Curso de Introdução à Produção Mais Limpa

O Curso Introdução à Produção Mais Limpa  que acontece no próximo dia 27 de agosto na Federasul em Porto Alegre, é um conteúdo que apresenta uma metodologia que serve como ferramenta para proliferar o conhecimento de um poderoso instrumento de conversão da sociedade (industrial) rumo a um amplo conceito de sustentabilidade.
A metodologia, alinhada com procedimentos recomendados pela ONU, apresenta a aplicação da etapas através de 20 (vinte) passos em 5 (cinco) fases.
A atividade ainda visa:
1. Analisar coletivamente e discutir a responsabilidade dos profissionais (e futuros profissionais) ligados à gestão em um cenário de competição cooperativa;
2. Instigar os participantes a refletir sobre suas atividades profissionais e a levarem para seus ambientes de trabalho novas práticas de gestão colaborativa visando ações preventivas no lugar de ações que remediam danos ambientais.

P+L_ecossisII

Produção Mais Limpa é uma metodologia que apresenta benefícios ambientais e econômicos.

Você pode acompanhar a promoção desta atividade através do link: https://www.facebook.com/events/1089704644423181/

Ou ainda ter mais informações e fazer inscrições através do link: http://cursosmeioambiente.com.br/event/producao-mais-limpa-pl/

Vagas limitadas. Garanta sua vaga.

Anúncios

Pasárgada – oficina de sustentabilidade

Hoje é lançado o primeiro advertising da Pasárgada que é uma organização que opera como uma oficina de sustentabilidade ajudando a sociedade de recriar de forma cíclica através da promoção da economia circular, da logística ambiental e da educação e orientação de designers.

Praticar sustentabilidade é algo simples e sensível ao senso de oportunidade que as situações apresentam.

Pare. olhe. perceba.

Card_Residuais_caneta_versão 1_godoi
Para saber mais sobre a Pasárgada e suas atividades, acompanhe as atividades no Facebook: https://www.facebook.com/oficinapasargada/

#oficinapasargada #lixozero #economiacircular

Em um ano, família produz apenas um pote de lixo.

40304686@N07consumo consiente

você conseguiria?

365 dias e, apenas, um pote de lixo em casa. Você seria capaz de praticamente zerar sua produção de resíduos? Incentivada pela mãe Bea, a família Johnson, de classe média alta, encarou o desafio e não só conseguiu cumpri-lo, como recomenda que outras famílias façam o mesmo. Você se arriscaria?

Segundo Bea – que já lançou até um livro, o Zero Waste Home, para inspirar outras pessoas a reduzir drasticamente sua produção doméstica de lixo – o segredo é adotar afilosofia dos cinco Rsrecusar, reduzirreutilizarreciclar e compostar (rot, em inglês). Duvida? Há três anos, os Johnson vivem dessa maneira – e, pelo menos para eles, a tática funciona muito bem.

Entre outras atitudes, os alimentos da família são todos comprados a granel – e carregados em recipientes levados por eles mesmos ao mercado –, as contas são todas recebidas via e-mail para evitar o papel e os produtos de limpeza e higiene são feitos de forma caseira, dispensando embalagens descartáveis – Bea faz até sua própria maquiagem em casa, acredita? Reduzindo a produção de resíduos, reciclar, reutilizar e compostar fica muito mais fácil, garantem eles.

A aventura dos Johnson rumo ao Zero Waste (ou Desperdício Zero, em português) começou há dez anos: pai, mãe e dois filhos viviam, confortavelmente, em uma região nobre da Califórnia, carregando felizes para fora de casa os cerca de mil quilos de resíduos (!) que os americanos produzem, em média, todos os anos. Mas, apesar da vida de Barbie que levava, Bea não estava feliz. Sentindo-se aprisionada a uma vida artificial, ela propôs que a família mudasse para uma casa menor e foi aí que tudo começou.

Para se acomodar no novo lar, os Johnson tiveram que se desfazer de 80% dos seus pertences. No começo não foi fácil, mas quando aprendeu a se desapegar das coisas, a família achou incrível a sensação de se dedicar mais às pessoas e menos aos objetos e decidiu, então, embarcar no desafio Zero Waste Home, que recomeça a cada ano. E eles não pretendem parar tão cedo!

No início, o pai, Scott, não gostou muito da aventura, mas ele mudou de ideia quando fez as contas no papel e descobriu que a “brincadeira” tinha reduzido os gastos anuais da casa em 40%. E aí, animou?

