Pasárgada – oficina de sustentabilidade

Hoje é lançado o primeiro advertising da Pasárgada que é uma organização que opera como uma oficina de sustentabilidade ajudando a sociedade de recriar de forma cíclica através da promoção da economia circular, da logística ambiental e da educação e orientação de designers.

Praticar sustentabilidade é algo simples e sensível ao senso de oportunidade que as situações apresentam.

Pare. olhe. perceba.

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Para saber mais sobre a Pasárgada e suas atividades, acompanhe as atividades no Facebook: https://www.facebook.com/oficinapasargada/

#oficinapasargada #lixozero #economiacircular

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Por que é tão difícil despoluir a Lagoa Rodrigo de Freitas no RJ?

“Daqui a seis meses eu e você estaremos nadando na Lagoa” – a promessa é do bilionário Eike Batista, que está em 2013 estava gastando uma boa grana pra tentar despoluir a Lagoa. De 2008 até esta matéria, já foram investidos 15 milhões de reais no programa de despoluição. Essa quantia foi destinada para acabar com as ligações clandestinas de esgoto que caem das galerias pluviais.

Mas apesar de tanto esforço para tentar recuperar um dos pontos turísticos mais famosos da cidade, os desafios são grandes. E a razão é simples. As características geográficas do local tornam a lagoa um depósito de matéria orgânica e sedimentos trazidos pelos rios ou por ação da chuva nos morros. Sem contar os anos que não houveram nenhuma fiscalização do despejo de esgotos na Lagoa.

Para entender melhor sobre esses desafios, veja o infográfico abaixo:

 

publicado em 28 out 2012 às 08:00 e 31 out 2013 Às 08:00
Reposted 25/04/2016 – 15:05 – Bom Fim.

Moradores de favela carioca Vidigal transformam depósito de lixo em parque ecológico e viram exemplo mundial

Parque ecológico no alto do Morro do Vidigal é premiado nos EUA

Criado por moradores da favela junto com um arquiteto formado em Harvard, Sitiê foi aberto onde antes era lixão

Veja algumas fotos:

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Parque será premiado sábado nos EUA (Foto: Fabio Motta/Estadão)

No princípio, era o lixo. Mais de 25 anos de detritos jogados ao ar livre no alto do morro do Vidigal, na zona sul do Rio. Para os moradores da favela, era natural abandonar ali sacolas com restos de comida, eletrodomésticos, móveis quebrados e até corpos de animais mortos. Para Mauro Quintanilla, vizinho do lixão, era deprimente e humilhante.

Da tristeza à reação, o músico, nascido no morro e então com 44 anos, contou com a ajuda de poucos amigos. Sob a zombaria de parentes, que não acreditavam ser possível reverter aquele cenário, eles se puseram a retirar com as próprias mãos o que a comunidade insistia em repor no dia seguinte.

Em 2010, 16 toneladas e cinco anos depois, a área estava limpa, pronta para ser batizada de Parque Ecológico Sitiê. Num espaço voltado à contemplação e ao lazer, foi criada uma horta da qual já saíram 700 quilos de legumes, verduras, temperos e frutas, doados à comunidade. “Não tivemos ajuda de governo. Minha família dizia que eu era maluco, mas acabamos atraindo voluntários, gente daqui e turistas estrangeiros. Depois consegui mudas do Jardim Botânico e fiz o paisagismo, tudo intuitivamente”, conta Quintanilla, cercado de flores.

Da via principal da favela, chega-se aos 8,5 mil metros quadrados do Sitiê passando por uma escada de 150 degraus feitos de pneus reciclados e unidos por entulho e cimento. No centro do parque foi erguida uma muralha de 386 pneus e 23 toneladas, que ajuda a conter a água das chuvas, temida por provocar deslizamentos de terra, e que foi pensada também para ser um ponto de encontro dos moradores e palco de atividades culturais.

Poucos metros adiante, num ponto que, no passado, serviu de rota de fuga para traficantes armados, está um mirante do qual se admira a mais bela vista das praias de Ipanema e do Leblon.

