.

Praticar sustentabilidade é algo simples e sensível ao senso de oportunidade que as situações apresentam.

Pare. olhe. perceba.

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Para saber mais sobre a Pasárgada e suas atividades, acompanhe as atividades no Facebook: https://www.facebook.com/oficinapasargada/

#oficinapasargada #lixozero #economiacircular

10 peças de ecodesign da Bienal de Interiores da Bélgica 2014

A Bélgica tem se destacado no mercado de design e recentemente estourou na cena internacional com a Bienal de Interieur 2014  em Kortrijk. Este evento marcante apresentou os melhores e mais talentosos designers da Bélgica e de todo o mundo, com criações inovadoras e de olho na eficiência energética.
Confira as 10 peças de ecodesign apresentadas na feira e selecionadas pelo site Inhabitat:
1- A elegante e moderna mesa de Marjan van Aubel é revestida com painéis solares cristalinos que alimentam uma porta de USB integrada.
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2- Rosslovegrove junto com Barrisol criaram uma luminária suspensa escultural com lâmpadas LED.

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3- A luminária Flo’s Goldman utiliza vidro verde de garrafas e lâmpadas LEDs.
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4- A mesa inteligente Keystone de Minale Maeda é feita de cortes padrão de madeira e conectores modulares que podem ser impressos em  impressoras 3D no local para minimizar as emissões de transporte.

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5- Lisa Muller e Franziska Schmidt colaboraram para criar a 24HRS Light – uma luminária portátil sem fios ecom lâmpada LED, projetada para acompanhar o usuário dia e noite, reduzindo a necessidade de fontes de luz secundárias. Quando ela não está em uso apoia-se em sua base, que também funciona como um carregador.

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6- Dossofiorito convida você a observar melhor as suas plantas com o vaso Phytophiler, que vem com lupas e espelhos.

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7- A Bosq saiu um pouco do lugar comum de design de interiores, apresentando um barco bem acabado feito de madeira recuperada de antigos postes de rios e canais

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8- A Lava Lamp Atmos por Arturo Erbsman é uma lâmpada inovadora  que difunde a luz pelas gotas resultantes da condensação da água existente no seu interior. Atmos exalta o ciclo natural da água, incentivando contemplação e a reflexão.

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9- Verhaert projetou uma coifa conceitual para Novy que funciona automaticamente quando a luz é acendida. O exaustor além de cumprir suas funcionais tradicionais, purifica o ar da cozinha.

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10- As divertidas lâmpadas YOYO com lâmpadas LEDs eficientes do Acoshape tem espuma acústica que absorve o som para criar ambientes interiores mais aconchegante. Fonte: Inhabitat Fotos: Mike Chino para o Inhabitat 10 peças de ecodesign da Bienal de Interiores da Bélgica –

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fonte SustentArqui – http://sustentarqui.com.br/mobiliario-decoracao/10-pecas-de-ecodesign-da-bienal-de-interiores em 22 nov 2015 }as 23 h 45 min.

Inovações eco amigáveis promovidas nas Olimíadas 2012

Árvore de iluminação por energia solar
Árvore de iluminação por energia solar

A árvore solar é abastecida com energia renovável, tranformando a luz solar em eletricidade. Seus galhos de LED acendem automaticamente quando a cidade escurece. Essa é só uma das 10 inovações verdes que Londres promove durante as Olimpíadas! fonte: http://bit.ly/NLMfQd

Publicado em: ago 7, 2012 @ 20:50 e republicado em 20 jan 2015 às 17 p.m.

Carolina Alzaga pega as correias descartadas das bicicletas e as transforma em grandes lustres.

lustre de correias

Se andar de bike já é um ato bacana, quiçá reciclar a corrente das bikes descartadas. É isso que a Carolina Alzaga faz, e com maestria, afinal ela as transforma em grandes lustres. Assista o vídeo, veja como são feitos e entenda a filosofia da artista

Chain Reaction

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=502715203113160&set=a.171955669522450.49831.114073091977375&type=1&theater publicado originalmente neste blog em 11 fev 2013 às 16:13 e novamente em 30 jan 2014 às 8a.m.