Os Johnson não estão sozinhos nessa empreitada pelo Zero Waste. Você se lembra da família inglesa Strauss que já noticiamos aqui no blog? Em um ano, eles produziram só um saco de lixo.

418656_338232036257950_400584197_n

viva mais

Foto: Arquivo pessoal

por Débora Spitzcovsky – 08/04/2013 às 09:00

Combustível infinito

19 set 2013 20:15 e 08 set 2013 08:00 e 17 nov 2013 08:00

Poluição por amianto

amianto3.jpg

Abundante na natureza, Amianto é encontrado sob diversas formas
Foto: Jordi Masagué

O amianto, também conhecido como asbesto, é uma fibra mineral encontrada abundantemente na natureza. A fibra é largamente utilizada em escala industrial devido ao baixo custo e as propriedades naturais do mineral, tais quais a alta resistência, boa qualidade isolante, flexibilidade, durabilidade e incombustibilidade.

O amianto está presente em cerca de três mil produtos, desde telhas e caixas-d’água “de eternit” até em pastilhas de freio, tecidos, pisos e tintas.

Basicamente, é encontrada na natureza sob duas formas: amianto branco (serpentinas), correspondente a 95% das manifestações existentes do mineral, e os amiantos marrom, azul e outros (anfibólios). No Brasil, o amianto está presente em cerca de três mil produtos, sendo mais difundido em telhas e caixas-d’água (da empresa brasileira Eternit), mas é largamente encontrado em pastilhas de freios, tecidos, pisos e tintas.

O amianto é utilizado desde os primórdios da civilização, já considerado até como a seda natural ou o mineral mágico, principalmente para reforçar utensílios cerâmicos. No entanto, foi somente após a Revolução Industrial no século 19 que o material começou a ser utilizado em larga escala.

A fibra flexível foi utilizada para isolar termicamente máquinas e equipamentos, atingindo seu apogeu durante as duas guerras mundiais. Logo, apareceram as epidemias de doenças, trazendo à tona o lado negativo do amianto, chamado então de “poeira assassina”.

Contaminação

As fibras de amianto são extremamente finas e longas, separam-se com facilidade e produzem um pó de partículas minúsculas que aderem às roupas e flutuam no ar, sendo facilmente inaladas ou engolidas. Estas características, que potencializaram o uso comercial, evidenciam a periculosidade da substância.

Há diversas doenças comprovadamente associadas ao uso do amianto, sendo as principais a asbestose, doença crônica pulmonar conhecida como “pulmão de pedra”, que afeta principalmente quem trabalha diretamente com o mineral; cânceres de pulmão e do trato gastrointestinal; e o mesotelioma, tumor maligno raro que pode surgir em até 30 anos após a contaminação.

amianto4.jpg
As chamadas “telhas de eternit” ainda são muito comuns no Brasil
Foto: fazen

A contaminação se dá geralmente devido ao contato direto com a substância, atingindo diretamente os trabalhadores que lidam com o mineral. Contudo, já há registrados casos de contaminação ambiental até no Brasil, desde de mulheres que lavavam as roupas dos maridos trabalhadores até pessoas que moravam próximas às fábricas.

125 milhões de trabalhadores em todo o mundo estão expostos aos efeitos do amianto. Doenças causadas pelo mineral resultam em 107 mil mortes por ano.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o amianto cancerígeno desde 1977. Segundo estimativas da organização, 125 milhões de trabalhadores em todo o mundo estão expostos aos efeitos do amianto, sendo que doenças causadas pela substância resultam na morte de 107 mil trabalhadores anualmente.

A OMS indica ainda que um em cada três casos de câncer trabalhista é causado pela inalação das fibras de amianto. Em toda a Europa ocidental, estima-se que o câncer causado por amianto matará 250 mil pessoas entre 1995 e 2029. No Brasil, embora seja acusado de subnotificação, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 25.093 casos de câncer provocados pelo amianto entre 2008 e 2011, e 2,4 mil mortes entre 2000 e 2011.

amianto2.jpgMinaçu (GO) possui a maior mina de amianto crisotila do Brasil
Foto: Fe Coelho

Controle

O amianto começou a ser proibido há quase três décadas, tendo sido vetado pela Noruega em 1984. Banido em toda a União Europeia desde 2005, estuda-se agora a descontaminação ambiental das cidades nas quais havia minas e fábricas de amianto para evitar o aumento do número de mortes de cidadãos. Atualmente, o mineral está proibido em 66 países. No Brasil, o uso controlado é autorizado, exceto em São Paulo, que possui uma lei estadual banindo a substância.