Mais do que uma atração numa zona carente de áreas de lazer, o Sitiê, por aliar engajamento popular e técnicas inovadoras, está atraindo olhares de fora. Já foi visitado por especialistas vindos de parques icônicos, como o Central Park e o Brooklyn Bridge Park, ambos em Nova York, que saíram entusiasmados.

A fama do Sitiê – junção da palavra sítio com o pássaro tiê, inventada por Quintanilla – não vem só do esforço pessoal de seus criadores. Deve-se muito à chegada à favela do arquiteto Pedro Henrique de Cristo. Em 2012, o jovem paraibano, aos 29 anos recém-pós-graduado na universidade de Harvard, uma das mais conceituadas do mundo, conheceu a iniciativa e se juntou a ela.

O encontro se deu durante a conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável Rio+20, e impactou o Vidigal, que ganharia um entusiasta e novo morador, a mulher do arquiteto, a norte-americana Caroline Shannon de Cristo, que também se mudou para a favela e passou a trabalhar no Sitiê, e a trajetória de Quintanilla e seus companheiros, cujo sonho se transformou em algo muito maior do que aquilo que vislumbraram.

No próximo fim de semana, o projeto será reconhecido em Detroit, nos Estados Unidos: receberá um dos mais respeitados prêmios de arquitetura, urbanismo e design do mundo, o SEED (Design socioeconômico e ambiental, na sigla em inglês), que valida iniciativas que combinam design arrojado e interesse público. Em Harvard, virou estudo de caso.

A área do Sitiê era um sítio na infância de Quintanilla, mas foi degradada conforme o morro, ocupado por barracos desde a década de 1940, se adensou. Hoje o Vidigal tem, pela contagem oficial, cerca de 12 mil habitantes.

Prestes a completar dez anos, a iniciativa ganha fôlego não só com a validação internacional, mas também com o projeto do Instituto Sitiê de Meio Ambiente, Artes e Tecnologia, que foi desenvolvido pelo escritório de Cristo, instalado em sua casa no Vidigal. O estúdio +D, que tem como slogan “design com propósito”, imaginou uma praça para convivência e prática de esportes, ligada ao Sitiê por meio de uma escadaria adaptada à topografia, um centro de inovação, com biblioteca e aulas de música e artes, e um restaurante, em que os clientes buscariam seus ingredientes na horta do parque. A ideia é que tudo fique pronto até 2016.

O casal Cristo e Mauro Quintanilla (Foto: Fabio Motta/Estadão)

O instituto seria todo pago com recursos privados – já existem investidores interessados. O projeto da praça pública, com área para prática de ioga e leitura e escorrega gigante para as crianças, já foi aprovado em conversas com a Prefeitura.

A empolgação é geral: “Design com função social tem que ser excelente. Eu poderia estar ganhando muito dinheiro num escritório, projetando hotéis com materiais luxuosos, mas qual seria o significado disso para o desenvolvimento da arquitetura? Não tenho a favela como fetiche, acredito que dela saem soluções inovadoras. Estar aqui foi a melhor coisa que já me aconteceu”, diz Cristo.

Não por acaso, ele se fixou no morro no ano da instalação da Unidade de Polícia Pacificadora, que acabou com o desfile de criminosos armados de fuzis pelas ruas e os tiroteios constantes, e, assim, fez crescer o número de novos empreendimentos, como bares e hostels, e o fluxo de turistas. A UPP já viu dias melhores, mas segue permitindo aos moradores projetos como este.

A ocupação dos espaços públicos, em especial pelas crianças, é um antídoto contra a violência, acredita o arquiteto, que sonha com o título de “primeira favela integrada e sustentável do mundo” para o Vidigal. “Se os moradores fossem ricos, isso queria seria Mônaco. Estamos do lado do metro quadrado mais caro do Brasil (o bairro do Leblon). Não tem por que não acreditar no potencial do Vidigal como hub (polo) de inovação”.

