Todo Lixo É um Erro de Design

Terceira turma do curso Todo Lixo é um Erro de Design em Porto Alegre inicia dia 30 de julho 2018.

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A edição passada aconteceu na ÁREA51.

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Adepta de metodologias Lixo Zero a Pasárgada – oficina de sustentabilidade é uma organização que acompanha os designers com especial atenção por acreditar que estes, sem sombra de dúvidas, são as pessoas que poderão mudar o curso do desenvolvimento da sociedade que vivemos.

Você pode estar pensando que esta é uma tarefa de muitos etc e tal, mas na real, quem concebeu o computador que estou escrevendo, a roupa que estou usando, o carro , os óculos, enfim, quase todos os utensílios cotidianos que usamos, foram os designers, mas não só os designers de formação e sim todos os concebedores de produto e serviços das mais diversas formações.

Pessoas que decidiram como se comunicar com seus públicos. Que decidiram que material utilizar. E como equacionar as soluções que o projeto visa resolver.
Também, com seus colegas, decidiu todos os processos que serão decorrentes destas escolhas.

No Minuto 10 deste vídeo do Youtube a ministrante, Fabíola Pecce, fala um pouquinho sobre o conteúdo:
Todo Lixo é Um erro de Design no Minuto 10:05

Pelo ponto de vista de ecoeficiência, quanto menos desperdício na confecção deste artefato, mais eficaz será a iniciativa que se propôs a desenvolver e confeccionar, uma vez que pouco da sua valiosa matéria-prima foi desperdiçada no processo.

Já. quanto mais inclusivo e assertivo for o processo de criação, mais transparente e de interesse coletivo pode ser o resultado.

Nas atividades que visam não geração de resíduos, é onde nascem criações coletivamente estudadas. Nestes casos, cada parte deste mesmo artefato criado anteriormente deve se tornar matéria para cadeia produtiva (sua ou de terceiros), sendo valorado pós uso pelo consumidor e fortalecendo assim a chamada economia circular.

Tais práticas inspiram-se em metodologias como Cradle to Cradle (ou do Berço ao Berço), Sistemáticas Lixo Zero, Estudo de Ciclo de Vida e muitas leituras sobre metodologias e técnicas que desenvolvem e proliferam uma sociedade mais justa e duradoura, encaminhando respostas para um futuro de abundância e não de escassez.

A aplicação de metodologias para economia circular ainda têm como efeito colateral:
1. a eliminação de passivos (hoje o nosso lixo vai parar numa montanha)
2. menos gasto de energia (reciclagem gasta menos energia que partir da matéria prima original)
3. geração de riquezas (o que antes ia para o lixo passa a ter valor comercial)
4. diminuição da extração de recursos naturais.

Os cases apresentados ao longo do conteúdo mostram organizações que oferecem garantia eterna; indústrias que impactam positivamente o seu entorno e consumidores que aprenderam a escolher .
Se quiser saber mais sobre esses temas e como colocar a teoria em prática, venha para esta atividade proposta pela Pasárgada – oficina de sustentabilidade à convite da equipe da AREA51.

MINISTRANTE

FABÍOLA PECCE

É especialista em Gestão Ambiental e em E-Business, ambas pela FGV. Graduada em Administração – Habilitação Comércio Exterior pela UCS. Fundadora da Pasárgada – Oficina de sustentabilidade, uma organização que ajuda a criar a economia circular em diferentes contextos. Em parceria com o Instituto Lixo Zero Brasil promove anualmente a Semana Lixo Zero no Rio Grande do Sul. Com um perfil técnico-ativista, atua na criação e implementação de programas de consciência ambiental dando ênfase para logística reversa como ferramenta e estratégia. Pontua o design como ação que viabiliza ou não a sustentabilidade na sociedade atual. Criadora do prêmio ECODESIGN para o Sindimóveis de Bento Gonçalves.

Foto da série: quem faz a Semana Porto Alegre Lixo Zero 2015.
Foto da série: quem faz a Semana Porto Alegre Lixo Zero 2015.

Sobre o curso:

Todo Lixo É Um Erro de Design
→Dias 30, 31 julho, 01 e 02 de agosto 2018.
→ Segunda, terça, quarta e quinta-feira, das 18h e 30 min às 22h 30 min.
→Local Vila Flores – Porto Alegre – RS.
→Conteúdo Pasárgada – oficina de sustentabilidade
→Mais informações oi@oficinapasargada.com.br
→Inscrições pelo link: https://www.sympla.com.br/todo-lixo-e-um-erro-de-design__145063
→Certificado para participantes com mais de 75% de presença.
→Acompanhe a promoção da atividade na timeline do evento no facebook: https://www.facebook.com/events/234348213716419/.

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  em 28 de maio de 2017.

