Por que é tão difícil despoluir a Lagoa Rodrigo de Freitas no RJ?

“Daqui a seis meses eu e você estaremos nadando na Lagoa” – a promessa é do bilionário Eike Batista, que está em 2013 estava gastando uma boa grana pra tentar despoluir a Lagoa. De 2008 até esta matéria, já foram investidos 15 milhões de reais no programa de despoluição. Essa quantia foi destinada para acabar com as ligações clandestinas de esgoto que caem das galerias pluviais.

Mas apesar de tanto esforço para tentar recuperar um dos pontos turísticos mais famosos da cidade, os desafios são grandes. E a razão é simples. As características geográficas do local tornam a lagoa um depósito de matéria orgânica e sedimentos trazidos pelos rios ou por ação da chuva nos morros. Sem contar os anos que não houveram nenhuma fiscalização do despejo de esgotos na Lagoa.

Para entender melhor sobre esses desafios, veja o infográfico abaixo:

 

publicado em 28 out 2012 às 08:00 e 31 out 2013 Às 08:00
Reposted 25/04/2016 – 15:05 – Bom Fim.

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Sistema ecológico permite transformar rios poluídos em incríveis jardins flutuantes

Despoluir rios é algo caro e inviável a longo prazo, certo? Pelo menos é esse tipo de conversa que quase sempre escutamos de autoridades quando perguntadas sobre esse preocupante tema. Mas um sistema ecológico criado na Inglaterra une a despoluição dos rios à preservação da paisagem natural.

O sistema chama-se Biomatrix e trata-se de uma obra de engenharia flutuante de baixo custo que pode ser instalada em reservatórios, canais e lagos contaminados. Além disso, ainda pode ser adaptada para outros usos, como pontes flutuantes, ilha de habitat de pássaros, passarelas, obras de arte públicas ou sítio de ancoragem de barcos totalmente integrados ao sistema de tratamento.

Veja abaixo como funciona o Biomatrix:

Abaixo deixamos exemplos de revitalização em alguns locais do mundo:

A cidade de Manila, na Filipinas, tem um Canal Paco, que antes era completamente cheio de esgoto e lixo, deixando o local inviável para caminhar, além do perigo de doenças. Foi então instalado um sistema de ilhas com mais de 110 metros quadrados, acompanhado da revitalização do entorno.

Vejam o “Antes e Depois”:

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Algumas fotos do processo de revitalização com integração da comunidade local:

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Outra aplicação do sistema foi a restauração de um rio, com tecnologia capaz de trazer de volta a vida ao lugar:

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E um detalhe importante: a instalação do sistema não prejudica a fauna e flora aquáticas, pelo contrário, proporciona mais qualidade de vida para o habitat de inúmeras espécies.

Todas as fotos do Facebook da Biomatrix
fonte: http://www.hypeness.com.br/2014/06/sistema-ecologico-despolui-rios-e-ainda-preserva-paisagem-natural/ em 10 ago 2015 – SLZ 2015 e palestra fecomercio. bom fim, porto alegre, brasil

Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes.

A VIAGEM DO LIXO

Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes. Ao serem levados pelas águas, desaparecem de vista, mas permanecem no ambiente por um longo tempo, contaminando a fauna e flora. ora veja no infográfico.

Fonte: Planeta Sustentável

plastico no mar

plastico e tartarugas

fonte da foto da tartaruga pequena: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=550968598258936&set=a.480103312012132.106348.218580984831034&type=1&theater

FONTE DA FOTO DA TARTARUGA grande: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=477186835684097&set=a.248046831931433.57963.126470790755705&type=1&relevant_count=1

post originalmente publicado em 19 fevereiro 2013
republicad com alterações em 18 de abril de 2013 às 13:14 p.m. e 31 ago 2014 às 8h a.m. PORTO ALEGRE – RS – BRASIL

Sistema ecológico permite transformar rios poluídos em incríveis jardins flutuantes

BiomatrixDespoluir rios é algo caro e inviável a longo prazo, certo? Pelo menos é esse tipo de conversa que quase sempre escutamos de autoridades quando perguntadas sobre esse preocupante tema. Mas um sistema ecológico criado na Inglaterra une a despoluição dos rios à preservação da paisagem natural.