ROBERTA PENNAFORT

08 Abril 2015 | 16:48

fonte 1: http://brasil.estadao.com.br/blogs/estadao-rio/parque-ecologico-no-alto-do-morro-do-vidigal-e-premiado-nos-eua/

fonte 2: https://razoesparaacreditar.com/cultivar/moradores-de-favela-carioca-transformam-deposito-de-lixo-em-parque-ecologico-e-viram-exemplo-mundial/?utm_source=soclminer&utm_medium=soclshare&utm_campaign=soclshare_facebook

Sistema ecológico permite transformar rios poluídos em incríveis jardins flutuantes

Despoluir rios é algo caro e inviável a longo prazo, certo? Pelo menos é esse tipo de conversa que quase sempre escutamos de autoridades quando perguntadas sobre esse preocupante tema. Mas um sistema ecológico criado na Inglaterra une a despoluição dos rios à preservação da paisagem natural.

O sistema chama-se Biomatrix e trata-se de uma obra de engenharia flutuante de baixo custo que pode ser instalada em reservatórios, canais e lagos contaminados. Além disso, ainda pode ser adaptada para outros usos, como pontes flutuantes, ilha de habitat de pássaros, passarelas, obras de arte públicas ou sítio de ancoragem de barcos totalmente integrados ao sistema de tratamento.

Veja abaixo como funciona o Biomatrix:

Abaixo deixamos exemplos de revitalização em alguns locais do mundo:

A cidade de Manila, na Filipinas, tem um Canal Paco, que antes era completamente cheio de esgoto e lixo, deixando o local inviável para caminhar, além do perigo de doenças. Foi então instalado um sistema de ilhas com mais de 110 metros quadrados, acompanhado da revitalização do entorno.

Vejam o “Antes e Depois”:

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Algumas fotos do processo de revitalização com integração da comunidade local:

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Outra aplicação do sistema foi a restauração de um rio, com tecnologia capaz de trazer de volta a vida ao lugar:

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E um detalhe importante: a instalação do sistema não prejudica a fauna e flora aquáticas, pelo contrário, proporciona mais qualidade de vida para o habitat de inúmeras espécies.

Todas as fotos do Facebook da Biomatrix
fonte: http://www.hypeness.com.br/2014/06/sistema-ecologico-despolui-rios-e-ainda-preserva-paisagem-natural/ em 10 ago 2015 – SLZ 2015 e palestra fecomercio. bom fim, porto alegre, brasil

Mercado de créditos de logística reversa de embalagens no Brasil em operação

Segundo a definição do Ministério do Meio Ambiente (MMA), logística reversa é um “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação.”
Com a promessa de ajudar na implementação desse conceito, o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), em parceria com a BVRio, começa a comercializar nesta sexta-feira (25) os primeiros créditos de logística reversa de embalagens do Brasil.
A intenção desse novo mercado é aproximar os catadores das empresas que precisam cumprir metas na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
De acordo com a PNRS, criada em 2010, companhias devem promover a logística reversa de embalagens pós-consumo, envolvendo neste processo os catadores brasileiros, que hoje são mais de 800 mil pessoas.
O mercado funcionará distribuindo créditos para os catadores depois de uma análise de suas atividades, sendo que a quantidade e o valor deles variarão conforme o material dos resíduos trabalhados. Em seguida, os créditos podem ser vendidos para as empresas, facilitando assim a relação entre a iniciativa privada e as cooperativas.
“É um modelo que reconhece o serviço ambiental que a gente faz para a sociedade (…) Vai ajudar os catadores a melhorarem sua remuneração”, declarou Severino Lima Júnior, presidente do MNRC.
“O sistema é uma forma eficiente e transparente de implementar a logística reversa, além de contribuir de forma não assistencialista ao desenvolvimento das cooperativas de catadores”, afirmou Pedro Moura Costa, presidente-executivo da BVRio.
A primeira empresa interessada no mercado foi o Grupo Boticário, que a partir de hoje e durante os próximos dois meses deverá adquirir o equivalente em 1.200 toneladas em créditos.
“Estamos alavancando o mercado de Créditos de Logística Reversa no país. Esta ação está conectada ao nosso plano estratégico de longo prazo em sustentabilidade. Nosso objetivo é contribuir, de forma efetiva, com o desenvolvimento da sociedade e a proteção do meio ambiente. E acreditamos que uma das etapas importantes para a redução do impacto ambiental é a destinação correta de embalagens pós-consumo”, disse Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário.
O valor total das transações do Boticário não foi divulgado, mas pelo portal da BVRio é possível ver a cotação dos vários tipos de créditos, que estão atualmente avaliados na faixa de R$ 100 a unidade.
Assistam ao vídeo explicativo:

 

PUBLICADO 02 MAIO 2014. EM JACKIE GAIA Fonte: Carbono Brasil, abr/14

publicado em 04 de maio 2014 às 00:01 a.m. bom fim – brasil e em 10 set 2014 às 00:10 a.m. SEMANA LIXO ZERO.
fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br/blogs/jackie-gaia/8370-primeiro-mercado-de-creditos-de-logistica-reversa-de-embalagens-do-brasil-entra-em-operacao em 03-mai-2014 às 23:43 p.m. after A.O.H.

Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes.

A VIAGEM DO LIXO

Resíduos capazes de flutuar são potenciais viajantes. Ao serem levados pelas águas, desaparecem de vista, mas permanecem no ambiente por um longo tempo, contaminando a fauna e flora. ora veja no infográfico.

Fonte: Planeta Sustentável

plastico no mar

plastico e tartarugas

fonte da foto da tartaruga pequena: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=550968598258936&set=a.480103312012132.106348.218580984831034&type=1&theater

FONTE DA FOTO DA TARTARUGA grande: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=477186835684097&set=a.248046831931433.57963.126470790755705&type=1&relevant_count=1

post originalmente publicado em 19 fevereiro 2013
republicad com alterações em 18 de abril de 2013 às 13:14 p.m. e 31 ago 2014 às 8h a.m. PORTO ALEGRE – RS – BRASIL

Sistema ecológico permite transformar rios poluídos em incríveis jardins flutuantes

BiomatrixDespoluir rios é algo caro e inviável a longo prazo, certo? Pelo menos é esse tipo de conversa que quase sempre escutamos de autoridades quando perguntadas sobre esse preocupante tema. Mas um sistema ecológico criado na Inglaterra une a despoluição dos rios à preservação da paisagem natural.

O sistema chama-se Biomatrix e trata-se de uma obra de engenharia flutuante de baixo custo que pode ser instalada em reservatórios, canais e lagos contaminados. Além disso, ainda pode ser adaptada para outros usos, como pontes flutuantes, ilha de habitat de pássaros, passarelas, obras de arte públicas ou sítio de ancoragem de barcos totalmente integrados ao sistema de tratamento.

Veja abaixo como funciona o Biomatrix:

Abaixo deixamos exemplos de revitalização em alguns locais do mundo:

A cidade de Manila, na Filipinas, tem um Canal Paco, que antes era completamente cheio de esgoto e lixo, deixando o local inviável para caminhar, além do perigo de doenças. Foi então instalado um sistema de ilhas com mais de 110 metros quadrados, acompanhado da revitalização do entorno.

Vejam o “Antes e Depois”:

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Algumas fotos do processo de revitalização com integração da comunidade local:

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Outra aplicação do sistema foi a restauração de um rio, com tecnologia capaz de trazer de volta a vida ao lugar:

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E um detalhe importante: a instalação do sistema não prejudica a fauna e flora aquáticas, pelo contrário, proporciona mais qualidade de vida para o habitat de inúmeras espécies.

Todas as fotos do Facebook da Biomatrix

fonte: http://www.hypeness.com.br/2014/06/sistema-ecologico-despolui-rios-e-ainda-preserva-paisagem-natural/ em 17 jun 2014

Setor de lixo pode reduzir até 57 milhões de tonelada de CO2

Pesquisa mostra que o setor de resíduos sólidos é um dos segmentos que mais pode contribuir para a queda global de emissões de gases do efeito estufa

Lixão no litoral norte de São Paulo: investimentos para reduzir as emissões renderia ao Brasil uma economia de US$ 1,71 bilhão até 2030

Pesquisa realizada pela Associação Real Holandesa de Resíduos Sólidos (NVRD), em parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), apontou que o setor de resíduos sólidos é um dos segmentos que mais pode contribuir para a queda global de emissões de gases do efeito estufa. No Brasil, a redução pode chegar a 57 milhões de toneladas de CO2.