From Hípica to Pasárgada at 24 jun 17 às 13h 48min.
Republicado em 05 julho 2018 às 15:44 from hípica.

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LEVI’S CRIA A 1º CALÇA JEANS RECICLADA DO MUNDO FEITA A PARTIR DE CINCO CAMISETAS DE ALGODÃO DESCARTADAS

A Levi’s, em parceria com a startup de tecnologia têxtil Evrnu, criou a primeira calça jeans reciclada do mundo. Cinco camisetas de algodão descartadas dão vida à novas fibras para a peça. Bem-vindo ao futuro da moda sustentável! 

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Notícia de 27 de outubro de 2016.

O ritmo de produção da indústria têxtil é constante e parte importante do comércio mundial, está em segundo lugar quando falamos em consumo, atrás apenas do alimentício. Cerca de 26,5 milhões de pessoas trabalham para essa indústria de roupas atualmente (aproximadamente um em cada seis trabalhadores da população mundial), a maioria em países asiáticos.

Se formos considerar a produção crescente de novas peças, uma boa quantidade de roupas acabaria indo para o lixo, assim como os recursos naturais usados para produzi-las, como a água – ou seja, a indústria têxtil está cada vez mais sedenta.

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Pensando nisso, a Levi Strauss & Co firmou parceria com a startup Evrnu para, a partir de cinco camisetas de algodão, criar seu primeiro par de jeans reciclado (a malha mistura algodão regenerado com algodão virgem orgânico). A famosa empresa norte-americana de jeans usou como protótipo o modelo 501 (a primeira calça jeans lançada pela marca) para criar a nova peça que usa 98% menos água que os demais.

Segundo a Levi’s, cerca de 3.800 litros de água são utilizados durante toda a vida útil de uma calça: 68% desse consumo ocorre no cultivo de algodão, enquanto 23% ocorre na casa do consumidor, por conta de sucessivas lavagens.

Já atenta ao próprio setor, em 2009, a empresa lançou a “Etiqueta de Cuidados Para o Nosso Planeta”, que visa educar os consumidores a cuidarem de suas roupas com menos impacto ambiental, lavando-as menos vezes (às vezes basta limpar uma parte e não a peça inteira), além de incentivar a doação em vez do descarte.

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Além da economia de água, a aliança com a startup está alinhada a uma tendência crescente de eliminar resíduos e dar vida nova ao “lixo” têxtil, com o objetivo de criar uma economia circular, onde o resíduo é visto como recurso e, assim, reinserido no ciclo produtivo.

“Esta tecnologia é uma grande promessa e um avanço emocionante na forma como nós exploramos o uso de algodão regenerado para ajudar a reduzir significativamente o impacto global sobre o planeta. Ao abordar a conservação da água através da inovação, a indústria do vestuário tem o potencial de reduzir significativamente o seu uso”, afirmou Paul Dillinger, chefe de inovação global de produto da Levi’s, em entrevista.

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No momento, em fase de testes e conceitos, o objetivo do protótipo é trazer aos consumidores a calça jeans reciclada justamente igual a que você conhece no mercado.

Isso, claro, não aconteceria de imediato; A Levi’s precisa de tempo para se adaptar aos agricultores e acertar outras ideias. “O que nós estamos fazendo agora é olhando para o futuro. Essa tecnologia pode nos dar essa flexibilidade, e ajudar a restaurar parte do meio ambiente.”

O método não só converte resíduos em fibras renováveis, mas também usa 98% menos água do que os outros produtos. Embora um pouco de algodão virgem seja usado, isto representa um enorme avanço na tecnologia têxtil. A técnica desenvolvida pela Evrnu dissolve o tecido e, em seguida, re-gira o fio, tornando-o mais forte do que antes.

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Num mundo com mudanças climáticas cada vez maiores, produção de lixo em grande escala e até mesmo manipulação de sementes para gerar matéria-prima, o sucesso do reaproveitamento sem comprometer o produto final é uma boa notícia não só para aindústria da moda, mas para o planeta!

Via.

 

Leyda Torquato é jornalista, vegetariana e adora todo tipo de arte. Quase desistiu da moda até encontrar todas as suas possibilidades mais justas e sustentáveis e, como toda libriana, não liga de ficar em sua própria companhia.

Leyda Torquato – já escreveu posts no Follow the Colours.
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Fonte: http://followthecolours.com.br/style-freak/levis-jeans-reciclado/ em Porto Alegre 23 de mao 2017 às 13h 17min – from Hipica to Pasárgada – oficina de sustentabilidade.

O que é ser lixo zero? E por onde começar?

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Para que possamos desfrutar de uma sociedade mais justa e duradoura é imperativo que se quebre o ciclo linear do consumo.

COMPRA – USA – JOGA FORA

Mas fora onde?

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Não existe fora!

