Como posso ajudar minha cidade a ter coleta seletiva?

COLETA_OK_3“Tem muitos catadores de material reciclável aqui, mas apenas as garrafas PET e as latinhas têm compradores. Os outros resíduos sólidos vão parar nos lixões”. Katia Nery Alves, Porangatu, Goiás.

Katia, a ausência da coleta seletiva não é “privilégio” apenas da sua cidade, infelizmente. O Brasil, que é o quinto maior produtor de lixo do planeta, também é um dos países que menos trata e recicla seus resíduos sólidos.

Mas nós – cidadãos e eleitores brasileiros – podemos dar um jeito nesse estado de coisas.

Como? Aproveitando que estamos às vésperas das eleições para investir nosso valioso voto em candidatos honestos e realmente preocupados com uma questão que a maioria dos políticos está se lixando, com o perdão do trocadilho: obras de saneamento básico.

Tais obras envolvem, não só a coleta e tratamento de esgotos e da água que consumimos como também a devida coleta de resíduos e seu encaminhamento para a reciclagem.

Esses políticos precisam também trabalhar pelo efetivo cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) (veja notícias relacionadas ao tema, no final deste post). Ela instituiu o dia 2 de agosto deste ano como prazo final para a substituição dos fedidos e nocivos lixões a céu aberto por aterros sanitários decentes.

Entretanto, eles continuam a pleno vapor e recebendo toneladas de dejetos diariamente. Não só em Porangaba, como em mais de 3 300 municípios, de Norte a Sul do país.

A PNRS também prevê a implantação da coleta seletiva nas cidades, para que não só garrafas PET e latinhas de bebidas tenham valor comercial para a reciclagem. Mas é preciso que os políticos criem leis que facilitem o crescimento desse tipo de comércio.

Minha dica é vasculhar na internet até encontrar candidatos comprometidos em resolver todos esses problemas tão relevantes em qualquer país que se propõe desenvolvido.

Sugiro que você comece sua “garimpagem” pelo portal DivulgaCand 2014, disponibilizado na internet pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Está tudo lá, nos mínimos detalhes: as fichas completas de todos os candidatos a presidente da República, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Estaduais que participam das eleições deste ano, com informações valiosas para os eleitores.

É possível até mesmo acessar suas propostas de governo para saber quem está empenhado em batalhar por um país mais limpo.

Aproveite para pressionar o prefeito e os vereadores da sua cidade para que trabalhem pela implantação da coleta seletiva e o fim dos lixões. É lei, precisa ser cumprida e você tem o direito de cobrar.

Afinal, a Política Nacional de Resíduos Sólidos também prevê que o destino correto dos resíduos sólidos é, sim, de responsabilidade de todos nós, cidadãos/eleitores.

Cadê a coleta seletiva? Afonso Capelas Jr. – 30/09/2014 às 18:07

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/sustentavel-na-pratica/cade-a-coleta-seletiva/?utm_source=redesabril_psustentavel&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_psustentavel_sustentavelnapratica em Porto Alegre Bom fim 23:09 

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Metas para cidades mais sustentáveis

Publicação com indicadores da qualidade do desenvolvimento servirá como guia de gestão para os candidatos das próximas eleições

Foto de Waldson Dias via Flickr

A ideia da iniciativa, liderada pela Rede Nossa São PauloRede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis e pelo Instituto Ethos, é apresentar aos candidatos indicadores para o diagnóstico de sustentabilidade local e uma série de sugestões baseadas em experiências bem sucedidas em outras cidades e países.

Os candidatos interessados poderão firmar seu engajamento público com novos padrões de crescimento, assinando a carta compromissoem apoio ao Programa Cidades Sustentáveis.

Os signatários eleitos passam a prestar contas das ações por meio de relatórios, revelando a evolução ou não dos indicadores. Até o momento, 550 candidatos a prefeitos e vereadores de 330 municípios já se comprometeram com a iniciativa.  Os indicadores sugeridos abrangem as áreas econômica, social, ambiental, cultural e de governança.

Maurício Broinizi, da Rede Nossa São Paulo, defende que entre as propostas estejam mais facilidade ao acesso de dados públicos e o incentivo a processos participativos, como os Conselhos Municipais. “O ideal é que cada secretaria municipal tenha um grupo para dar representatividade à sociedade civil”, afirmou durante o lançamento da publicação. Ele contou que em São Carlos, no interior paulista, por exemplo, há 17 secretarias e 37 conselhos, fortalecendo a governança local.

Emídio de Souza, prefeito de Osasco e representante da Frente Nacional de Prefeitos, lembrou a importância em dar legitimidade a esses conselhos. “Existem alguns em que os membros são indicados da própria prefeitura. Isso tira a força da atuação da sociedade civil nesses órgãos”, diz.

Sobre qualidade ambiental, propõe-se aumentar a oferta de áreas verdes, principalmente nos centros urbanos. O objetivo é chegar ao número recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de 12 metros quadrados verde por habitante. Outra meta é de ter 100% dos córregos e rios classificados – segundo padrões da Agência Nacional das Águas (ANA) – ao menos, como “bons”.