O sistema chama-se Biomatrix e trata-se de uma obra de engenharia flutuante de baixo custo que pode ser instalada em reservatórios, canais e lagos contaminados. Além disso, ainda pode ser adaptada para outros usos, como pontes flutuantes, ilha de habitat de pássaros, passarelas, obras de arte públicas ou sítio de ancoragem de barcos totalmente integrados ao sistema de tratamento.

Veja abaixo como funciona o Biomatrix:

Abaixo deixamos exemplos de revitalização em alguns locais do mundo:

A cidade de Manila, na Filipinas, tem um Canal Paco, que antes era completamente cheio de esgoto e lixo, deixando o local inviável para caminhar, além do perigo de doenças. Foi então instalado um sistema de ilhas com mais de 110 metros quadrados, acompanhado da revitalização do entorno.

Vejam o “Antes e Depois”:

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canal_after

Algumas fotos do processo de revitalização com integração da comunidade local:

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Outra aplicação do sistema foi a restauração de um rio, com tecnologia capaz de trazer de volta a vida ao lugar:

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E um detalhe importante: a instalação do sistema não prejudica a fauna e flora aquáticas, pelo contrário, proporciona mais qualidade de vida para o habitat de inúmeras espécies.

Todas as fotos do Facebook da Biomatrix

fonte: http://www.hypeness.com.br/2014/06/sistema-ecologico-despolui-rios-e-ainda-preserva-paisagem-natural/ em 17 jun 2014

Recifes de coral poderão desaparecer do planeta até 2050

De acordo com estudo, mais de 60% dos corais já estão ameaçados por causa do aquecimento global e por pressões locais

Foto: Getty Images

Impacto da mudança climática agrava as pressões locais aos corais

Os recifes de coral poderão desaparecer de todo o planeta até 2050, se não forem tomadas medidas urgentes para proteger essas “florestas marítimas” de todos os fatores que a ameaçam, da pesca excessiva ao aquecimento global. A advertência foi feita nesta quarta-feira (23) no informe “Reefs at Risk Revisited”, realizado por pesquisadores e grupos de conservação ambiental dirigidos pelo comitê de especialistas o World Resources Institute (Instituto de Recursos Mundiais).

O aquecimento dos mares, causado pela mudança climática; a acidificação dos oceanos, obra da contaminação por dióxido de carbono; o transporte marítimo, o desenvolvimento costeiro e os resíduos agrícolas são as principais ameaças aos recifes de coral, que permitem milhões de pessoas ganharem a vida.

“Se isto não for controlado, mais de 90% dos corais estarão ameaçados até 2030 e quase todos os corais estarão em perigo até 2050”, assinala o informe.

“As pressões locais sobre os recifes, como a pesca excessiva, o desenvolvimento costeiro e a poluição, representam a ameaça mais direta e imediata para os recifes de coral de todo o mundo e colocam em perigo mais de 60% das coloridas “florestas marítimas” em curto prazo, adverte o estudo.

O impacto da mudança climática agrava as pressões locais. “O aquecimento dos mares já causou grandes danos aos recifes, devido ao fato de que as altas temperaturas geram uma resposta chamada branqueamento: os corais pedem suas coloridas algas simbióticas”, afirmou o relatório.

“Além disso, o aumento das emissões de dióxido de carbono (CO2) está fazendo que os oceanos fiquem mais ácidos. A acidificação dos oceanos reduz a taxa e o crescimento dos corais e pode reduzir sua habilidade de manter sua estrutura física”.

A perda dos recifes de coral privaria milhões de habitantes costeiros de uma importante fontes de alimentos e rendas e, além disso, ficariam sem sua barreira natural de proteção das tempestades.

O desaparecimento dos corais também acarretaria a existência menos criadouros para a pesca comercial e menos areia nas praias turísticas.

“Precisamos melhorar, rápida e completamente, os atuais esforços para proteger os recifes”, afirma o informe, que pretende incentivar o mundo a agir para salvar esses ecossistemas fundamentais.

fonte: 23/02/2011 – http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/recifes+de+coral+poderao+desaparecer+do+planeta+ate+2050/n1238104645957.html em 27 set 2014 às 20:24 e novamente em 27/03/2014 às 08:00 a.m.