Atualmente mais de 90% das cidades brasileiras tem como um dos seus terceiros maiores orçamentos a gestão de resíduos. No Brasil, entende-se por gestão de resíduos alguém passar na sua porta, pegar o seu lixo e levar para um buraco.

A metodologia Lixo Zero inicia com a educação para novos hábitos de consumo, tornando o consumidor protagonista em seu papel (menos consumo, menos resíduo) e, caso não consiga evitar a geração do resíduo, se comprometa em desviar de aterro ou incineração.

Alinhado com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Lei 12.305/2010, o conteúdo une a regulamentação aos princípios Lixo Zero. A dinâmica e orientação proposta pela Pasárgada – Oficina de Sustentabilidade permite que mais pessoas conheçam o Conceito Lixo Zero e inovem nas soluções para desenvolver novos hábitos de consumo baseados em uma sociedade mais justa e duradoura. Esta primeira edição vai acontecer em parceria com a ÁREA51 que tem sido palco de uma série de cursos voltados para sustentabilidade.

→ O que é ser Lixo Zero. E por onde começar.
→ Dia 03 de maio 2017
→ Das 19h às 22h
→ Local AREA 51
→ Inscrições e mais informações:
→ https://www.sympla.com.br/o-que-e-ser-lixo-zero-por-onde-comecar__131964
→ oi@oficinapasargada.com.br
#lixozero #eusozinho #oficinapasargada #AREA51 #portoalegrelixozero

PNRS

São Pincípios para Comunidade Lixo Zero:

  1. Adotar a definição de Lixo Zero – Lixo Zero é uma meta ética, econômica, eficiente e visionária, para orientar as pessoas em mudar seu estilo de vida e adotar práticas que favoreçam os ciclos naturais, onde todos os materiais descartados são projetados para tornarem-se recursos para outras pessoas usarem. Lixo Zero significa projetar e gerenciar produtos e processos para sistematicamente evitar e eliminar o volume e toxicidade dos resíduos e materiais, conservar e recuperar todos os recursos, e não queimar ou enterrá-los. Implementar o Lixo Zero eliminará todas as descargas para a terra, água ou ar, que são uma ameaça planetária, humana, animal e vegetal” .
  2. Estabelecer pontos de referência e um cronograma para cumprir as metas para medir realizações de sucesso e de monitoramento – Cinco anos é um período razoável para fazer avanços significativos e investir os recursos locais na obtenção de conquistas tangíveis e visíveis. Algumas comunidades têm adotado o Lixo Zero como objetivo para desviar pelo menos 90% dos resíduos gerados aos aterros e incineradores dentro de 10-15 anos após a elaboração e adoção de um plano. A peça chave do processo de planejamento é estabelecer o que é uma meta razoável para a sua comunidade, reconhecendo a urgência de se mover rapidamente devido às mudanças climáticas.
  3. Envolver toda a comunidade – É importante não deixar o Lixo Zero “desperdiçar especialistas”, todos tem um papel a desempenhar na redução de resíduos, de devolução, reutilização, reciclagem e serviços de compostagem.
  4. Tomadores de decisão devem gerenciar recursos e não lixo ou desperdícios. Incineradores existentes devem ser eliminados e não construídos novos. Os aterros devem ser reformados para evitar a poluição do ar e da água.
  5. Utilize fundos de estímulo econômico e taxas incidentes sobre toneladas de resíduos depositados em aterro para – Financiar programas educacionais e treinamentos voltados aos gestores de resíduos para que utilizem uma abordagem Lixo Zero, desenvolvam programas de manejo de resíduos e cumprimento as regras ambientais.
  6. Educar os moradores, empresas e visitantes – Lixo Zero é uma estratégia, não uma tecnologia, portanto visa organização e educação. Comunidades devem estabelecer programas para educar e treinar moradores e conseguir a mudança cultural necessária para chegar à meta Lixo Zero.
  7.  Realizar avaliações Lixo Zero – As comunidades devem realizar uma auditoria para descobrir as quantidades e os tipos de resíduos produzidos e verificar necessidade de instalações para tornar os serviços mais convenientes para os usuários do que a coleta de material misturado.
  8. Construir residuários e instalações de pesquisa – Os resíduos devem ser enviados para separação e avaliação. Neste caso, os residuários são estratégicos e devem ter muita visibilidade. Se a comunidade não pode reutilizar, reciclar ou compostar, então a indústria deve levar de volta para reutilização, reciclagem ou compostagem, ou projetá-lo para fora de uso, já que representa um mau design industrial ou maus hábitos de compra, tanto que tem que ser mudado através de uma pesquisa dedicada e esforços educacionais.
  9. Desenvolver novas regras e incentivos para avançar no alcance da meta Lixo Zero – As comunidades devem reestruturar contratos e políticas para evitar os custos de coleta e destinação final.
  10. Decretar regras de Responsabilidade Compartilhada – As comunidades precisam incentivar e pressionar as empresas locais para o recolhimento dos produtos e embalagens de seus consumidores em suas lojas e fábricas (produtos e embalagens que não podem ser reutilizados, reciclados ou compostados localmente ou são tóxicos devem ser obrigados a serem levados de volta a pontos de venda ou instalações adequadas sem nenhum custo por parte do usuário). As comunidades devem defender políticas estaduais e nacionais e não permitir que produtores exportem resíduos ou lixo causem danos a países com padrões ambientais inferiores.
  11. Eliminar os subsídios governamentais que reforçem o desperdício – Os governos têm subsidiado incineradores sob o disfarce de “Energia a partir do lixo”, quando na verdade essas instalações desperdiçam energia. As regulamentações governamentais de aterros devem ser revistas. Comunidades que adotaram estruturas de taxas fixas de lixo também tornaram mais barato gerar lixo do que reciclar, em vez de adotar o pague o quanto você gera. Temas como estes devem ser aprofundados e estudados para reduzir disperdício de forma concreta.
  12. Apoio a Contratos Lixo Zero – Os governos locais devem ser exemplo e adotar o princípio da precaução para a compra municipal para eliminar produtos tóxicos e serviços; evitar produtos descartáveis e excesso de embalagens; retornar aos vendedores qualquer embalagem em excesso, reduzir embalagens; comprar reutilizados, reciclados, produtos de compostagem; comprar equipamentos remanufaturados, alugar equipamentos, arrendar e partilhar; comprar materiais duráveis (usando análises de ciclo de vida de custo); e incentivar as empresas e instituições para seguirem estas práticas também.
  13. Expansão da Infra-estrutura para o Lixo Zero
    a) Estrutura Lixo Zero – Governos locais e partes interessadas devem ser envolvidos no desenvolvimento de processos de reutilização, reciclagem, compostagem, criando espaços adequados, incluindo Parques de Reciclagem.
    b) Apoiar negócios de reutilização, ONGs e Sociedade Civil – Concentrar-se no valor de materiais reutilizáveis e não apenas na escala de produtos.
    c) Desviar resíduos orgânicos compostáveis para fora dos aterros e de volta para o solo (incluindo recortes de jardim, restos de comida, alimentos, papéis tipo guardanapo e resíduos de madeira sem venenos) – Apoiar pequenas operações de compostagem locais ao invés das grandes instalações centralizadas. Compostos gerados devem ser usados localmente para produzir alimentos e restaurar os solos, para melhorar a segurança alimentar local e auto-suficiência.
    d) Apoiar práticas Lixo Zero em empresas e instituições – As comunidades devem exigir que a reciclagem e sistemas de separação sejam oferecidos a todos os usuários.
    e) Construção, Demolição e Remodelação (Construção & Demolição) – Adotar reutilização desconstrução e políticas de âmbito municipal (incluindo a exigência de todos os contratantes que apresentem planos e depósitos para cumprir as metas comunitárias). Trabalhar com programas de construção verde para priorizar desconstrução e reutilização e exigir que todos os novos edifícios proporcionem espaços adequados para contentores de reciclagem e gestão dos resíduos orgânicos.
    f) Empresas locais – As comunidades devem apoiar as empresas e associações comunitárias, ajudar a gerir e utilizar os recursos locais.
  14. Desafie empresas a liderar o caminho para o Lixo Zero – Devemos identificar, reconhecer e promover as empresas locais Lixo Zero e desafiar outros a seguir este exemplo. Pressionar para o estabelecimento de metas e cobre resultados.

 

Veja outros cursos da Pasárgada – Oficina de Sustentabilidade que já aconteceram na ÁREA51 em Porto Alegre – RS – Brasil:
Sustentabilidade do Eu Sozinho
Quem é o ANTICONSUMIDOR? E o que ele (NÃO) compra?

Increva-se agora: https://www.sympla.com.br/o-que-e-ser-lixo-zero-por-onde-comecar__131964

Bom Fim. Porto Alegre – RS – BRASIL – 04 abr 17- niver milton e show Elton John e James Taylor na cidade. Escrito às 12:06p.m.

Quem é o ANTICONSUMIDOR? E o que ele (NÃO) compra?

Entender a nova economia passa por desvendar o anticonsumidor.

Se você (ao contrário da grande tendência) se sente incomodado quando “quebra” seu celular e você é obrigado a comprar um novo; prefere colher um punhado de salsinha no jardim qao invés de ir comprar em qualquer lugar, ou ainda tem esperança de consertar algo que tem quebrado no lugar de comprar um novo, então este bate-papo é pra você

Entenda onde você está no mercado. Como fazer para encontrar produtos que atendam o que você quer e o que isso significa no mundo moderno.anticonsumidor

A primeira edição foi junto ao Brick dos desapegos e a próxima acontece no dia 05 de novembro das 15 às 17h.

