Por que é tão difícil despoluir a Lagoa Rodrigo de Freitas no RJ?

“Daqui a seis meses eu e você estaremos nadando na Lagoa” – a promessa é do bilionário Eike Batista, que está em 2013 estava gastando uma boa grana pra tentar despoluir a Lagoa. De 2008 até esta matéria, já foram investidos 15 milhões de reais no programa de despoluição. Essa quantia foi destinada para acabar com as ligações clandestinas de esgoto que caem das galerias pluviais.

Mas apesar de tanto esforço para tentar recuperar um dos pontos turísticos mais famosos da cidade, os desafios são grandes. E a razão é simples. As características geográficas do local tornam a lagoa um depósito de matéria orgânica e sedimentos trazidos pelos rios ou por ação da chuva nos morros. Sem contar os anos que não houveram nenhuma fiscalização do despejo de esgotos na Lagoa.

Para entender melhor sobre esses desafios, veja o infográfico abaixo:

 

publicado em 28 out 2012 às 08:00 e 31 out 2013 Às 08:00
Reposted 25/04/2016 – 15:05 – Bom Fim.

Anúncios

Vauban: A cidade que recicla, gera energia, quase não tem carros e tem gente feliz

Atualmente cada vez mais cidades vêm aderindo ao conceito de sustentabilidade, criando propostas que melhoram a qualidade de vida, reduzindo a poluição, reutilizando e reciclando materiais, racionalizando uso de água e energia e gradualmente tornando a cidade cada vez mais integrada à comunidade com lugares para interação social, melhoria da mobilidade urbana, diminuindo a segregação social e principalmente a gentrificação.

A cidade de Vauban, em Freiburg, na Alemanha se tornou um modelo de cidade sustentável. O projeto começou em meados dos anos 90 em um terreno onde era base militar francesa nomeada em homenagem ao engenheiro militar francês Sébastien Le Prestre de Vauban. Em 1993 iniciou-se o planejamento da cidade, e já nos anos de 1995 e 1996 foram feitos encontros comunitários para conscientização sobre o uso de energia. Em 1998 começaram as primeiras construções e em 2006 o projeto de Vauban estava concluído e funcionando!

Planejada para até 5.000 habitantes, a cidade teve suas casas construídas para funcionar como micro usinas de geração de energia elétrica. Essa geração de energia não só supre às necessidades do local como gera créditos, ou seja, as casas geram mais energia do que consomem (cerca de 4 vezes) e toda essa energia excedente é repassada para rede pública.

Além da tecnologia em prol da sustentabilidade, todas as construções foram pensadas sobre os conceitos do bioclimatismo. No verão, com a posição aparente do sol em ângulo mais alto, as varandas servem para impedir a entrada direta de calor, já no inverno, com a insolação em um ângulo mais baixo, as grandes janelas permitem a passagem de iluminação natural sem comprometer o conforto ambiental interno. Essas janelas são compostas por camadas de vidro para isolar o calor dentro da edificação e muitos dos prédios ainda possuem coletores solares ou placas fotovoltaicas. Além disso, as coberturas possuem sistemas de captação de água da chuva, que é utilizada para irrigação de jardins e uso em vasos sanitários.

A reciclagem é outro aspecto exemplar da Vauban. Todos os resíduos gerados são totalmente separados em coletores espalhados pela cidade e cerca de 65% desses resíduos são reciclados.

Para evitar a circulação de automóveis nos bairros, foram criados estacionamentos para visitantes nas vias periféricas, fazendo da caminhada e da bicicleta as ferramentas de locomoção oficiais do local. Para facilitar ainda mais a mobilidade foram determinadas áreas de ciclovias que cortam praticamente todas as ruas do bairro, juntamente com os “trams”, aqueles bondes que andam sobre tapetes de grama.

A adoção dessa conjunto de ações sustentáveis planejadas fez com que, em 2009, cerca de 70% das famílias escolhessem viver sem o uso de automóvel e de maneira muito mais harmônica com o ambiente.

Vauban - Arquitetura Sustentavel (2)

Vauban - Arquitetura Sustentavel (3)

Vauban - Arquitetura Sustentavel (5)

Imagens via: Wikimedia / Ellen Macarthur Foundation / Material Semiotic / FCS

Por Vitor Vieira

fonte: http://www.arquiteturasustentavel.org/vauban-a-cidade-que-recicla-gera-energia-quase-nao-tem-carros-com-gente-feliz/ em 22 ago 2015

Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes.