80% do amianto produzido no Brasil, de 75 a 2009, permanece no país sob a forma de produtos e resíduos.

Documentos demonstram que a indústria já conhecia a relação entre o amianto e as doenças letais desde os anos 30. Apesar de todas as evidências contrárias, os grandes produtores mundiais insistem que um dos tipos do mineral (justamente o mais abundante, o amianto branco ou crisotila) tem uso seguro. O setor que gera 170 mil empregos diretos e movimenta US$ 1,5 bilhão por ano.

O Brasil, cuja maior mina se situa em Minaçu (GO), é o terceiro produtor mundial, depois da Rússia e China, o segundo exportador e o quarto usuário de amianto. Entre 1975 e 2009, foram produzidas no país mais de seis milhões de toneladas de amianto, sendo que 80% ainda permanecem no território nacional sob a forma de produtos e resíduos, segundo a secretaria de geologia do governo.

O Canadá, quinto maior produtor e quarto exportador mundial do mineral, consome muito pouco da substância em seu território (menos de 3%), onde o uso é limitado. Para se ter ideia, um cidadão americano se expõe em média a 100g/ano, um canadense a 500 g/ano e um brasileiro, mais ou menos, a 1.200g/ano.

fonte: site EcoD em 05 setembro 2012

http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/setembro/ecod-basico-poluicao-por-amianto?utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook#ixzz25cVpAGdg

publicado em 27 nov 2012 às 08:00 e dia 03 nov 2013 às 08:00

Artista húngaro cria esculturas gigantes de animais feitas com pedaços de madeira

 

artista húngaro Gábor Miklós Szőke espalhou por Budapeste, sua cidade natal, várias esculturas de animais feitas com ripas de madeira. Sozinho ou em parceria com outros artistas, ele criou esculturas que chegam até 26 metros de altura. O sucesso das obras na Hungria fez com que o Szőke fosse convidado a expor na cerimônia de encerramento da European World Harmony Run, na primeira semana de outubro. Veja galeria com imagem das criações do húngaro.

fonte:  http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/10/artista-hungaro-cria-esculturas-de-animais-com-madeira/ em 21/10/2012
Publicado em 29 nov 2013 às 08:00 a.m. e dia 02 de novembro 2013 às 08:00

Primeiras Escolas de Bicicleta chegam a São Paulo

Alunos de 12 a 14 anos de idade da Rede Municipal de Ensino, que estudem em Centros Educacionais Unificados (CEUs), podem participar do projeto Escola de Bicicletas, idealizado pela Secretária Municipal de Educação.

Bicicletas de bambus serão distribuídas aos jovens que se formarem no curso, que entre tantos assuntos, ensinará noções básicas de trânsito, tipos de transportes sustentáveis, oficina de mecânica e montagem e cultura da bicicleta. Ciclofaixas e rotas específicas também serão criadas nos entornos dos CEUs participantes, para que os estudandes possam ir e voltar de casa em cima da magrela.

Mas para participar do programa, os alunos devem morar dentro do perímetro que as ciclo rotas cobrirão e precisam do consentimento dos pais ou responsáveis. A conclusão do curso se dá em um mês, com direito a certificado e um kit de acessórios que inclui entre tantos itens, capacete, buzina, espelho retrovisor e cadeado.

fonte: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/06/primeiras-escolas-de-bicicleta-chegam-a-sao-paulo/ publicado em 29 out 2012 às 08:00 a.m. e em 30 out 2013 às 08:00 a.m.

benefícios de andar de bicicleta

publicado 14 set 2012 às 7:10 e 090set 2013 08:00

menos manutenção e mais economia

Risco na lâmpada

Uso excessivo e incorreto da iluminação artificial pode favorecer a transmissão de doenças e alterar o ciclo de plantas e insetos

Entre os grandes avanços de uma comunidade, a luz elétrica está na linha de frente. Com o tempo, o modelo de lâmpada incandescente desenvolvido por Thomas Edison se transformou sem perder valores como praticidade e segurança.