SERVIÇO:
Quando: 05 NOVEMBRO 2016
Onde: ÁREA 51
Hora: das 15h às 17h
Quanto: R$ 30,00/pessoa
Inscrições: https://www.sympla.com.br/quem-e-o-anticonsumidor-e–o-que-ele-nao-compra__98472
Conteúdo: Pasárgada – oficina de sustentabilidade
Proponente: Brick dos Desapegos

Atividade integrante do Brechó de Desapegos e Área 51.

Mapeamento Colaborativo da Rede Lixo Zero

Se conhecer e se reconhecer enquanto uma rede composta de entidades e cidadãos que se compromentem e exercem mudanças na sociedade para construção de uma sociedade Lixo Zero é um dos principais legados que percebemos em Porto Alegre desde que a primeira edição da Semana Lixo Zero Porto Alegre no ano de 2014 .

Esta iniciativa em Porto Alegre é coordenada pela Pasárgada – oficina de sustentabilidade em parceria com o Instituto Lixo Zero Brasil. Por isso, na evolução deste encaminhamento, estamos lançando este mapa colaborativo onde todos que têm o link podem incluir sua iniciativa explicando a conexão com LIXO ZERO.

Ser lixo zero é sistematicamente evitar a geração de resíduos e, sendo este inevitável, desviá-lo de aterro ou incineração.

O mapa inclui as mais viversas inciativas desde empresas que tem LIXO ZERO como estratégia em sua formatação, como a Re-Ciclo e a Colibrii que são iniciativas que diminuem sistematicamente os passivos dispostos na natureza, inclui também consultores da cena nacional (www.ilzb.org) e internacional da Rede Lixo Zero (http://zwia.org/) como a Leslie Lukacs, Pal Martensson, Enzo Favoino. Até o mapeamento  de empresários e pessoas físicas que assinam um Termo de Compromisso Lixo Zero em Porto Alegre, como o vereador André Carús que assinou o documento e se compromete a construir ações na evolução de uma Porto Alegre Lixo Zero.

Também apresenta áreas de transformação na cidade de Porto Alegre como a Zona de Inovação Sustentável ZIS e a área de cobertura do RECICLAPOA, projeto da prefeitura de Porto Alegre em parceria com inúmeras iniciativas.

Ações como esta reforçam a transparência dos processos de construção coletiva.

Coloque seu pin e compartilhe com outras iniciativas.
Link para o Mapa Colaborativo Lixo Zero clique aqui.

Este trabalho está apenas começando e ao longo do tempo que poderemos avaliar a força deste legado.

Para compreender melhor territórios Lixo Zero e vivenciar um pouco desta experiência foi criado o I Walk Tour Lixo Zero Porto Alegre que vai contecer no dia 22 de outubro de 2016.

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A programação deste Tour é conforme segue:

13h 30 min Chegada e recepção do grupo.
14h Apresentação Conceito Lixo Zero e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Recebimento do kit para acompanhamento da visita guiada.
(prancheta, folha de anotações e caneta)
14:30. apresentação de dois cases para Lixo Zero
1. Re- Ciclo
2. Inciativa 2 (a confirmar)
3. Apresentação do residuário do Paralelo Vivo, com a correspondente ação de encaminhamento de resíduos e registros.
15:15. Saída a pé para o Vila Flores.
1. Apresetação de um case para Lixo Zero, da Colibrii e
2. Apresentação do residuário do Vila Flores, com a correspondente ação de encaminhamento de resíduos e registros.

16h. Saída a pé para o Galpão Makers.
Apresentação de uma lâmina de cada produto com iniciativas lixo zero pontuadas de dentro do Galpão Makers, apresentação do residuário, com a correspondente ação de encaminhamento de resíduos e regstros.
Fechamento dos ODS e encerramento da atividade.

Participe, Compartilhe.

Atividade gratuita. Vagas Limitadas. Inscrições pelo link:
https://www.google.com.br/maps/@0,-86.5184433,3z/data=!3m1!4b1!4m2!6m1!1s1i3cb2-W9wX7yTHrc_kFtbAbHMdo?hl=pt-BR

Saiba mais em:
CONHEÇA ALGUMAS PRÁTICAS EM GESTÃO DE RESÍDUOS QUE ESTÃO SENDO IMPLANTADAS NO VILA FLORES!
Workshop | Sustentabilidade do Eu Sozinho
Palestra: Todo Lixo É um Erro de Design
Curso de Introdução à Produção Mais Limpa

CONHEÇA ALGUMAS PRÁTICAS EM GESTÃO DE RESÍDUOS QUE ESTÃO SENDO IMPLANTADAS NO VILA FLORES!