Como criar abelhas em casa

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Em homenagem ao hobby eleito para o ano de 2013, aqui vai o primeiro post sobre APICULTURA. 

Mantenedoras da biodiversidade, supridoras do néctar dos deuses e com uma organização disciplinar tão complexa que são continuamente estudadas, as abelhas estão começando me exercer especial fascínio.
Por isso, retomando antiga prática de meu avô e ainda dominada pela minha mãe, aprenderei a cultivar abelhas e produzir mel a partir do ano de 2013.
Teremos novos capítulos deste tema, cujo post 001 é o que vos fala e ensina nada menos que criar abelhas em casa.

manual - como criar abelhas em casa
Super Interessante…Materia sobre abelhas nativas sem ferrão criadas nas cidades…fonte da pesquisa Marcos Ninguém.

Super Interessante de Dezembro de 2012

Publicado originalmente em 18 jan 2013 e novamente em 11?10?2013 às 8:00 a.m e novamente em 15 out 2013.

chuva de aranhas no Paraná – desequilíbrio ecológico – fevereiro 2013

Esse foi o sétimo post mais acessado em 2013 no http://www.portoalegrelixozero.wordpress.com

Santo Antônio da Platina registra “chuva de aranhas

O vídeo é amador, mas nos permite visualizar o local.

Fenômeno curioso flagrado em uma propriedade rural do município do Norte Pioneiro tem como causa o desequilíbrio ambiental. Imagens lembram o filme Arachnophobia (1990).A escassez de predadores naturais de uma espécie de aranha e a abundância de alimento para estes animais estão provocando um fenômeno curioso flagrado em uma propriedade rural localizada em Santo Antônio da Platina, no Norte Pioneiro do Paraná. Vivendo em árvores de médio porte, milhares de aranhas da espécie Anelosimus eximius, conhecidas também como tecedeira-sombria, construíram uma rede de teias entre cabos e postes de energia para capturar suas presas, normalmente insetos de médio porte. O tamanho da teia e número de aranhas impressionam e também assustam.O flagrante do fenômeno foi feito pelo design de fotografias Érick Reis, 20 anos, que no último domingo, 3, registrava um casamento em uma chácara no interior de Santo Antônio da Platina. Reis percebeu a presença das aranhas e gravou um vídeo de quatro minutos que virou febre na internet   em 48 horas. Até o final da tarde de 12 fevereiro já eram mais de 15 mil visualizações. Batizado de “chuva de aranhas” o vídeo transformou Érick quase em uma celebridade ao passar o dia dando entrevistas para jornais e sites. “Eu nunca vi nada parecido. Quando percebi estava embaixo de uma chuva fina gravando aquela cena”, conta.A reportagem da Gazeta do Povo esteve nesta sexta-feira (8) no local e encontrou as aranhas protegidas entre as árvores. O local fica à margem de uma estreita estrada rural e há poucos moradores por perto.

Apesar de estranho, o fenômeno não é tão incomum assim. O professores de biologia da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Luiz Carlos de Pontes Silva, explica que esses animais estão encontrando o ambiente perfeito para se reproduzir e desenvolver sem predadores naturais, como pequenas aves e morcegos. O especialista conta que realizou no ano passado um estudo na região em que percebeu o aumento da população de aranhas por conta do desaparecimento de árvores frutíferas que deram lugar a pastagens. Essas árvores eram abrigo de morcegos, principais predadores das aranhas.

Pontes Silva explica que normalmente são as fêmeas que tecem as teias, muito resistentes e semelhantes aos fios de seda. No entanto, essa época do ano é o período de reprodução deste tipo de aranha e os machos começam a tecer também suas teias para impressionar as fêmeas aumentando a área ocupada com os fios. A competição acaba formando um emaranhado de fios que se estendem por postes, fios de energia elétrica e árvores cobrindo dezenas de metros quadrados. No final da tarde os animais deixam as frestas das árvores e entre as folhas para capturar os insetos presos nas teias.

O biólogo também alerta que não é bom ficar perto destes animais. A picada dessas aranhas pode causar irritação e desconforto em adultos saudáveis, mas em crianças com menos de quatro anos, o veneno do aracnídeo pode provocar complicações e até choque anafilático. Apesar disso, esses animais não são considerados agressivos.