Broinizi destacou, contudo, a importância de ações além das métricas ambientais. “Queremos a sustentabilidade política, econômica cultural e educacional”. Por isso, entre as metas voltadas à promoção de cultura está a de ter uma relação de 2 livros por habitante. Os exemplares estarão distribuídos em bibliotecas públicas acessíveis da cidade.

Foto de Waldson Dias via Flickr

Fonte: Centro de Estudos em Sustentabilidade da ESAESP – por: Thaís Herrero 24/08/2012
Publicado 11 set 2012 às 7:20 e 08 set 2013 08:00

nome a nome dos parlamentares e seu posicionamento na votação do código florestal

Você lembra desses nomes e posições de 2012?

Para que possamos saber escolher quem nos representa temos que lembrar as escolhas depois de eleitos. Para os eleitores com critérios ambientais aqui segue uma excelente ferramenta feita colaborativamente demonstrando em cada um dos Estados do Brasil os parlamentares classificados por suas votações neste processo.

Segue o exemplo no Estado do Rio grande do Sul

MANUELA D’ÁVILA

PARTIDO: PCdoB
CARGO: Prefeito
MANDATO ATUAL: Depudato
CAXIAS DO SUL
cartão amarelo = pisou na bola pelo menos uma vez nas votações do código florestal
PARTIDO: PCdoB
CARGO: Prefeito
MANDATO ATUAL: Deputado
SÃO LEOPOLDO
cartão vermelho = em todas oportunidades votou da pior forma possível para as florestas e aqueles que defenderam a destruição do código florestal.
PARTIDO: PT
CARGO: Prefeito
MANDATO ATUAL: Deputado
PELOTAS
cartão amarelo = pisou na bola pelo menos uma vez nas votações do código florestal
PARTIDO: PT
CARGO: Prefeito
MANDATO ATUAL: Deputado
cartão verde – em todas oportunidades votou na melhor opção (ou menos ruim) para as nossas florestas.
Quer saber no seu Estado?
veja o mapa no link: http://www.florestafazadiferenca.org.br/como-participar/#mapa
publicado 05 set 2012 7:20 e 04 set 2013 08:00

Programa de rádio que dá suporte às dicas de sustentabilidade via internet fala sobre agrotóxicos

Esse programa  foi ao ar hoje dia 20 de dezembro… até agora foi o que mais gostei!
radioEletrica_Fabiola_Katia-620x350Começamos falando sobre o lixo nuclear. Em seguida uma pincelada sobre o Lutzemberg e todas as ações positivas na agricultura regenerativa decorrentes do trabalho que o projeto Gaia perpetua com base em seus ensinamentos.

Deste gancho partimos para as novas escolhas da geração Y que formatam um novo modelo comercial regimentado pela liberdade de trabalhar por desempenho; viver a vida nas entrelinhas e com isso tudo ter menos impacto ambiental numa evolução natural desse modelo inovador que a tecnologia e o bem estar pode nos proporcionar.

Deliberações sobre como gerar menos garrafinha de plástico e condicionamento do lixo seco sem sacolas também são pauta, mas tem como temática de fundo alimentação sem agrotóxicos e delibera sobre maneiras de gerar menos embalagens na sua alimentação, migrando para práticas de impacto positivo, tratando de ações regenerativas na degradação presencial.

Ah! e a gente fala da “Lata Mágica” um projeto sobre o qual dedicarei um post exclusivo em breve!

Você já se imaginou tendo um impacto positivo sendo um ator regenerativo no seu entorno? quer saber como? então clica ali:

Programa que foi ao ar no dia 20 dezembro 2012. Agrotóxicos.

Programa de rádio promove dicas de sustentabilidade via web

katia-fabi-620x350Hey você que sempre quer saber mais sobre como ajudar o meio ambiente e fica cheio de perguntas!

Katia Suman, comunicadora exemplar decidiu tirar suas próprias dúvidas e criar uma forma de comunicação que pudesse auxiliar os consumidores no quesito do olhar ambiental. Então elaboramos juntas um formato que permite trazer um diálogo em que alguns pontos são trazidos para compor a reflexão necessária e permitir o consumidor fazer escolhas sustentáveis nas horas de compras.

Então, para que vocês possam compartilhar suas experiências, dúvidas e pontos de vista segue a primeira versão deste programinha. Clicando nesse link cai na pagina da rádio que transmite ao vivo nas quintas-feiras ao meio dia e também armazena os programas transmitidos, nos permitindo essa interação por aqui.

O programa é feito na cidade de Porto Alegre – RS – Brasil, e retrata mais nossa realidade, mas pode ser escutado em qualquer local do mundo através de um acesso à internet e caixinha de som.

Me contem se gostaram. Beijocas, Fabíola Pecce

http://www.radioeletrica.com/blog/?p=654 – programa do dia 16 novembro 2012
Programa de divulgação de uma palestra voltada para designers.

http://www.radioeletrica.com/blog/?p=1047  – programa do dia 06 dezembro 2012
Programa iniciado com a dicussão de combustível renovável ou não renovável.