Escrito por Aline Bueno. fonte: https://vilaflores.wordpress.com/2016/09/28/conheca-algumas-praticas-em-gestao-de-residuos-que-estao-sendo-implantadas-no-vila-flores/

Desde as primeiras atividades no Vila Flores, em 2013, algumas práticas de gestão de resíduos têm sido desenvolvidas no espaço para reduzir o lixo gerado no local. Quando foi feita a primeira edição do Projeto Simultaneidade, em dezembro de 2013, já havia a preocupação com essa questão. Com a ajuda de três grandes parceiras, a Ilsa Solka de Lemos, a Patrícia Rabelo e a Fabíola Silveiro, foram desenvolvidas algumas ações durante o evento: disponibilização de dois tipos de descarte de bitucas (bituqueiras espalhadas pelo pátio e bituqueiras de bolso para venda), venda de copos reutilizáveis da Meu Copo Eco e disponibilização de acondicionamento adequado para segregação de resíduos, assim como sinalizações espalhadas pelo local com o intuito de conscientizar o público quanto ao assunto. No final do Projeto Simultaneidade, foi feito contato com o Sr. Antônio, da Vila dos Papeleiros, que foi ao Vila Flores buscar os itens recicláveis para levar até um centro de triagem da região.

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A parceria com o pessoal da empresa Meu Copo Eco segue até hoje nos eventos realizados pela Associação Cultural Vila Flores. Os copos são feitos de polipropileno, bastante resistentes e totalmente recicláveis. Várias edições foram feitas com ilustrações de artistas residentes do Vila. O esquema de utilização funciona da seguinte maneira: o copo é comprado por R$5,00, utilizado durante o evento e depois pode ser devolvido (retornando o valor de R$5,00) ou levado para casa como recordação. Além disso, também é solicitado aos fornecedores de alimentos que utilizem talheres e recipientes biodegradáveis, geralmente feitos de mandioca ou de cana-de-açúcar. Essas ações reduziram drasticamente a geração de lixo no local.

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Em 2016, iniciaram práticas alinhadas à iniciativa Lixo Zero, que consiste no aproveitamento e encaminhamento correto dos resíduos recicláveis e orgânicos, para que nenhum lixo vá parar em aterros sanitários. A partir da orientação da Pasárgada Oficina de Sustentabilidade, foi a colocação de seis residuários no pátio: rejeitos não recicláveis, papel, plástico, metal, vidro e orgânicos.

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Também são desenvolvidos trabalhos com a Re-ciclo, residente do Vila que faz a coleta do “lixo” orgânico de casas e condomínios e transforma o material em adubo rico em nutrientes para jardinagem e hortas. Para haver essa coleta, foi colocado no pátio um balde de 10 litros como residuário e toda semana o pessoal da Re-ciclo recolhe o conteúdo. Ao final do mês, o Vila recebe adubo ou uma muda da iniciativa para ser plantada em seu jardim! A Re-ciclo também atua dentro do Vila conectada à educação, fazendo oficinas para adultos e crianças e trazendo projetos de conscientização.

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Além disso tudo, o Vila Flores sempre fez questão de reutilizar materiais, como por exemplo, as tesouras de madeira do telhado galpão que viraram as laterais dos bancos que ficam no pátio. As mesas do pátio são feitas de venezianas e pallets foram transformados em um banco pelos vileiros Matehackers.

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Como a conscientização sobre essas questões é considerada muito importante dentro do Vila Flores, também são realizadas atividades no local, como o evento “Circuito Start – Culinária Orgânica: do plantio à compostagem” e o “Vila Consciência”.

Organizado pela NET Impact, o ciclo de encontros Start aconteceu em setembro de 2016 e disseminou conhecimento em assuntos que tangem os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O evento foi focado em desenvolver o ODS #2 “Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável”. Durante o Circuito teve introdução e montagem prática de uma horta, oficina de plantas alimentícias não convencionais, receita com aproveitamento de alimentos, entre outras atividades.

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O Vila ConsCiência aconteceu em setembro de 2017 e promoveu uma aproximação da comunidade com temáticas ambientais relevantes. Realizado pela Apoena Socioambiental e pela Ecdise Ambiental, reuniu oficinas, rodas de conversa, exposições e atividades recreativas voltadas para educação ambiental. Entre os diversos temas estavam economia, alimentação, iniciação científica, utilizações do bambu, a importância de aves e mamíferos nos centros urbanos, além de outras discussões também voltadas para a ecologia.

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Conforme cresce, o Vila Flores busca a readequação de suas logísticas de tratamento de resíduos. A caminhada vai em direção à metodologia Lixo Zero. A implementação dessa prática não é fácil, pois exige a retirada de lixeiras dos ambientes e a reeducação dos que transitam pelo espaço. Ainda assim, a mobilização segue em frente, fazendo aos poucos com que cada um adquira a consciência de que é responsável pelo seu lixo. Com o auxílio do Vila, é feito o descarte correto para que se alcance esse objetivo tão importante para o meio ambiente.