Séculos depois, um pesquisador italiano radicado no Brasil decidiu estudar o quanto a iluminação artificial pode alterar um ecossistema e, assim, mudar a vida das pessoas. O trabalho do ecólogo Alessandro Barghini descobriu que o aquecimento provocado por uma lâmpada pode alterar o ciclo das plantas e dos insetos, acostumados à iluminação natural. No extremo dessa mudança, aves migratórias podem perder o rumo.

A questão vai além, atinge a saúde das pessoas. Não pelo senso comum que prega as bênçãos de momentos ao ar livre ou as dádivas da iluminação natural. Insetos que são vetores de parasitas são atraídos por lâmpadas sem proteção ou luminárias sem filtro. Os números de um teste realizado pelo pesquisador indicam que uma lâmpada de vapor de sódio sem filtro ultravioleta teria atraído 43 insetos. Com filtro, o número de insetos cai para 16. Entre as doenças com possibilidade de maior contágio estão malária, leishmaniose e doença de Chagas.

– O nosso desejo é informar a população e pensar em alternativas para a iluminação – garante.

O estudo do pesquisador da USP começou no início da década. Sua tese de doutorado deu origem ao livro Antes que os vaga-lumes desapareçam, lançado este ano. Agora, um novo artigo do ecólogo está na edição de outubro da revista Environmental Health Perspective, do Instituto Nacional de Estudos de Saúde Ambiental (NIEHS), dos Estados Unidos. Ele reforça a ligação dos vetores com o uso inadequado e excessivo das lâmpadas.

Biólogo e pesquisador do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP, Paulo Roberto Urbinatti, acredita na importância de verificar o nível de influência da iluminação no contágio de doenças importantes. Ao mesmo tempo, reforça que isso ocorre apenas com vetores que costumam picar no entardecer. Assim, Barghini sugere formas de se proteger:

– É fundamental que as lâmpadas estejam protegidas com filtro ultravioleta. Já as luminárias colocadas da parte externa, devem ficar o mais longe possível das residências

(Fonte: Jornal Zero Hora de 04 de outubro de 2010)

Uma das alternativas para iluminação são telhas de captação de luz solar com um sistema prismático que replica a luminosidade para o interior do local, um sistema de luz natural prismático. Interessados podem entrar em contato com a escritora deste blog: Fabíola Pecce através do e-mail: fabiola@oficinapasargada.com.br
publicado 04 set 2012 – 7:20 e 03 set 2013 – 08:00 a.m.

Peniche: plataforma de produção de energia já está no fundo do mar

by  on 13 DE AGOSTO DE 2012

A plataforma, com 420 toneladas de aço e fibra de vidro, foi rebocada desde os estaleiros navais de Peniche até à Almagreira, numa viagem entre as cinco e as seis milhas que demorou cerca de três horas e culminou com o afundamento da estrutura.

Plataforma

O sistema, desenvolvido pela empresa finlandesa AW-Energy, é composto por três pás com 42 metros de comprimento e 16 metros de largura que oscilam debaixo de água e que deverão produzir, cada uma, 100kW de electricidade.

Os componentes fabricados em Kotka, na Finlândia, estão desde Janeiro nos estaleiros de Peniche, onde foram feitos os trabalhos de montagem final e preparação da fixação da estrutura ao fundo do mar.

“A nossa participação inseriu-se na parte de engenharia e muitas das soluções tecnológicas foram discutidas entre nós e a empresa. Decidimos em conjunto qual a estrutura e a forma de  produzir nas nossas instalações”, disse Álvaro Oliveira, diretor-geral dos Estaleiros Navais de Peniche.

A tecnologia, que foi testada pela primeira vez a nível mundial na praia da Almagreira, em 2007, permitiu aos estaleiros navais um encaixe financeiro superior a um milhão de euros.

O presidente da Câmara Municipal de Peniche, António José Correia, admite já a hipótese de “desenvolver ainda mais estruturas, umas para serem colocadas no mesmo local e outras que possam ser adquiridas por outros países” e instaladas em “outros mares”.

Os resultados da entrada em funcionamento do WaveRoller vão agora ser também estudados pela Escola Superior de Tecnologia do Mar, “que vai analisar as alterações ao nível da flora e da fauna que possam vir a sair daqui”, adiantou António José Correia.

fonte: http://www.portalenergia.com.br/index.php/peniche-plataforma-de-producao-de-energia-ja-esta-no-fundo-do-mar/