Garrafa de gelo inovadora derrete depois de se beber

Segundo post mais acessado em http://www.portoalegrelixozero.wordpress.com em 2013.
Garrafa de gelo inovadora derrete depois de se beber
Imagine se a garrafa que contém a sua bebida favorita fosse feita de gelo e derretesse, sem causar qualquer poluição, quando a bebida chegasse ao fim? Na Colômbia já não é preciso imaginar: a Coca-Cola acaba de lançar, naquele país, uma garrafa de gelo inovadora especialmente concebida para ser vendida nas praias durante o Verão.

Nas praias colombianas, o refrigerante está já a ser servido em garrafas de gelo, com um formato idêntico à das garrafas tradicionais, com o icónico logótipo da marca “cravado”, como é habitual, e que, depois de vazias, podem ser, por exemplo, deixadas na areia, acabando por derreter.
De acordo com um comunicado da multinacional, para desenvolver esta edição especial de garrafas amigas do ambiente, as equipas de trabalho criaram um novo processo de produção com vista a permitir a manufatura das garrafas e o seu transporte “para as praias quentes da Colômbia”.
O processo, explica a marca, passa por derramar água microfiltrada em moldes de silicone, congelar a água a -25ºC e, posteriormente, preencher os moldes com a bebida. Para facilitar a vida dos consumidores e evitar que as mãos fiquem geladas, cada garrafa é envolvida numa banda de borracha vermelha que, no final, podem reciclar ou utilizar como pulseira.Vídeo Coca-Cola de gelo comercializada em Cuba
Veja acima o vídeo promocional que dá a conhecer estas novas garrafas
A promessa é a de que, com esta nova “embalagem”, o refrigerante esteja “gelado até à última gota”. A ação de marketing da Coca-Cola tem chamado a atenção dos publicitários um pouco por todo o mundo e tem também feito sucesso junto dos clientes: nas praias colombianas, cerca de 265 garrafas geladas são vendidas de hora a hora, avança a companhia.
Para já, ainda não se sabe se a ideia poderá estender-se a outros países, onde iniciativas semelhantes têm sido bem-sucedidas: é o caso, por exemplo, das latas que podem ser partilhadas dividindo-se em duas ou das garrafas personalizadas com nomes de pessoas em diferentes línguas.

fonte: http://boasnoticias.sapo.pt/noticias_garrafa-de-gelo-inovadora-derrete-depois-de-se-beber_16367.html em 05 de julho de 2013 no Baden Café em Porto Alegre – RS – Brasil às 16:36 p.m.
publicado em 06/07/2013 e novamente dia 27/09/2013 às 8:00 A.m. e em 08 out 2013.

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Construção que não usa tijolo surpreende pela inovação

 

publicado originalmente 25 dez 2012 e novamente dia 08 dez 2013 às 8 a.m. – Bom Fim Footprint

Nova York aposta em telhados brancos contra aquecimento global

by  on 17 DE AGOSTO DE 2012

Conhecida pela divulgação e promoção de ações de sustentabilidade, a Prefeitura de Nova York criou um programa pelo qual pretende pintar de branco, senão a totalidade, a maior quantidade possível de telhados da cidade.

O objetivo da medida é reduzir o consumo de energia dos moradores e, assim, o impacto que causam no meio ambiente.

Isso porque, com os telhados pintados de branco, a temperatura no interior de um edifício pode cair até 30%, diminuindo os gastos com ar-condicionado e, consequentemente, a emissão de gases do efeito estufa, o que, em última análise, ajuda a controlar os efeitos nocivos do aquecimento global.

O programa, chamado de ‘Cool Roofs’ (ou ‘Telhados Frios’, em tradução literal), faz parte de um conjunto de medidas tomadas por Nova York com o intuito a reduzir em 30% a emissão de gases causadores do efeito estufa até 2030.

Nova York

Segundo um estudo realizado pelo Centro de Pesquisa de Sistemas Climáticos da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, um telhado pintado na cor branca registrou, no dia mais quente deste ano, uma temperatura até seis graus menor do que a verificada em um tradicional, sem a tinta.

A explicação é simples e tem origem nas leis da física: enquanto os telhados pretos ou escuros absorvem a energia do sol quase completamente, os brancos refletem os raios solares, dispersando o calor.

Especialistas também indicam que a cobertura branca ajuda na conservação dos telhados das edificações.

Lançado há três anos, o programa já totaliza 260 mil metros quadrados de telhados pintados de branco.