Com essas ações, é reduzida gradativamente a geração de lixo, colaborando para uma cidade mais limpa e sustentável!

Links:

http://www.slideshare.net/vilaflores/gesto-de-resduos-do-projeto-simultaneidade

http://www.meucopoeco.com.br/site/

https://www.facebook.com/reciclopoa/

https://portoalegrelixozero.wordpress.com

https://www.facebook.com/InstitutoLixoZeroBrasil/

https://www.facebook.com/oficinapasargada/

https://www.facebook.com/netimpactpoa/

fonte: https://vilaflores.wordpress.com/2016/09/28/conheca-algumas-praticas-em-gestao-de-residuos-que-estao-sendo-implantadas-no-vila-flores/ em 29 set 2016 às 16h 09 min. Porto Alegre – RS – Brasil – Bom Fim – III Semana Porto Alegre Lixo Zero. Atualizado em 12 julho 2018 às 18h 42 min para o curso Todo Lixo é Um erro de Design – 3ª Edição.
http://www.semanaixozeroportoalegre.com.br

Palestra: Todo Lixo É um Erro de Design

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Adepta de metodologias Lixo Zero a Pasárgada – oficina de sustentabilidade é uma organização que acompanha os designers com especial atenção por acreditar que estes, sem sombra de dúvidas são as pessoas que poderão salvar o mundo (ou não).
Você pode estar pensando que esta é uma tarefa de muitos etc e tal, mas na real quem concebeu o computador que estou escrevendo, a roupa que estou usando, o carro , os óculos, enfim, quase todos os utensílios cotidianos foram os designers,mas não só os designers de formação e sim todos os concebedores de produto das mais diversas formações.

Estes que decidiram que material utilizar, como equacionar as soluções que o projeto visa resolver e todos os processos que serão decorrentes desta escolha. Quanto menos desperdício na confecção deste objeto mais eficaz será a iniciativa que se propôs a desenvolver e confeccionar, uma vez que pouco da sua valiosa matéria-prima foi desperdiçado no processo.

Nas atividades de não geração é onde nascem o início dos cuidados, entretanto pós uso pelo consumidor cada parte daquele mesmo objeto deve se tornar parte da cadeia produtiva desta mesma organização ou da cadeia produtiva de terceiros, fortalecendo assim a chamada economia circular. Estas metodologias que incluem ferramentas como Cradle to Cradle (ou do Berço ao Berço), Sistemáticas Lixo Zero, Estudo de Ciclo de Vida são algumas das formas que temos de desenvolver e proliferar práticas que levem para um futuro de abundância e não de escassez.

Tais práticas ainda têm como efeito colateral:
1. a eliminação de passivos (hoje o nosso lixo vai parar numa montanha)
2. menos gasto de energia (reciclagem gasta menos energia que criar uma matéria prima toda do zero)
3. geração de riquezas (o que antes ia para o lixo passa a ter valor comercial)
4. diminuição da extração de recursos naturais.

Se quiser saber mais sobre isso e como praticar venha para esta atividade proposta pela Pasárgada – oficina de sustentabilidade a convite da equipe da Semana Acadêmica do Design da UFRGS.

Serviço:
Palestra: “Todo Lixo É um Erro de Design”
Palestrante: Fabíola Pecce
Atividade integrante da Semana Acadêmica do design da UFGRS 2016
Local: Faculdade de Arquitetura da UFRGS 
Rua Sarmento Leite, 320, Centro Porto Alegre -RS – Brasil
Hora: 19h
Registre seu interesse se inscrevendo no link: http://even.tc/todo-lixo-e-um-erro-de-design
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1840683439494756/

Sobre a Palestrante:

Fabíola Pecce é fundadora da Pasárgada Oficina de sustentabilidade. Formada em Comércio Exterior pela UCS área que atuou por quinze anos, complementou os estudos com duas especializações na FGV, uma em E-business e outra em Gestão Ambiental. Atua como coordenadora de projetos, é apaixonada por logística e catalisadora da economia circular.

Aprendeu logo que resíduo no lugar certo passa a ser insumo e, passando a ser insumo minimiza extração de recursos, por isso, dedica seu tempo a designers e projetos que minimizem impactos auxiliando no desenvolvimento de produtos e processos para que operem com impacto ambiental positivo. É criadora do Prêmio Ecodesign da Casa Brasil e roda um programa de rádio sobre Sustentabilidade que vai ao ar toda quinta feira das 12h às 13h pela www.radioeletrica.com e via UNISINOS FM 103,3.

Pasárgada – oficina de sustentabilidade

Hoje é lançado o primeiro advertising da Pasárgada que é uma organização que opera como uma oficina de sustentabilidade ajudando a sociedade de recriar de forma cíclica através da promoção da economia circular, da logística ambiental e da educação e orientação de designers.