A VIAGEM DO LIXO

Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes. Ao serem levados pelas águas, desaparecem de vista, mas permanecem no ambiente por um longo tempo, contaminando a fauna e flora. ora veja no infográfico.

Fonte: Planeta Sustentável

plastico no mar

plastico e tartarugas

fonte da foto da tartaruga pequena: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=550968598258936&set=a.480103312012132.106348.218580984831034&type=1&theater

FONTE DA FOTO DA TARTARUGA grande: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=477186835684097&set=a.248046831931433.57963.126470790755705&type=1&relevant_count=1

post originalmente publicado em 19 fevereiro 2013
republicad com alterações em 18 de abril de 2013 às 13:14 p.m. e 31 ago 2014 às 8h a.m. PORTO ALEGRE – RS – BRASIL

Todmorden, el pueblo inglés auto-suficente alimentariamente.

food to sharefood to share

En dos años, la localidad ha cambiado radicalmente la manera como produce sus alimentos y la forma en que sus residentes se preocupan del medio ambiente. Para 2018 esperan que la ciudad sea totalmente autosuficiente.

El pueblo más comestible del mundo. Uno llega en tren a Todmorden, y lo primero que encuentra nada más salir de la estación es un suculento mapa de todos los cultivos que hay a mano, “Help yourself!” (“¡Sírvase usted mismo!”).

Se plantan a discreción verduras, hierbas y árboles frutales en 70 espacios públicos. Se forma una red de 280 voluntarios que se turnan y se dedican dos mañanas al mes a cuidar de los cultivos. Y todo el mundo (incluidos los turistas) pueden servirse gratis y a placercuando llega la hora de la cosecha. Veja o vídeo sobre a cidade e esta transformação:

fonte: https://www.facebook.com/sustentator/photos/a.108826267824.89349.58151312824/10151815010847825/?type=1&theater em 19 mai 2014 às 22:20 – porto Alegre- Barão do amazonas.

 

Carolina Alzaga pega as correias descartadas das bicicletas e as transforma em grandes lustres.

lustre de correias

Se andar de bike já é um ato bacana, quiçá reciclar a corrente das bikes descartadas. É isso que a Carolina Alzaga faz, e com maestria, afinal ela as transforma em grandes lustres. Assista o vídeo, veja como são feitos e entenda a filosofia da artista

Chain Reaction

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=502715203113160&set=a.171955669522450.49831.114073091977375&type=1&theater publicado originalmente neste blog em 11 fev 2013 às 16:13 e novamente em 30 jan 2014 às 8a.m.

A melhor prevenção contra doenças está aqui!

 #AlimentosOrgânicosla farmacia

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=740169985993986&set=a.154193534591637.33354.146835608660763&type=3&theater em 14/01/2014 Às 01:11 a.m. Porto alegre – rs – Brasil

Em um ano, família produz apenas um pote de lixo.

40304686@N07consumo consiente

você conseguiria?

365 dias e, apenas, um pote de lixo em casa. Você seria capaz de praticamente zerar sua produção de resíduos? Incentivada pela mãe Bea, a família Johnson, de classe média alta, encarou o desafio e não só conseguiu cumpri-lo, como recomenda que outras famílias façam o mesmo. Você se arriscaria?

Segundo Bea – que já lançou até um livro, o Zero Waste Home, para inspirar outras pessoas a reduzir drasticamente sua produção doméstica de lixo – o segredo é adotar afilosofia dos cinco Rsrecusar, reduzirreutilizarreciclar e compostar (rot, em inglês). Duvida? Há três anos, os Johnson vivem dessa maneira – e, pelo menos para eles, a tática funciona muito bem.

Entre outras atitudes, os alimentos da família são todos comprados a granel – e carregados em recipientes levados por eles mesmos ao mercado –, as contas são todas recebidas via e-mail para evitar o papel e os produtos de limpeza e higiene são feitos de forma caseira, dispensando embalagens descartáveis – Bea faz até sua própria maquiagem em casa, acredita? Reduzindo a produção de resíduos, reciclar, reutilizar e compostar fica muito mais fácil, garantem eles.