O agricultor Renato Teodoro Corsini já foi picado pela espécie, assim como seu filho. Ele revela que a criança, um menino de quatro anos teve que receber atendimento médico e mesmo assim sofreu por dias com espasmos e convulsões. “Tenho percebido a presença dessas aranhas em vários locais, principalmente perto de pastagens”, diz.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Santo Antônio da Platina não há registro recentes de acidentes com aranhas da espécie tecedeira-sombria.

A fonte deste post foi o Instituto EcoFaxina que teve como fonte a Gazeta do Povo.

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=447735681966926&set=a.151811931559304.38413.149850451755452&type=1 em 09 fev 2013 – às 15:48 hs e publicado em 15 fev 2013 às 9:36 a.m. – Porto Alegre

Feito ’sob medida’, barco tira lixo do fundo da Represa de Guarapiranga/SP

Todos os dias, pelo menos um caminhão de lixo é retirado da represa Guarapiranga, na Zona Sul de São Paulo. De sofá a garrafas pet, o entulho polui e emperra na barragem, onde a água é captada e enviada para a estação de tratamento do Alto da Boa Vista, antes de ser distribuída para 3,8 milhões de moradores da capital. Parte desse lixo não pode ser retirado manualmente – como é feita a limpeza diária desde o ano passado. Ele desce ao fundo da represa e fica lá por meses, anos, décadas.

Para fazer essa limpeza, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) precisava de um equipamento específico, com um guindaste e um braço longo. Há seis meses, encomendaram a pesquisadores da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) um barco exatamente assim, e, há duas semanas, a embarcação começou o trabalho pesado: limpar as profundezas da represa.

O barco alcança até cinco metros de profundidade e trabalha das 7h às 17h nos dias úteis. Junto com ele, outro semelhante foi desenvolvido para retirar plantas que ficam na superfície da represa, as macrófitas.

“O maior problema é o lixo que chega pelos córregos. Para isso temos 11 ecobarreiras [estruturas com boias e telas metálicas submersas] na foz dos córregos que retém o lixo jogado na rua ou nos cursos-d’água. Esse barco vai retirar um material mais antigo, plástico, sofás, microondas, coisas que estão a três, quatro metros de profundidade”, explicou o assessor da diretoria metropolitana da Sabesp, Hélio Figueiredo.

“Vejo muita sujeira”, conta o marinheiro e motorista do novo barco Dorival Machado. “Uma das primeiras vezes que viemos, pegamos uma mina antiga, um míssil. Já saiu móvel, carcaça de moto, um monte de coisas”, conta ele.

A represa teve as margens reflorestadas e é muito usada por velejadores e canoístas. A retirada das macrófitas costumava ser feita muitas vezes em parceria com os clubes esportivos nas margens. Segundo Hélio, os itens mais coletados são as garrafas pet.

O Programa Nossa Guarapiranga, iniciativa lançada pelo governo do Estado e pela Sabesp, investiu ao todo R$ 12,2 milhões. Segundo o diretor da Companhia de Saneamento, o resultado é visível. “As pessoas usam mais a represa e, no último ano, houve uma diminuição do nível de produto para tratamento da água.”

Museu de lixo – Há 12 anos, uma sala do Parque Guarapiranga, nas margens da represa, reúne objetos que um dia poluíram a represa. São 321 “obras” dos mais diversos tipos: móveis, garrafas, brinquedos e até a carcaça de um carro.

Marco Lucena, gestor do Parque, explica que a maioria dos objetos foi coletada numa campanha de limpeza que ocorreu entre 1999 e 2001, mas há coisas de 2007. Cada parte da sala representa o lixo de uma região da represa. Os arredores da Avenida Atlântica, por exemplo, são representados pelas garrafas de vidro – objeto mais presente nessa parte. Ao todo, 800 mil pessoas vivem no entorno da Guarapiranga.

“O objetivo é a conscientizar as crianças e sensibilizar os adultos de que, se continuar a jogar o lixo comprometerá a quantidade e a qualidade da água”, diz Lucena.
(Fonte: Giovana Sanchez/ G1)
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/09/24/87583-feito-sob-medida-barco-tira-lixo-do-fundo-da-represa-de-guarapirangasp.html em 29 set 2013 às 20:24 p.m. e novamente em 16 nov 2013 às 08:00 a.m.