Praticar sustentabilidade é algo simples e sensível ao senso de oportunidade que as situações apresentam.

Pare. olhe. perceba.

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Para saber mais sobre a Pasárgada e suas atividades, acompanhe as atividades no Facebook: https://www.facebook.com/oficinapasargada/

#oficinapasargada #lixozero #economiacircular

Google quer inserir economia circular no dia a dia da empresa para chegar ao lixo zero

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Nos últimos anos, a Google tem caminhado para inserir conceitos sustentáveis em seus escritórios. Segundo o vice-presidente da companhia, Jim Miller, algumas das medidas foram: o reaproveitamento de seus servidores, medida que evitou a compra de mais de 300 mil novas máquinas; a reciclagem do lixo de construções para que resíduos não parem em aterros, a obtenção de energia do lixo para abastecer escritório da Califórnia (como eletricidade e aquecimento) – esse mesmo escritório faz reciclagem de água para usar irrigação, com uma redução de 30% de seu gasto de água; entre outras iniciativas, como utilizar bodes como cortadores de grama naturais.

Mas há mais por aí. Em parceria com a Fundação Ellen MacArthur, a companhia quer incorporar o conceito de economia circular na infraestrutura, na operação e na cultura da empresa. O vice-presidente espera que essas medidas levem o conceito de redução de lixo e sustentabilidade para um nível mais alto.

Economia circular poupa dinheiro, aumenta a produtividade, cria empregos e ajuda a desenvolver tecnologias, além de diminuir a exploração dos recursos naturais

Kate Brandt, chefe de sustentabilidade da Google, diz que a empresa irá focar em agarrar oportunidades para chegar ao lixo zero por meio de designs inteligentes em toda a empresa.

Exemplo aos demais
Muitos esperam que a iniciativa da multinacional consiga influenciar outras companhias a mudarem seus modelos de negócios e suas visões sobre a sustentabilidade.

Segundo uma análise feita pela Comissão Europeia, a inserção de práticas da economia circular pode economizar três trilhões de dólares ao continente europeu. A economia circular poupa dinheiro, aumenta a produtividade, cria empregos e ajuda a desenvolver tecnologias, além de diminuir a necessidade que as economias mundiais têm de explorar recursos naturais.

Confira este vídeo que explica um pouco mais sobre economia circular:

fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2015/outubro/google-quer-inserir-economia-circular-no-dia-a-dia em 29 out 2015 Às 10h 28 min a.m. Paralelo VivGoGo
Sustainable Innovation Zone

A cada dois dias Porto Alegre transporta o equivalente a uma volta ao redor do globo terrestre pelo equador CARREGANDO RESÍDUOS.

A reunião da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara Municipal de Porto Alegre (COSMAM), em sua atividade na Semana Lixo Zero, iniciou com o seguinte texto:


“Porto Alegre leva, TODOS OS DIAS, até Minas do Leão/RS, algo em torno de 1.200 TONELADAS de resíduos.

São aproximadamente 90 viagens com carretas carregadas de resíduos (5.000 metros cúbicos POR DIA).
Pra ir e voltar, desde o transbordo da Lomba do Pinheiro, são 226 Km (113 + 113). Multiplicando essa quilometragem por 90, são 20.340 Km RODADOS A CADA DIA!

A cada dois dias, é o equivalente a uma volta ao redor do globo terrestre pelo equador CARREGANDO RESÍDUOS. Isso, sem considerar a rodagem dentro da cidade, emissões de CO2, etc.

Tudo isso pra levar “lixo” de nossas residências até o aterro sanitário.

Qual é o custo deste transporte?
Qual é o custo para depositar estes resíduos em Minas do Leão?

Segundo dados do DMLU (2012), mais de 50% do que é coletado, são RESÍDUOS ORGÂNICOS, que poderiam receber tratamento inclusive doméstico através de composteiras orgânicas e hortas em apartamento.

Ou seja, se fossem bem separados, compostados e reciclados, quanto se poderia racionalizar nessa forma de lidar com resíduos que a cidade vive?

Além disso, qual o volume de geração de renda que se deixa de implantar, a baixíssimo custo, estimada em centenas de empregos diretos, através da ação de catadores, hortas comunitárias, compostagens urbanas?”
leu o vereador Marcelo Sgarbosa amparado pelo texto de seu matemático assessor,
Dois andares abaixo outra atividade fazia uma exposiçâo sobre REDUZA SEUS RESÌDUOS.
pare. olhe. escute.
programação no site: http://www.semanalixozeroportoalegre.com.br
Compartilhamento de boas práticas.
De 23 a 01 de novembro. Porto Alegre – RS – BRASIL
o que fazemos