A aventura dos Johnson rumo ao Zero Waste (ou Desperdício Zero, em português) começou há dez anos: pai, mãe e dois filhos viviam, confortavelmente, em uma região nobre da Califórnia, carregando felizes para fora de casa os cerca de mil quilos de resíduos (!) que os americanos produzem, em média, todos os anos. Mas, apesar da vida de Barbie que levava, Bea não estava feliz. Sentindo-se aprisionada a uma vida artificial, ela propôs que a família mudasse para uma casa menor e foi aí que tudo começou.

Para se acomodar no novo lar, os Johnson tiveram que se desfazer de 80% dos seus pertences. No começo não foi fácil, mas quando aprendeu a se desapegar das coisas, a família achou incrível a sensação de se dedicar mais às pessoas e menos aos objetos e decidiu, então, embarcar no desafio Zero Waste Home, que recomeça a cada ano. E eles não pretendem parar tão cedo!

No início, o pai, Scott, não gostou muito da aventura, mas ele mudou de ideia quando fez as contas no papel e descobriu que a “brincadeira” tinha reduzido os gastos anuais da casa em 40%. E aí, animou?

Os Johnson não estão sozinhos nessa empreitada pelo Zero Waste. Você se lembra da família inglesa Strauss que já noticiamos aqui no blog? Em um ano, eles produziram só um saco de lixo.

418656_338232036257950_400584197_n

viva mais

Foto: Arquivo pessoal

por Débora Spitzcovsky – 08/04/2013 às 09:00

Como criar abelhas em casa

000sy1q0

Em homenagem ao hobby eleito para o ano de 2013, aqui vai o primeiro post sobre APICULTURA. 

Mantenedoras da biodiversidade, supridoras do néctar dos deuses e com uma organização disciplinar tão complexa que são continuamente estudadas, as abelhas estão começando me exercer especial fascínio.
Por isso, retomando antiga prática de meu avô e ainda dominada pela minha mãe, aprenderei a cultivar abelhas e produzir mel a partir do ano de 2013.
Teremos novos capítulos deste tema, cujo post 001 é o que vos fala e ensina nada menos que criar abelhas em casa.

manual - como criar abelhas em casa
Super Interessante…Materia sobre abelhas nativas sem ferrão criadas nas cidades…fonte da pesquisa Marcos Ninguém.

Super Interessante de Dezembro de 2012

Publicado originalmente em 18 jan 2013 e novamente em 11?10?2013 às 8:00 a.m e novamente em 15 out 2013.

Parklets: tomando espaço dos carros para as pessoas

“Todo mundo estava surtando com a crise do nosso país, mas eu fiquei bem animado”. O entusiasmo é do arquiteto Jonh Bela, um dos sócios da empresa de design urbano Rebar, em São Francisco, Estados Unidos. Bela refere-se à crise do mercado imobiliário que abalou a economia dos Estados Unidos em 2008. “As pessoas se preocupavam com a recessão econômica, mas eu particularmente acho que é na escassez de recursos que temos mais espaço para inovação”, diz Bela, tentando explicar seu raciocínio. Talvez seja uma forma um tanto simplista de encarar as coisas. Mas fato é que foi justamente no auge da crise que um dos principais projetos da Rebar, o Parking Day, ganhou mais força e espaço na cidade de São Francisco.

Iniciado em 2005, o Parking Day nasceu como uma ocupação artística das vagas públicas de carros em São Francisco. Durante algumas horas, um tapete de grama sintética amaciava o chão para receber cadeiras, mesas e plantas, convidando as pessoas a permanecerem naquele espaço que, usualmente, era ocupado por carros. Essa ideia inspirou diversas cidades pelo mundo – no Brasil, recebeu o nome de Vaga Viva. “Quando ocupamos uma vaga pública de carros pela primeira vez em São Francisco, tínhamos certeza de que acabaríamos em cana”, conta Bela, às gargalhadas. Mas em vez de serem procurados pela polícia, os sócios da Rebar receberam uma ligação de Andreas Powell, que trabalhava na prefeitura de São Francisco. “Isso que vocês estão fazendo é genial, que tal pensarmos em estruturas permanentes?”, disse Powell, ao telefone. Um pouco incrédulo, mas animado, Bela topou encontrar Powell para pensarem, juntos, em um projeto.