Para tanto, de acordo com o estudo, é preciso que o governo intensifique as ações de reciclagem nos aterros sanitários do país, além de associá-las à implantação de tecnologias que visem à geração de energia a partir do lixo. O investimento renderia ao Brasil uma economia de US$ 1,71 bilhão até 2030.

Apesar de ainda estarem muito abaixo das expectativas dos especialistas, as iniciativas nacionais no setor do lixo já contribuíram para uma redução de 16 milhões de toneladas de CO2 emitidas na atmosfera, entre 1999 e 2007.

Na Europa, a redução foi de 37 milhões de toneladas, enquanto na Holanda, mais especificamente, o incentivo nas práticas de reciclagem contribuíram para a diminuição de 2 milhões de toneladas de CO2 por ano.

publicado originalmente em 10 ago 2012 às 7:18 e novamente em 17/12/2013 às 08:00 a.m. Footprint – Bom fim às 03:13 a.m. e novamente em 26/03/2014 às 08:00 leamet project 1

Carolina Alzaga pega as correias descartadas das bicicletas e as transforma em grandes lustres.

lustre de correias

Se andar de bike já é um ato bacana, quiçá reciclar a corrente das bikes descartadas. É isso que a Carolina Alzaga faz, e com maestria, afinal ela as transforma em grandes lustres. Assista o vídeo, veja como são feitos e entenda a filosofia da artista

Chain Reaction

fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=502715203113160&set=a.171955669522450.49831.114073091977375&type=1&theater publicado originalmente neste blog em 11 fev 2013 às 16:13 e novamente em 30 jan 2014 às 8a.m.

Em um ano, família produz apenas um pote de lixo.

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você conseguiria?

365 dias e, apenas, um pote de lixo em casa. Você seria capaz de praticamente zerar sua produção de resíduos? Incentivada pela mãe Bea, a família Johnson, de classe média alta, encarou o desafio e não só conseguiu cumpri-lo, como recomenda que outras famílias façam o mesmo. Você se arriscaria?

Segundo Bea – que já lançou até um livro, o Zero Waste Home, para inspirar outras pessoas a reduzir drasticamente sua produção doméstica de lixo – o segredo é adotar afilosofia dos cinco Rsrecusar, reduzirreutilizarreciclar e compostar (rot, em inglês). Duvida? Há três anos, os Johnson vivem dessa maneira – e, pelo menos para eles, a tática funciona muito bem.

Entre outras atitudes, os alimentos da família são todos comprados a granel – e carregados em recipientes levados por eles mesmos ao mercado –, as contas são todas recebidas via e-mail para evitar o papel e os produtos de limpeza e higiene são feitos de forma caseira, dispensando embalagens descartáveis – Bea faz até sua própria maquiagem em casa, acredita? Reduzindo a produção de resíduos, reciclar, reutilizar e compostar fica muito mais fácil, garantem eles.

A aventura dos Johnson rumo ao Zero Waste (ou Desperdício Zero, em português) começou há dez anos: pai, mãe e dois filhos viviam, confortavelmente, em uma região nobre da Califórnia, carregando felizes para fora de casa os cerca de mil quilos de resíduos (!) que os americanos produzem, em média, todos os anos. Mas, apesar da vida de Barbie que levava, Bea não estava feliz. Sentindo-se aprisionada a uma vida artificial, ela propôs que a família mudasse para uma casa menor e foi aí que tudo começou.

Para se acomodar no novo lar, os Johnson tiveram que se desfazer de 80% dos seus pertences. No começo não foi fácil, mas quando aprendeu a se desapegar das coisas, a família achou incrível a sensação de se dedicar mais às pessoas e menos aos objetos e decidiu, então, embarcar no desafio Zero Waste Home, que recomeça a cada ano. E eles não pretendem parar tão cedo!

No início, o pai, Scott, não gostou muito da aventura, mas ele mudou de ideia quando fez as contas no papel e descobriu que a “brincadeira” tinha reduzido os gastos anuais da casa em 40%. E aí, animou?

Os Johnson não estão sozinhos nessa empreitada pelo Zero Waste. Você se lembra da família inglesa Strauss que já noticiamos aqui no blog? Em um ano, eles produziram só um saco de lixo.

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viva mais

Foto: Arquivo pessoal

por Débora Spitzcovsky – 08/04/2013 às 09:00