‘Estamos trabalhando lentamente e não será possível pintar todos os telhados da cidade, ora pelo material, ora pelas condições de segurança necessárias para pintá-lo. Mas vamos fazer tudo o que pudermos’, disse à BBC Tori Edmiston, vice-diretor de Relações Exteriores Comunitárias do Conselho da Cidade de Nova York, a agência da Prefeitura responsável pelo programa.

Mobilização
Para concluir tal tarefa, a prefeitura conta com a ajuda de jovens voluntários, que atuam como pintores temporários. ‘Aqui em cima faz muito calor, mas o esforço vale a pena, porque conhecemos pessoas e ajudamos nossa comunidade com um projeto sustentável maravilhoso’, disse à BBC James Allison, da ONG Inroads, que seleciona voluntários para participar no programa.

Até agora, 3 mil pessoas já subiram no topo dos edifícios de Manhattan para pintá-los de branco. A segurança dos voluntários e a implementação do projeto ficam a cargo de Loreta Tapia, supervisora do programa.

‘Em primeiro lugar, aplicamos duas demãos de tinta látex, que, por ser muito densa, se contrai para depois se expandir. A cor, um branco brilhante, transforma completamente os telhados ‘fechados’ de Nova York, antes cinza, preto e prata’, disse ela à BBC.

Qualquer edifício pode participar do programa. A cidade também tem acordos com lojas de tinta, que fornecem o material necessário para o programa.

Apesar dos critérios de elegibilidade serem elásticos, os responsáveis pela iniciativa miram, principalmente, os arranha-céus, onde mais pessoas precisam economizar energia.

Por enquanto, os tetos mais pintados são os de universidades, bibliotecas e edifícios públicos, além de blocos de apartamentos de moradores de baixa renda.

A pintura, entretanto, não prescinde de um detalhado estudo de caso. Nele, calcula-se o consumo de energia do edifício, o valor da economia com a cobertura branca e uma averiguação minuciosa da estrutura do telhado.

No verão, a temperatura registrada nos telhados de Nova York pode superar facilmente 80 graus centíogrados.

Há dias, inclusive, que tal limite é ultrapassado. Termômetros já chegaram a marcar 87 graus Celsius no topo dos edifícios da cidade.

Ao lado do asfalto, os telhados são as estruturas que mais absorvem a energia solar, decorrência do fenômeno chamado ‘ilhas de calor’, típico das grandes cidades e responsável pela sensação de abafamento.

‘Ilhas de calor’
Nova York, por exemplo, sofre consideravelmente deste efeito, registrando uma temperatura média três graus acima do recomendado para uma cidade. Desde 2009, uma lei exige que todos os novos edifícios construídos na ‘Big Apple’ tenham seus telhados pintados de branco.

Pesquisas mostram que para cada 92 metros quadrados de tinta branca sobre as telhas, uma tonelada de dióxido de carbono deixa de ser jogada na atmosfera.

A atual temporada do programa começou em maio e se estende até outubro, quando os dias ensolarados começam a ceder lugar para o vento frio do começo do outono.

fonte: http://www.portalenergia.com.br/index.php/nova-york-aposta-em-telhados-brancos-contra-aquecimento-global/?goback=%2Egde_148258_member_148278647 em 21 ago 2012 às 7:10 e novamente em 15 nov 2013 às 08:00 a.m.

Bambu – material sustentável

BAMBOO TUNEL

En los últimos tiempos el bambú viene siendo saludado como un súper material ecológico y sustentable. Según versa el dicho popular en China, el bambú tiene 1500 formas de ser utilizado, es útil para la construcción por su dureza y para otros usos por su versatilidad. Incluso se dice que podría ser capaz de absorber el dióxido de carbono que la tecnología humana genera, a la vez que podría aportar una buena entrada a los países que lo cultivan, siendo los más adecuados justo los más pobres del mundo. El bambú es un grupo de plantas con más de 1800 especies y cada una sirve para distintas aplicaciones y cuando ya haya cumplido su vida útil, puede volver a la naturaleza de la que salió, porque al ser un producto orgánico es totalmente biodegradable. Pero muchos insisten que es una planta invasiva cuando la única especie invasiva del planeta es el mismo hombre que desde su ignorancia y desconocimiento la critica por desconocer su manejo.

Bambu - material alternativo para construções sustentáveis - mais resistente que o aço
bambu

Publicado originalmente em 08 fev 2012 e novamente em 12 nov 2013 às 08:00