“Eu não conheço ninguém mais obstinado do que o Andreas Powell”, diz a arquiteta Kay Cheng. “Ele estava tão engajado em transformar o Parking Day em algo permanente que iniciou uma verdadeira Epopéia dentro da prefeitura”, conta Cheng, cujo emprego é fruto dessa Epopéia. Powell passou dois anos convencendo os departamentos de trânsito, de espaços públicos e de bombeiros da prefeitura de que ter estruturas fixas para as pessoas, em vez de vagas de carros, seria bom para a cidade. Em 2008 conseguiu a aprovação da criação de um departamento público chamado Pavements to Park, onde Cheng trabalha, que tem como objetivo regulamentar os espaços públicos da cidade que antes eram usados pelos carros e agora passariam a ser áreas de lazer e permanência para as pessoas. E os Parklets foram o primeiro tipo de estrutura criada dentro dessas características.

(ilustração: Juliana Russo)

Na prática, um Parklet é uma extensão da calçada, geralmente em frente a um restaurante, galeria de arte, bar ou café, com mesas e cadeiras. Só que, tecnicamente, o Parklet é um espaço público: ninguém é obrigado a consumir nada para ocupá-lo e todas as regras dos espaços públicos, como a proibição de ingerir bebidas alcóolicas, estão valendo. O primeiro Parklet de São Francisco foi criado em frente ao Mojo Café, na avenida Divisadero, perto do centro da cidade. “No começo as pessoas pareciam não aprovar tanto a ideia, alguns ficavam bravos porque achavam que tinham perdido uma vaga de estacionamento”, conta Cheng. “Mas com o tempo outros estabelecimentos comerciais começaram a ver que todo mundo saía ganhando com os Parklets e queriam, também, construir os seus”, completa a arquiteta.

Cheng faz parte da comissão que avalia os projetos de construção de Parklets. Duas vezes por ano, o Pavements do Parks abre inscrições para emitir autorizações de Parklets. Com a aprovação da prefeitura, o requerente precisa pagar uma taxa que varia de U$ 500 a U$ 1.000 dólares (de R$ 1.000 a R$ 2.000). Mais da metade dessa taxa é repassada ao departamento de transportes da cidade, que teoricamente está “perdendo território”, já que uma vaga de carro é removida e eles precisam de recursos financeiros para rearranjar a logística. Com a taxa paga, o dono do estabelecimento comercial tem carta branca para construir seu Parklet, cujo valor costuma variar entre U$2.000 a U$ 6.000 (R$ 4.000 a R$ 12.000). Esse valor é pago a uma empresa de design, como a Rebar, para o projeto e execução do Parklet.

Outra estrutura que passou a ser regulamentada pelo Pavements to Park são as Plazas, pedaços de rua onde já circularam carros e hoje possuem mesas e bancos para pessoas. Aliás, um dos projetos do Pavements do Park é justamente mapear regiões de São Francisco com potencial para receber Parklets ou Plazas, mas carentes de estabelecimentos comerciais para financiá-los, e tentar estabelecer outros tipos de parcerias para que sejam construídos. As próximas inscrições para a construção de Parklets abrirão no primeiro semestre de 2013 e, segundo Cheng, já há mais de 100 pessoas na lista de espera. “Muito provavelmente nós vamos aprovar todos eles”, diz Cheng. Enquanto o período de inscrições não chega, os donos de estabelecimentos que querem um Parklet podem esperar sentados. Sentados em um dos Parklets que já existem na cidade.

fonte: http://cidadesparapessoas.com/2012/10/20/parklets-tomando-espaco-dos-carros-para-as-pessoas/ em 20/10/2012 às 8:00 e novamente em 29 out 2013 às 08:00 a.m.

Street Furniture, Tokyo Japan

mobiliário urbano  “It PIT STOP” do ESTÚDIO de design “store muu”, Tokyo Japão

Street Furniture ‘IT Pit Stop’ from ‘STORE MUU’ design studio! in Tokyo, Japan

publicado em 26 out 2012 às 08:00 a.m. e 01 nov 2013 às 08:00 A.M.